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9.7.09

Era só o que faltava! Crianças de uma escola primária em Bournemouth (Inglaterra) estão levando os seus cachorros para participarem de práticas de leitura. O motivo? Os cachorros não riem quando as crianças cometem erros ao ler os livros para os amigos caninos. Assim, dizem os especialistas, os alunos desenvolvem maior segurança e aprendem a ler mais rapidamente. Será?"O esquema funciona porque os cachorros não fazem avaliação das crianças. Eles não riem delas e nem ficam impacientes", diz um defensor do modelo.

Bom, pelas fotos, parece que os cães estão bastante interessados nas histórias lidas. Repare como o Yorkshire ao lado está atento à leitura feita pela menina... Tudo bem que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas outros educadores acham que o método não funciona e que nada substitui a atenção de professores e pais. "É uma ideia divertida, mas se a criança cometer um erro um cão não poderá corrigi-la", defende um crítico. Faz sentido. Será que os cães não riem por dentro?


Who let the dogs out?



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SÃO PAULO - Uma pesquisa encomendada pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e realizada em 13 universidades do Rio e de São Paulo mostrou que a lei seca está mudando o comportamento dos jovens nas duas maiores cidades do país. A pesquisa foi feita durante uma semana e ouviu 1.030 estudantes universitários.
O estudo comparou o comportamento do jovem nos últimos três anos, antes e depois da lei seca. Hoje, metade dos jovens ouvidos na pesquisa, sai à noite para se divertir, dirige e não bebe. Antes da lei, em 2007, um número menor de estudantes saia dirigindo sem beber: 36%.
- Eu tenho consciência. É muito caro o prejuízo para minha vida e para o meu bolso também - diz a estudante Michele Santos.
Mas ainda é alto o percentual de quem anda de carona com amigos que dirigem depois de beber, quase 80% dos entrevistados. Outro dado expressivo. Antes da lei, 6% dos estudantes admitiam ir e voltar dirigindo mesmo bebendo muito. Hoje, apenas metade ainda tem esse hábito.
- Onde existe a fiscalização, há mais respeito pela lei seca e o jovem está muda o seu comportamento. Dessa maneira nós vamos diminuir os acidentes - afirma José Sérgio Franco, da Sociedade Brasileira de Ortopedia.
Mas na opinião de muitos jovens, apesar de positivos, os números da pesquisa podem melhorar se houver mais campanhas de educação.
- Funciona se houver punição mesmo. A única forma fazer as pessoas usar o cinto de segurança foi assim. A bebida vai ter que ser pelo mesmo caminho - acredita o estudante Maurício Cavadas.


O Globo On Line
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8.7.09

Entra em vigor sexta-feira, em Camboriú, o programa Acolher e Encaminhar, do Conselho Tutelar, que pretende tirar crianças e adolescentes da ruas da cidade após as 23h. Quem for menor de idade e não estiver acompanhado por um responsável legal, corre o risco de ser abordado pelas polícias Civil e Militar e encaminhado para casa. A medida pretende reduzir o número de pequenos delitos e tirar os jovens da rua.
Caso o menor seja reincidente – sendo encontrado nas ruas mais de uma vez – outras atitudes podem ser tomadas além da advertência e notificação dos pais. Neste caso, o programa também prevê audiências com o juiz, consultas com psicólogos e até mesmo encaminhamento para centros de recuperação, se o menor for usuário de drogas.


clicRBS
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7.7.09
Tia e prima da menina foram indiciadas por tortura seguida de morte, mas continuam em liberdade

RIO - A Justiça brasileira foi informada sobre os maus tratos a Sophie Zanger, de 4 anos, e seu irmão R., de 12 anos, 19 dias antes da morte da menina. No dia 24 de abril, um ofício dos advogados do pai das crianças, o austríaco Sascha Zanger, informou à 27ª Vara Federal do Rio que as crianças estavam abaixo do peso e estressadas em função do desajuste emocional da tia de Sophie, Geovana dos Santos, de 42 anos, e da filha dela Lílian dos Santos, de 21. As duas foram indiciadas pela polícia por tortura com resultado morte, mas continuam em liberdade. O Ministério Público deve decidir até a terça-feira, 7, se pede ou não a prisão das indiciadas.
A Justiça Federal no Rio informou que não vai se manifestar sobre a denúncia porque o processo corre em segredo de Justiça. Sophie morreu no dia 19 de junho no Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias, na baixada fluminense. Uma semana antes ela foi levada por Lílian e uma vizinha à Unidade de Pronto Atendimento de Santa Cruz, na zona oeste do Rio, em coma, com um trauma crânioencefálico e o corpo repleto de hematomas.
Sophie e o irmão foram trazidos ao Brasil pela mãe, Maristela dos Santos, de 40 anos, que tem problemas neurológicos. Eles chegaram ao País em janeiro de 2008 sem a autorização de Zanger, que lutava na Áustria pela guarda das crianças. O ex-marido tentou por um ano e meio sem sucesso na Justiça brasileira levar os filhos de volta.
No Rio, Maristela foi morar com a irmã Geovana em dezembro do ano passado. A irmã a expulsou de casa no mês seguinte e obteve a guarda provisória das crianças. Vizinhos contaram à polícia que ouviam gritos e choro de Sophie e chegaram a acionar a polícia sem sucesso. Exames do Instituto Médico Legal confirmaram que ela e R. eram agredidos há três semanas antes da morte da menina. O pai de Sophie confirmou que alertou à Justiça sobre os maus tratos contra os filhos dele.
"Antes da Páscoa vi minhas crianças desnutridas, com roupas sujas e sapatos furados. Minha filha tinha uma marca roxa na testa. Geovana falou que foi um acidente. Rafael tinha muitos quilos a menos. Minha filha morreu com 14 quilos. Escrevemos outros relatórios à Justiça sobre as condições físicas deles. Acho que o juiz não estava lendo nada, não estava se preocupando. A primeira vez que vi este juiz foi no dia da morte da minha filha. Meu grande erro foi confiar na Justiça brasileira" lamentou Zanger.
No ofício, os advogados alertam para um suposto oportunismo da família acolhedora que recebia Bolsa-Família, cestas básicas do Conselho Tutelar e 1 mil euros da bisavó de Sophie. De acordo com o documento, Lílian instigava a mãe a não assinar o recebimento da lista de gêneros alimentícios que Zanger fornecia à família dela.
Comprovantes do Bank Austria mostram que dois depósitos, nos meses de janeiro e fevereiro, no valor de 500 euros cada, feitos por Ernestine Zanger eram creditados na conta do marido de Geovana, o guarda municipal Sizenando Viana, de 47 anos. Ele não foi indiciado pela polícia no inquérito que apurou a morte de Sophie.
"Em minha opinião, não existem apenas duas culpadas pelo crime. Eu não entendo porque não fizeram nada contra ele ainda. Este homem foi ao hospital e na frente do cônsul da Áustria falou que era o pai da menina e queria enterrar o mais rápido possível. Hoje, sei que ele queria que ninguém visse os hematomas dela", criticou Zanger. Procurado, o guarda municipal não quis falar.

Embarque
Sascha Zanger deve voltar para Áustria esta semana com o filho. Ele aguarda apenas o parecer da 27ª Vara Federal para obter a guarda do menino. Um representante do Conselho Tutelar austríaco acompanhará a viagem.
R. passará por uma avaliação psicológica na Áustria. "Meu filho está bem, mas sei que precisará de ajuda psicológica por um bom tempo. R. diz que a irmã morreu para ele ser feliz'", revelou Zanger.
A mãe das crianças foi internada em um hospital psiquiátrico. O austríaco deve se encontrar em breve com o americano David Goldman, que tenta na Justiça brasileira a guarda do filho Sean trazido pela mãe brasileira ao Rio em dezembro de 2004.

Pedro Dantas


O Estado de S. Paulo
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Uma aluna de 16 anos da Escola Estadual Engenheiro Padre Lopes, que fica no bairro Alto Vera Cruz, região leste de Belo Horizonte, foi apreendida após agressão com um soco a uma professora dentro da sala de aula, na manhã desta segunda-feira.
Segundo o sargento Marcelo de Paula, do 22º Batalhão da Polícia Militar, a confusão aconteceu depois que a professora E. S. N., 41 anos, chamou a atenção da estudante dizendo que ela estava na sala errada. A adolescente teria reagido agredindo a docente.
“Ela pegou uma caneta e falou que iria perfurar a professora nas partes íntimas. Depois arremessou uma cadeira, mas a professora conseguiu se defender com a mão”, explicou o policial. “Só que em seguida a aluna deu um soco no olho esquerdo da professora.”
A vice-diretora, Cibele Ávila, contou que essa não é a primeira vez que a aluna se envolve em ocorrência de agressão na escola. “Nós vamos encaminhar o caso ao Conselho Tutelar. Não é a primeira vez que isso acontece, ela já vem apresentando essa postura agressiva”, afirmou. “Talvez uma mudança de escola possa fazer com que ela mude de atitude.”
A professora precisou ser socorrida e levada para o Hospital de Pronto-Socorro para receber atendimento. Em seguida, as duas foram encaminhadas ao Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Infrator de Belo Horizonte (CIA-BH), onde foram ouvidas por uma juíza de plantão.

Ney Rubens


Terra
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6.7.09

RIO - Nada pode ser mais constrangedor do que ver fotos de sua mãe de lingerie na internet, certo? Não para Michael, um estudante de Auckland, Nova Zelândia, que, irritado após uma discussão, colocou fotos de sua santa mãezinha em poses sexy num site de leilões virtuais.
A discórdia foi causada por uma ordem para limpar a garagem e vender o que não tivesse mais utilidade, de acordo com o New Zealand Herald. Contrariado, o rapaz seguiu as ordens, mas incluiu no lote as fotografias da senhora Jennifer de lingerie e cinta-liga. O material foi colocado no site TradeMe e anunciado como "5 naked photos of my mum".
- Eu fiz escondido, mas ela descobriu. No início, ficou chocada, mas depois resolveu entrar na brincadeira. Eu só queria um dinheiro extra, nós não somos ricos.
No dia seguinte o site de leilões retirou o material do ar, mas Michael publicou no domingo uma segunda série de fotografias, dessa vez com a aprovação materna. O lote original recebeu mais de 11 mil visitas antes de ser retirado do ar. O segundo, apesar de mais comportado, acabou também sendo vetado por trazer uma foto de Jennifer em trajes sumários.
A mãe diz que se irritou no início, mas depois considerou a atitude do filho "criativa". Ela critica o TradeMe por ter tirado do ar o segundo conjunto de fotos, tiradas por um amigo da família há cerca de oito anos.
- Eu exigi que Michael me mostrasse as fotos primeiro, aquele pequeno vagabundo. Elas são bastante artísticas. Eu queria metade do valor de cada venda, mas acima de tudo sinto falta dos comentários...
O portavoz do TradeMe, Jon Macdonald, disse ao New Zealand Herald que os dois leilões foram cancelados por conter fotografias "inapropriadas".
- Nós realmente não queremos ser o lugar onde as pessoas vendem fotos de suas mães de lingerie - diz ele.




O Globo DIGITAL
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Instituições de ensino não permitem que crianças que viajaram ao exterior voltem às aulas antes de 10 dias afastadas

Rio - Dois tradicionais colégios de Niterói adotaram medida polêmica em relação à gripe suína: alunos que viajarem ao exterior devem ficar em casa por 10 dias antes de retornarem às aulas, mesmo que não apresentem sintomas gripais. O Instituto Abel e o Colégio São Vicente de Paulo, ambos em Icaraí, enviaram circulares aos responsáveis dizendo ainda que, no período de ausência, o aluno terá ajuda pedagógica e poderá fazer as provas posteriormente.
Na carta, o Abel informou que, caso haja confirmação de gripe suína, as aulas serão suspensas por 10 dias para todos os alunos. “A nossa solicitação parte do principal argumento de que a falta deste cuidado básico colocaria em risco a saúde de todos nossos alunos, familiares e comunidade educativa”, diz a circular. No São Vicente de Paulo, a medida agradou a maioria dos responsáveis.

ALTERAÇÃO DE ROTINA
Com viagem à Disney programada para outubro, Paula Antunes, 31 anos, garante que, se a escola pedir, vai deixar a filha Mariana, 10, em casa. “Não estou preocupada em pegar gripe suína, mas apoio a decisão da escola e acho muito importante para preservar a saúde dos alunos”, disse. Já Ana Lúcia Dias, 39, mãe de Rafaela, 12, discorda: “Dez dias é um período muito longo para ficar sem aula. Além disso, muda muito a rotina com as crianças em casa”, opina. Coordenadora de eventos do São Vicente, Aparecida Menezes argumenta: “Isso evita que criança vinda de um país de risco com o vírus, mas ainda sem os sintomas, transmita a doença a outros alunos.”
Segundo Isabela Ballalai, diretora médica da Urgências Médico-Escolares, empresa que presta serviços a mais de 300 escolas e creches do Rio, pais estão cobrando medidas das instituições. “Nem as autoridades sanitárias podem, de fato, proibir que uma pessoa sem sintomas circule porque voltou de um lugar com maior risco da doença. O que se deve fazer é não viajar. Eu não recomendaria essas viagens, mas não se pode proibir”, diz.

Brasil tem 73 novos casos confirmados
O Ministério da Saúde divulgou ontem que o Brasil já contabiliza 885 casos confirmados de contaminação pelo vírus Influenza A (H1N1). São Paulo registra o maior número de infectados (399), seguido do Rio Grande do Sul (104), Rio de Janeiro (91), Minas Gerais (90) e Distrito Federal (31). Em um dia, foram confirmadas 73 novas ocorrências. As novas ocorrências estão localizadas em São Paulo (61), Pernambuco (4), Paraíba (2), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (2), Ceará (1) e Rio Grande do Norte (1).



O DIA ONLINE
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Um grupo de cerca de cem homossexuais espanhóis anunciou a criação da primeira comunidade religiosa para gays, lésbicas, bissexuais e transexuais – a Primeira Igreja Protestante Inclusiva.

O grupo se define como “uma organização evangélica que não pretende discriminar ninguém por opção sexual ou credo” e pretende formar pastores, oferecer cultos e casar homossexuais, inclusive ateus.
Os criadores da igreja afirmaram que já têm preparados os estatutos da nova instituição e pedirão, ainda esta semana, a inscrição na Direção Geral de Assuntos Religiosos do Ministério da Justiça da Espanha.
Este pedido pode iniciar uma disputa legal com a Federação Espanhola de Igrejas Evangélicas, organização que reúne as 2,3 mil organizações que professam esta religião no país.
“A princípio não damos crédito a essa notícia. Eles primeiro têm que demonstrar que realizam atividades religiosas e aí veremos se o Ministério de Justiça admite ou não o pedido”. “
“Se forem aceitos e usarem o nome Evangélico, protestaremos com medidas legais, porque seria um uso indevido”, disse à BBC Brasil o diretor da Federação Espanhola de Igrejas Evangélicas, Jorge Fernández.

Casamento gay
A Federação Evangélica anunciou em 2005 a sua oposição ao casamento entre homossexuais, aprovado neste ano na Constituição espanhola.
A Conferência Episcopal da Espanha também foi contra a aprovação do casamento entre homossexuais e critica a nova igreja gay.
“Para começar, não sei como dizem que formarão novos sacerdotes, porque os evangélicoss não possuem ordem sacerdotal, mas um pastor que dirige a oração”, disse à BBC Brasil o responsável pelo grupo de ecumenismo da Conferência Episcopal, Vicente Sastre.
“É certo que algumas comunidades anglicanas americanas ordenaram sacerdotes homossexuais, mas houve tanto conflito e polêmica que estes grupos estão a ponto da ruptura. Em todo caso, a igreja católica tem uma postura clara sobre este assunto baseada no Novo Testamento”.
Apesar das críticas, o Grupo Gay Evangélico da Espanha pretende insistir com a nova igreja.
“Seremos a mais democrática das igrejas. Não é um projeto mediático, mas necessário, porque 99% das igrejas evangélicas espanholas nos impedem de receber os sacramentos e muitas delas nem nos deixam entrar”, afirmou à BBC Brasil o porta-voz do grupo, Andrés de la Portilla.

Reuniões secretas

“Além disso, essa nova instituição ajudaria a acabar com muitas mentiras e hipocrisias, principalmente dentro de ambientes religiosos”, completou.
Segundo o porta-voz, o Grupo Gay Evangélico existe há 20 anos, mas ainda há muitas ameaças e represálias “tanto de setores eclesiásticos como laicos”.
Por isso as reuniões sempre são secretas, e o endereço definitivo da nova igreja só será anunciado quando as medidas legais e de segurança estiverem garantidas.
O que está confirmado é que a igreja ficará sediada na cidade valenciana de Sagunto, no litoral mediterrâneo, por sua localização estratégica, próxima a lugares frequentados abertamente por gays como Ibiza e Barcelona.


BBC Brasil
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5.7.09
Viúvos que vivem sozinhos fariam parte do grupo de maior risco
Um estudo sueco sugere que pessoas que possuem uma variante genética específica e vivem sozinhas na meia-idade estão no grupo de maior risco de sofrer de demência.Dois mil homens e mulheres no leste da Finlândia participaram da pesquisa do instituto Karolinska, em que os estudiosos analisaram o estado conjugal dos participantes e verificaram a presença ou não da variante quatro do gene apolipoproteína E (apoE).A presença dessa variante é considerada o fator genético de risco mais comum para o desenvolvimento de doenças como o mal de Alzheimer.A primeira observação dos pesquisadores suecos foi feita quando os voluntários tinham cerca de 50 anos e a segunda, 21 anos depois.A conclusão foi que pessoas que vivem sozinhas na meia-idade correm duas vezes mais risco de desenvolver a demência do que aquelas que moravam com seus parceiros. Já para as viúvas e viúvos, esse risco mostrou ser três vezes maior.Os pesquisadores concluíram que a chance de desenvolver demência é maior principalmente em pessoas com a variante 4 da apoE que se separaram ou ficaram viúvas antes dos 50 anos de idade e viviam sozinhos.
“Desafios cognitivos”
O estudo foi divulgado em um artigo na versão online da publicação científica British Medical Journal.Krister Hakannson, que liderou o grupo de pesquisadores, afirmou que os resultados do estudo são importantes para prevenir a demência e a debilidade cognitiva.“Viver em um relacionamento com um parceiro pode implicar em desafios cognitivos e sociais que têm um efeito de proteção contra a debilidade cognitiva na velhice”, disse ele.Segundo Hakannson, a “intervenção de apoio” às pessoas que perdem os parceiros pode ajudar na prevenção da doença.
Viuvez
Em um editorial também publicado no British Medical Journal, a pesquisadora Catherine Helmer, da Universidade Victor Seglen, em Bordeaux, na França, afirma que a hipótese dos efeitos negativos da viuvez ainda não foi provada.Ela acredita que mais estudos precisam ser feitos para provar a vulnerabilidade genética como um elo entre a viuvez e a demência.Além disso, a pesquisadora afirma ainda que a relação entre demência e a presença da variante 4 do apoE precisa ser tratada com “cautela”, já que a pesquisa é um estudo epidemiológico que observou a incidência da doença em apenas um tipo de pessoas e precisa ser confirmada com outras pesquisas.Em 2005, cerca de 25 milhões de pessoas sofriam de demência ao redor do mundo. Esse número deve subir para 81 milhões até 2040.

Fonte: BBCBrasil
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Governo espanhol dá apoio a iniciativas para acabar com homofobia.
Festa, considerada um grande sucesso, parou o centro da cidade.
Mais de 1 milhão de pessoas participaram da Parada do Orgulho Gay de Madri, em um dia de festa em que os participantes apontaram a educação como elemento básico para acabar com a homofobia no país.


Os participantes, chegados de todas as partes da Espanha, lotaram as principais ruas da capital e superaram as previsões dos organizadores. O desfile foi aberto com um imenso cartaz com o lema "Escola sem armários", seguido por 30 carros enfeitados com as cores do arco-íris. Entre os que seguravam o cartaz estavam a ministra da Igualdade espanhola, Bibiana Aído, dirigentes políticos e sindicais e representantes da sociedade civil.
"Temos muitos motivos para ter orgulho. Somos um país aberto que fez uma aposta clara na ampliação dos direitos", disse Aído, que explicou que todos os gays, lésbicas, transexuais, e bissexuais "têm o governo a seu lado". A ministra lamentou, no entanto, que 50% dos adolescentes homossexuais sofram violência na escola e nos centros educativos. "Todos temos de ajudar para que a escola seja um espaço seguro para a diversidade, porque o que se aprende desde pequenos fica para sempre", comentou.
Vestidos com plumas, lantejoulas, saltos e roupas de couro, grupos de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais desfilaram em uma maré humana que obrigou as autoridades a bloquear o tráfego no centro de Madri. Os organizadores declararam 2009o Ano da Diversidade Afetivo/Sexual na Educação, ao longo do qual reivindicarão um sistema educacional em que a diversidade sexual "tenha o reconhecimento de que precisa".

Fonte: G1
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colaboradores: carmen e maria celia

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