notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
9.7.09

Uma jovem britânica foi condenada à prisão perpétua pelo seu envolvimento no assassinato de um adolescente de 16 anos.

Depois de ter seduzido o adolescente, ela o atraiu para uma emboscada preparada pelo namorado.
O caso aconteceu em julho do ano passado no sul de Londres, mas os detalhes e o nome da jovem só foram divulgados nesta semana, com grande repercussão na imprensa britânica.Samantha Joseph tinha 15 anos na época do crime. Ela já tinha um namorado de 18 anos, Danny McLean, mas isso não impediu que ela flertasse com Shakilus Townsend.No julgamento, Samantha Joseph admitiu ter dito a Shakilus que o estava namorando, apesar de sua relação com Danny McLean. Ela disse que estava entediada com Danny, que a estaria usando apenas por sexo e nunca comprava presentes para ela.Já Shakilus havia comprado vários presentes para Samantha, inclusive um cachorro.
Crimes com facas
Shakilus Townsend foi vítima da emboscada armada pela jovem
Quando Danny descobriu a relação entre Samantha e Shakilus, ele ficou furioso e quis deixá-la. Mas Samantha disse que estava arrependida e ofereceu-se para conduzir Shakilus a uma emboscada.
Samantha levou Shakilus a um local onde Danny e integrantes de uma gangue estavam o esperando. Ele foi atacado por mais de dez jovens com socos, chutes, facadas e até um bastão de beisebol.
Uma testemunha identificou Danny e Samantha pelas roupas que estavam usando. Além disso, a polícia usou imagens de câmeras de segurança das ruas e dados do site de relacionamentos Bebo na investigação do caso.
Além de Danny e Samantha, outros cinco jovens foram condenados pelo assassinato de Shakilus.O caso teve grande repercussão na imprensa britânica.
O jornal Independent traz declarações da mãe do jovem morto e do detetive que investigou o caso alertando para o culto a facas, cada vez mais popular entre jovens britânicos, que têm resultado em crimes violentos.
Já o Times afirma que a lei britânica é rígida com pessoas que ajudam a planejar homicídios, como foi o caso de Samantha Joseph. Segundo o jornal, até mesmo testemunhas de homicídios podem ser consideradas cúmplices em alguns casos.


BBC Brasil
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8.7.09
Os povos de Papua Nova Guiné usam arco e flecha nas guerras entre clãs, cozinham porcos em buracos e se vestem com plumas e folhagens. Aqui, um pedaço de sua história

Cinco homens fortes carregam um pesado porco que esperneia. Eles usam apenas tapa-sexo de palha. Sua cabeça está ornada com plantas e penas de pássaros. São os membros mais importantes da comunidade e têm uma missão respeitada por todos: transformar o animal na peça principal do banquete comunitário, o mumu. O líder mais robusto – uma massa de músculos produzida pela vida árdua do campo – segura uma borduna de madeira que ele mesmo esculpiu. Os outros quatro homens, curvados, agarram o suíno com suas mãos largas. O braço levanta e a pancada no crânio é seca e certeira. O porco desmaia imediatamente. A cena é desagradável e prefiro assistir ao drama através da lente fotográfica. Os golpes seguintes são truculentos. Um esmaga o focinho e o sangue jorra em todas as direções. Calça, camisa e câmera não são poupadas.


UM PAÍS DE MEIA ILHA
Acima da Austrália, a Ilha da Nova Guiné é a segunda maior do mundo. A oeste fica a província Papua, da Indonésia. No leste fica um país independente, a Papua Nova Guiné

Sinto um nó no estômago.
Segundo os conceitos ocidentais, esse modo de matar um porco é cruel, um ato de barbarismo. Para os habitantes das montanhas e vales centrais de Papua Nova Guiné (PNG), é um rito tradicional de reunião da comunidade para uma refeição coletiva. Nessa região remota do país, não existem geladeiras e raros são os vilarejos com energia elétrica. Quando um porco é abatido, a carne precisa ser consumida logo. Como um animal alimenta de 20 a 30 pessoas, a cada sacrifício várias famílias ingerem a fonte de proteínas. O porco foi domesticado pelos habitantes locais há alguns milhares de anos. Ele ainda possui feições de porco selvagem e, quando adulto, duas enormes presas. Nas montanhas, é o animal de maior valor. O número de porcos de uma família denota seu status, e o chefe da comunidade dono de algumas dezenas de animais será mais respeitado. O porco também significa liquidez econômica: existe um intenso movimento de compra, venda e troca.
O mumu é uma marca registrada dos povos das montanhas. As ocasiões mais importantes são sempre celebradas com a refeição comunitária. Acontece para festejar a independência, um aniversário, até mesmo um funeral. Ou a inauguração de uma escola ou de uma estrada. Um bom banquete conta com dezenas de porcos.
Enquanto os líderes da comunidade estão ocupados limpando e cortando o porco abatido, as mulheres sentam-se no chão para preparar tubérculos e vegetais. Usam pedaços de bambu, afiados como facas, para descascar os alimentos. Ninguém fica de braços cruzados. Outros homens cavam um buraco, de meio metro de profundidade. Geralmente o buraco já existe, mas é preciso limpá-lo e acertar as beiradas. O que é particular no mumu é a maneira como os ingredientes são cozidos: dentro da terra.
Por cima do buraco quadrado que servirá de forno subterrâneo, dois jovens deitam longos pedaços de lenha, lado a lado, como se estivessem preparando um estrado. Quando o fogo começa a arder, um monte de pedras roliças é depositado sobre as madeiras.

Agora entendo o segredo do mumu. São as pedras que vão manter o calor constante e cozinhar tudo o que for colocado dentro da cavidade. Em 20 minutos, toda a madeira é consumida pelo fogo e se transforma em carvão.
As pedras, que estavam em cima da madeira, caem no fundo do buraco. Sobre elas e o carvão são espalhadas várias camadas de folhas de bananeira.
As mulheres aparecem com cestos de bananas verdes descascadas e depositam o conteúdo na pequena cratera.
Outros cestos – desta vez, de kau-kau (batata-doce) – também são despejados. Os flancos dos porcos cortados entram no arranjo. Pelo menos 20 homens trabalham e todos parecem saber exatamente o que deve ser feito.
Mais bananas, mais kau-kaus e mais folhas verdes – e o buraco está cheio de alimentos. No final, entram as cabeças dos porcos. Somente os focinhos aparecem, rodeados de verduras. O pacote final é recoberto com mais pedras e uma camada final de terra. Nenhuma fumacinha sai do forno: todo o vapor está preso nessa enorme panela de pressão. Em três horas, o banquete será servido.

A agricultura foi desenvolvida nos vales centrais há 9 mil anos. Os papuásios domesticaram várias espécies de plantas nativas
Durante o mumu, converso com Anthony Hetaya, um dos líderes do clã Yugu de Lakawanda. O assunto é guerra tribal. “Os conflitos entre clãs têm três razões: roubo de terra, de mulher ou de porco. Usamos apenas nossas armas tradicionais”, afirma. A última batalha de sua comunidade foi contra o clã Lai, na década de 80. “Perdemos. Morreram dois membros de nosso clã. Tivemos de pagar uma compensação de 175 porcos vivos.” Embora ainda haja muitos confrontos na região – a polícia e o Exército preferem não se meter –, os Yugus estão convencidos de que não vale a pena entrar em uma batalha. “Numa guerra, não dormimos nem comemos direito, as mulheres e as crianças sofrem e não temos liberdade de movimento. Quando perdemos, as compensações são altas”, diz Hetaya.
A PREPARAÇÃO DO BANQUETE
O alimento mais cultivado no país é a batata-doce (à esq.). O porco selvagem, cortado (ao centro), vai para o forno cavado na terra (à dir.), junto com bananas e tubérculos
O número de idiomas na região ajuda a entender a quantidade de confrontos: são 820. Com apenas 6 milhões de habitantes em uma área menor que o Estado da Bahia, PNG é o país de maior diversidade linguística do mundo. Basta atravessar um vale ou uma montanha para encontrar outra língua e outro grupo étnico. As diferenças entre povos tão próximos trouxeram discórdias.
A lenda de guerra tribal mais insólita é a dos homens de barro. Os guerreiros de uma tribo das montanhas de Goroka invadiram as terras de outra etnia. Atearam fogo nas casas de palha, mataram os homens e raptaram as mulheres mais jovens. Os sobreviventes fugiram, mergulhando nas águas lamacentas do Rio Asaro. Quando se reagruparam, notaram que seus corpos tinham uma coloração esbranquiçada: o barro da água do rio havia secado. Esse tom fantasmagórico inspirou o pequeno grupo a conceber um contra-ataque, aproveitando o medo dos maus espíritos. Usando uma estrutura de gravetos para criar enormes cabeças, eles moldaram, com a lama do rio, terríveis caras de fantasmas. As máscaras tinham bocas deformadas, orelhas imensas e narizes como se fossem focinhos de porco. Untaram todo o corpo com barro e usaram, como prolongação dos dedos, compridos pedaços de bambus.
À noite, os sobreviventes, camuflados como assombrações, chegaram ao vilarejo inimigo. O grupo golpeou violentamente seus dedos de bambus uns contra os outros. O barulho aterrorizante fez com que a tribo acordasse e desse de cara com os fantasmas. Apavorados, todos fugiram. O episódio de bravura e astúcia passou a ser um símbolo de PNG, e os homens de barro tornaram-se heróis nacionais.
Encontro os homens de barro em um festival cultural, o sing-sing de Monte Hagen. Mesmo iluminados por um forte sol de meio-dia, as figuras são horripilantes. Principalmente quando ameaçam nativos e estrangeiros com suas longas unhas de bambus. Mas, graças à imensa variedade de danças e trajes, meus olhos são atraídos por outras figuras menos assustadoras.
Os sing-sings aconteciam apenas em vilarejos isolados. A partir dos anos 50, o festival passou a servir como um exercício de integração nacional. Em vez de as tribos se encontrar para resolver diferenças de fronteiras agrícolas e entrar em confronto, o sing-sing pretendeu ser uma “batalha cultural”. O grupo que estivesse mais decorado e fizesse a melhor apresentação ganharia um prêmio. Como a guerra tribal continuava na memória genética, as primeiras competições acabaram gerando agitação. Os que não haviam sido premiados, inconformados com a decisão do júri, passavam ao confronto.

Conclusão: hoje, os sing-sings não oferecem mais prêmios.

Os sing-sing de Monte Hagen reúne mais de 2 mil protagonistas, todos orgulhosos de mostrar suas danças, pinturas corporais e arte plumária. Homens e mulheres da costa, da floresta e das montanhas exibem o rosto multicolorido. Sobre a cabeça, um delírio ornitológico, com plumas de aves-do- -paraíso ou papagaios endêmicos. Minha preocupação conservacionista aumenta à medida que descubro novos arranjos de plumas na cabeça dos dançarinos. Começo a questionar se, para cada festival, é necessário um massacre de pássaros raros. Sou tranquilizado por Pym Mamindi, um profundo conhecedor de sing-sings. “Essas plumas têm mais idade que os próprios dançarinos. Elas passam de geração a geração e são guardadas com muito cuidado. Hoje seria dificílimo caçar essas aves.”

Nos sing-sings, milhares de pessoas realizam alucinantes danças guerreiras. O mais famoso festival é o de Monte Hagen
Os homens, com afiadas lanças nas mãos, parecem guerreiros prontos para a batalha. As mulheres, quase todas de torso nu, exibem o corpo moreno, untado de óleo para se proteger do sol. O espetáculo é extasiante. Durante dois dias, o ritmo dos tambores mantém a efervescência do festival. É uma ode à diversidade cultural. Nos últimos 10 mil anos, a vida dos habitantes de Papua Nova Guiné dependeu dessa relação íntima com a natureza. Na hora de festejar, eles são coerentes com a força que eles mais respeitam e voltam a ser, mesmo que por poucas horas, homens pássaros e mulheres plantas. Mas o mundo moderno, junto com o sinal do celular, chega a passos rápidos. As pinturas faciais de hoje já não são naturais, mas com tinta a óleo. As lanças e os machados usados até agora nas disputas corpo a corpo podem ser, em breve, substituídos por pistolas e espingardas. Cresce o número de desocupados em cidades como Monte Hagen, junto com os índices de violência. O mumu será capaz de resistir à chegada do supermercado? O sing-sing resistirá à TV? Tenho a incômoda sensação de que posso ter assistido ao epílogo dessas culturas.

O ESPETÁCULO
Um grupo de guerreiros de Monte Hagen, caracterizado por sua pintura facial negra, branca, amarela e vermelha, canta vigorosamente ao som dos kundus, o tamborete típico. Jovens mulheres, também ornadas com as cores de Monte Hagen, saltam com energia, seguindo o ritmo inebriante dos cantos. O festival ocorre desde os anos 1950

Haroldo Castro
de Papua Nova Guiné
Época
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Adriana Belmonte já pode deixar o Arizona com a filha Camila.

Depois de muita luta, a brasileira Adriana Marins Belmonte conseguiu na justiça o direito de viajar com a filha Camila ao Brasil. Apesar disso, o ex-marido dela, Allen West, insiste na hipótese dela querer sequestrar a filha deles. Adriana se sente agora uma imigrante vitoriosa.
A primeira apelação de West ocorreu em maio último. Como o juiz negou, o pai de Camila entrou com nova apelação.
O homem se baseia no caso Sean Goldman para impedir que Adriana deixe o país com a filha. David Goldman, pai do menino, luta para trazer o filho de volta aos Estados Unidos.
Adriana ganhou o direito de ficar 14 dias com Camila no Brasil todo verão, sob a condição de dar ao pai da criança cópias do itinerário. West tem medo de que a filha seja roubada pela ex-mulher. O advogado dele chegou a enquadrar Adriana como sequestradora.
“O juiz falou que se eu tivesse que roubá-la eu nem teria ficado aqui”, disse Adriana, que considera um abuso as acusações do pai de Camila.
A brasileira, que tem cidadania americana, esteve no Brasil somente quatro vezes em 14 anos de Estados Unidos.
Em uma das idas ficou quase dois meses no país, não passeando, mas sim para cuidar do pai que estava gravemente doente. Foi justamente nesta época que os problemas de Adriana começaram. O ex-marido contratou um advogado e ameaçava tomar Camila. Além disso, passou a agir com violência dentro de casa.
A brasileira emitiu uma ordem de restrição contra ele e o casal oficializou o divórcio no dia 9 de abril deste ano.

Direitos e deveres
Tudo o que Adriana queria era levar Camila para conhecer o avô, que não consegue visto para vir para os Estados Unidos. Allen continua proibido de se aproximar de Adriana, mas pode falar com ela por telefone ou e-mail para tratar de assuntos relacionados à filha, para quem dá pensão alimentícia.
“Ele não é um pai ruim, o problema dele é querer me atacar”. Allen vê a filha com frequência e ganhou autorização para passar uma semana com ela em agosto e outra semana em setembro.
O advogado que assistia Adriana se retirou do caso, mas ela continua recebendo ajuda do Cônsul Honorário do Brasil para o Estado do Arizona, Brad Brados, e também do Juiz Karp.
O magistrado não está trabalhando no caso, mas orienta muito bem Adriana sobre os direitos e deveres dela. Feliz com a vitória, Adriana acredita que o caso dela sirva de exemplo para que outras mulheres imigrantes não se deixem intimidar.
“Mesmo em processo ou sem papel você tem direitos aqui nos EUA como mulher. Muitos homens usam isto como coação ou intimidação”.

Angela Schreiber


Comunidade News
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Caso ocorreu em South Windsor, Connecticut.Ele acabou se rendendo logo após o início do incêndio.

Restos da casa dos americanos Richard Shenkman e Nancy Tyler nesta quarta-feira (8) na cidade de South Windsor, no estado americano de Connecticut. Segundo a polícia, Shenkman raptou Tyler, que é sua ex-mulher, no final da manhã da terça e a manteve refém durante 13 horas. A casa foi cercada pela polícia. O ex-marido ateou fogo à construção por volta da meia-noite e, enquanto as chamas destruíam a casa, acabou se rendendo. De acordo com as autoridades, os dois tiveram um processo de divórcio conturbado.


G1
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7.7.09

Nova Zelândia - Vários outdoors na região de Papakura, ao sul de Auckland, maior cidade da Nova Zelândia, têm chamado a atenção de quem usa as estradas da localidade. A campnha publicitária usa como alerta a motoristas o rosto de um menino que começa a "sangrar" cada vez que chove, ilustrando os perigos de ignorar estradas molhadas
Segundo a BBC Brasil, os outdoors possuem sensores que jorram um líquido vermelho logo que começa a chover. Assim que o sol volta, o cartaz volta ao normal.A propaganda avisa aos motoristas: "Chuva muda tudo. Por favor dirija de acordo com as condições climáticas". Apesar de chocante, o Conselho do Distrito de Paparuka diz que a campanha surtiu efeito.
Com informações de agências internacionais
O DIA ONLINE
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Astros como Mariah Carey, Jennifer Hudson e Stevie Wonder emocionam público lembrando músicas do astro

Los Angeles (EUA) - Sob os olhares de 17 mil pessoas e milhões de telespectadores pelo mundo, artistas e fãs se despediram nesta terça-feira de Michael Jackson no Staples Center, em Los Angeles. A filha do cantor, Paris Michael, foi às lágrimas ao mandar um recado para o pai: 'Desde que nasci, eu queria apenas dizer que te amo. Foi o melhor pai que poderia imaginar', disse a menina, amparada pela tia Janet. Mariah Carey abriu a homenagem cantando o clássico 'I'll Be There'. Jermaine Jackson emocionou a plateia do Staples Center ao cantar a canção 'Smile', tema feito por Charles Chaplin para o filme 'Tempos modernos'. A música era a favorita de seu irmão Michael.

A cantora e atriz Jennifer Hudson também fez bonito ao cantar 'Will you be there' no despedida a Michael Jackson. Antes, Stevie Wonder foi o terceiro artista a participar da homenagem entoando 'I never dreamed...' e foi aplaudidíssimo. Mensagens de condolências enviadas por Diana Ross e Nelson Mandela foram lidas no início da cerimônia. O cortejo com o corpo do astro chegou às 13h50. Antes, por volta do meio-dia, o corpo foi velado num caixão dourado que custou U$ 25 mil no cemitério de Forest Lawn.

Cerimônia durou aproximadamente cinco horas e foi transmitida por emissoras de todo o Planeta. Foto: EFE

Além dos policiais, uma comitiva de mais 29 veículos acompanhou o o caixão nos 20 quilômetros entre o cemitério Forest Lawn, em Hollywood Hills, e o ginásio. Para evitar incidentes durante o traslado, várias ruas da cidade foram fechadas ao tráfego. Uma multidão de artistas e celebridades acompanharam a despedida, entre eles Mariah Carey, Dionne Warwick, Stevie Wonder, Usher, Lionel Richie, Jennifer Hudson, John Mayer,Smokey Robinson, Brooke Shields, Queen Latifah, Kobe Bryant, Berry Gordy (fundador da gravadora Motown), Larry King, Magic Johnson e os reverendos Jesse Jackson e Al Sharpton.

Morte precoce
Michael Jackson morreu na tarde do dia 21 de junho, após uma parada cardíaca. O cantor já estava em coma quando foi socorrido pelos paramédicos em sua casa, em Los Angeles. O cantor faria 51 anos em agosto e se preparava para uma turnê mundial que estava programada para iniciar-se no dia 13 de julho, em Londres. Há duas semanas, o tablóide The Sun divulgou que ele teria câncer de pele e estaria muito magro, insistindo em fazer apenas uma refeição por dia. Jackson deixou três filhos, chamados Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II.
Revestido de ouro, caixão custou cerca de U$ 50 mil. Foto: EFE
Confira as músicas que foram tocadas na cerimônia:
Mariah Carey - 'I'll Be There'
Lionel Richie - 'Jesus is love'
Stevie Wonder - 'I never dreamed...'
Jennifer Hudson - 'Will you be there'John Mayer - 'Human nature'
Jermaine Jackson - 'Smile'Usher - 'Gone too soon'
Shaheeen Jafargholi - Who´s lovin´ you
Todos - 'We are the world'
Todos - 'Heal the world'


O DIA ONLINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:16  comentar


Começa hoje na Corte Superior de Salem, em Massachusetts, o julgamento de Kristen LaBrie, a mãe de um menino de 9 anos que morreu por falta de tratamento contra o câncer.

Acompanhe comigo essa estória, que é recheada de elementos tristes.

Com poucos anos de vida, Jeremy Fraser foi diagnosticado com autismo. Em 2006, os médicos detectaram que menino tinha um linfoma, um tipo de câncer maligno. Sua mãe, que tinha a custódia da criança entre outubro de 2006 e fevereiro de 2008, negou à criança os remédios necessários.

Segundo documentos do tribunal, Kristen cancelou pelo menos uma dúzia de sessões de quimioterapia e deixou de dar metade dos remédios preescritos pelo médico especialista. Foi então quando o linfoma evoluiu para leucemia.

Em julho de 2008 o pai do menino, Eric J. Fraser, recuperou a custódia do filho. Fraser já tinha ganho na Justiça a custódia de um outro filho, de 15 anos, porque Kristen não tinha condição de criá-lo enquanto cuidava do bebê Jeremy. Dias depois de ter sido internado num hospital, em março passado, Jeremy faleceu.

Nos últimos meses da vida de Jeremy, Eric Fraser também se recusou a levá-lo para a quimioterapia porque os médicos disseram que o menino já se encontrava em estado terminal.

Kristen LaBrie foi presa ontem em sua casa em Berverly. O seu advogado, Kevin James, argumenta que sua cliente sofre de doença mental, por isso não conseguia distinguir o que era certo ou errado para seu filho.

Kristen vai ser julgada por colocar uma criança em perigo e por permitir sérios danos físicos a um indivíduo menor de idade.


Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:31  comentar

RIO - Membros da família Jackson, incluindo os irmãos La Toya e Randy, estiveram no final da noite de segunda-feira (horário local) no cemitério Forest Lawn, em Hollywood Hills, em Los Angeles. Parentes e amigos próximos do cantor realizaram um velório privado no cemitério, onde está o corpo do cantor.
O enterro de Michael Jackson deverá ser realizado esta terça-feira, às 8h (12h horário de Brasília), segundo informou o site da "ABC" e outros jornais locais. A cerimônia pode acontecer duas horas antes da festa em homenagem ao Rei do Pop no estádio Staples Center (no blog do correspondente Gilberto Scofield, um vídeo da movimentação nos arredores do ginásio) . Enquanto isso, o site TMZ, o primeiro a noticiar a morte do Rei do Pop, afirma que o corpo do astro será levado ao Staples Center parar ser velado pelos fãs.
Várias redes de TV fazem plantão desde o fim de semana na porta do cemitério de L.A. com caminhões de links ao vivo, mas a entrada está proibida para a imprensa. Os jornalistas também não terão direito a acompanhar a festa no Staples Center. No estádio, onde Michael Jackson ensaiava para os shows da turnê "This is it" , vários artistas participarão da homenagem. Uma pessoa envolvida na organização disse ao "New York Daily News" que a cerimônia não será uma festa, mas um evento respeitoso.
Os nomes de cantores confirmados são Mariah Carey, Usher, Stevie Wonder, Jennifer Hudson, Lionel Richie e John Mayer. Além deles, haverá a presença de Ron Boyd (amigo da família); Kobe Bryant (jogador de basquete); Andrae Crouch Choir (compositor); Berry Gordy (fundador da Motown); Shaheen Jafargholi (finalista do "Britain's Got Talent"); Magic Johnson (ex-jogador de basquete); Martin Luther King III (político); Bernice A. King (ativista político); Smokey Robinson (cantor); Rev. Al Sharpton (religioso); Brooke Shields (atriz); e pastor Lucious Smith (amigo da família).
A cerimônia marcada para 10h (14h horário de Brasília) será acompanhada por 17.500 fãs e transmitida ao vivo por várias redes de TV americanas, além de ser exibida em 80 cinemas dos Estados Unidos. Os ingressos para a festa no estádio foram sorteados esta segunda-feira entre os mais de 1,6 milhão de fãs que se registraram online para concorrer às entradas. Alguns contemplados preferiram colocar as entradas à venda e chegaram a cobrar no site eBay entre US$ 100 e US$ 100 mil por cada "souvenier".
Outros sortudos vibraram ao conseguirem os ingressos para o que estava sendo chamado de velório público de Michael Jackson. David Gobaud, estudante de computação de 25 anos da universidade Stanford, disse não ter acreditado quando viu que havia recebido as entradas. "É Michael Jackson, uma das maiores estrelas da música de todos os tempos", disse.
Zach Moss, de 21 anos, é de Chicago mas está trabalhando como DJ no verão em Las Vegas, contou que os frequentadores da noite não se cansam de celebrar o artista morto no dia 25. "Toca uma, duas, três músicas dele e todos levantam seus driques e gritam 'Michael Jackson!' É realmente poderoso", constatou.
Conheça a guitarrista loura que tocou no último ensaio do cantor
Tablóide publica fotos de Michael Jackson em momento 'família' e vídeo em que o astro se defende de acusações de abuso
Filhos de Michael Jackson enfrentam trauma depois de morte do pai
Madonna homenageia Rei do Pop em show
Morte de Michael Jackson aumenta número de histórias sensacionalistas e bem estranhas sobre o cantor
Críticos do GLOBO elegem as melhores músicas de Michael Jackson; escolha sua favorita
Assista aqui ao vídeo do ensaio de Jackson dois dias antes de morrer
Especial: sucessos, clipes e escândalos que marcaram vida de Michael Jackson
O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:07  comentar

6.7.09

RIO - Nada pode ser mais constrangedor do que ver fotos de sua mãe de lingerie na internet, certo? Não para Michael, um estudante de Auckland, Nova Zelândia, que, irritado após uma discussão, colocou fotos de sua santa mãezinha em poses sexy num site de leilões virtuais.
A discórdia foi causada por uma ordem para limpar a garagem e vender o que não tivesse mais utilidade, de acordo com o New Zealand Herald. Contrariado, o rapaz seguiu as ordens, mas incluiu no lote as fotografias da senhora Jennifer de lingerie e cinta-liga. O material foi colocado no site TradeMe e anunciado como "5 naked photos of my mum".
- Eu fiz escondido, mas ela descobriu. No início, ficou chocada, mas depois resolveu entrar na brincadeira. Eu só queria um dinheiro extra, nós não somos ricos.
No dia seguinte o site de leilões retirou o material do ar, mas Michael publicou no domingo uma segunda série de fotografias, dessa vez com a aprovação materna. O lote original recebeu mais de 11 mil visitas antes de ser retirado do ar. O segundo, apesar de mais comportado, acabou também sendo vetado por trazer uma foto de Jennifer em trajes sumários.
A mãe diz que se irritou no início, mas depois considerou a atitude do filho "criativa". Ela critica o TradeMe por ter tirado do ar o segundo conjunto de fotos, tiradas por um amigo da família há cerca de oito anos.
- Eu exigi que Michael me mostrasse as fotos primeiro, aquele pequeno vagabundo. Elas são bastante artísticas. Eu queria metade do valor de cada venda, mas acima de tudo sinto falta dos comentários...
O portavoz do TradeMe, Jon Macdonald, disse ao New Zealand Herald que os dois leilões foram cancelados por conter fotografias "inapropriadas".
- Nós realmente não queremos ser o lugar onde as pessoas vendem fotos de suas mães de lingerie - diz ele.




O Globo DIGITAL
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Um grupo de clérigos do Irã afirmou que a eleição presidencial do país foi inválida, contradizendo os resultados oficiais que levaram à reeleição de Mahmoud Ahmadinejad e a protestos que deixaram pelo menos 20 mortos.
A declaração dos clérigos reformistas vai contra o Conselho dos Guardiões do Irã, que, na semana passada, endossou formalmente a vitória de Ahmadinejad.
O Conselho dos Guardiões é um conselho de 12 pessoas, seis líderes religiosos e seis juristas. Os seis religiosos são indicados pelo líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei.
O grupo de clérigos reformistas afirma que o Conselho dos Guardiões não tem mais o direito "de julgar este caso".
Em uma declaração à imprensa, o grupo - Acadêmicos e Pesquisadores da Assembleia do Seminário de Qom - afirmou que alguns integrantes do conselho "perderam a imagem de imparcialidade perante o público".
"Como alguém consegue aceitar a legitimidade da eleição apenas devido ao fato de o Conselho dos Guardiões afirmar (que a eleição foi legítima)? Alguém pode dizer que um governo nascido de violações é um governo legítimo", afirmou a declaração dos clérigos.

Desafio
Segundo correspondentes a declaração do grupo de clérigos é mais uma prova da divisão na elite iraniana. E, em particular, foi um ato de desafio contra o líder supremo aiatolá Ali Khamenei.
Os clérigos reformistas afirmaram ainda que o Conselho dos Guardiões não "prestou atenção" às reclamações dos candidatos derrotados Mir Hossein Mousavi e Mehdi Karroubi. Eles também pediram que outros clérigos os apoiem e, como eles, declarem que a eleição presidencial e o governo são ilegítimos.
Desde as eleições do dia 12 de junho o Irã tem passado por momentos difíceis. A votação resultou na reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, mas seus opositores disseram que o pleito foi fraudulento, o que gerou uma série de grandes protestos nas ruas, os maiores dos últimos anos, com centenas de milhares de pessoas nas ruas.
No sábado, o ex-presidente Akbar Hashemi Rafsanjani, uma figura influente da política iraniana e partidário de destaque do candidato derrotado Mir Hossein Mousavi, se reuniu com familiares de manifestantes que foram detidos durante os protestos e disse que os eventos depois das eleições causaram amargura no país.
Foi a primeira vez que Rafsanjani se pronunciou em público desde a eleição. Ele afirmou às famílias que todas as pessoas que tenham "uma consciência vigilante" não podem estar satisfeitas com a situação atual.
"Espero que com uma boa administração e sabedoria, as questões sejam resolvidas nos próximos dias e a situação possa melhorar... Devemos pensar sobre a proteção dos interesses do sistema no longo prazo",
afirmou.

Libertação
O governo da Grã-Bretanha afirmou que dois dos funcionários da embaixada britânica que foram detidos por "incitar os protestos" seriam libertados.
O Irã vem acusando repetidamente governos estrangeiros – especialmente a Grã-Bretanha e os Estados Unidos – de interferir nos assuntos do país desde as eleições de 12 de junho.
Neste domingo a agência de notícias estatal Irna informou que, segundo o chefe da polícia do Irã, cerca de dois terços das pessoas que foram presas devido aos protestos já tinha sido libertadas.
O Ministério do Exterior iraniano informou também que um jornalista grego-britânico que trabalhava para o jornal The Washington Times e que tinha sido preso por envolvimento "com os recentes tumultos nas ruas", foi libertado.


BBC Brasil

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colaboradores: carmen e maria celia

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