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26.6.09
Vazamento de água do lavatório traseiro, reportado logo depois da decolagem do A330, no Rio de Janeiro, pode estar relacionado a um colapso na estrutura da aeronave

Uma pane no lavatório de um banheiro foi o primeiro problema revelado pelo A330 que fazia o voo 447 (Rio-Paris) da Air France e caiu no Oceano Atlântico com 228 a bordo. O aviso da pane consta entre as primeiras mensagens emitidas pela aeronave via Acars (sistema de mensagens via satélite) ao centro de monitoramente da Air France, em Paris. A mensagem de código "ATA 38 FLR" ocorreu às 19h45 do dia 31 de maio, poucos minutos após a decolagem do avião. Foi o primeiro alerta de erro do A330. Segundo peritos consultados pelo jornal francês Le Du Dimanche (Le JDD, ou Jornal de Domingo, em uma tradução literal), não é possível saber o significado preciso da mensagem, apenas que o alerta ATA 38 está ligado a um possível vazamento do sistema de esgoto do Airbus. Uma das hipóteses levantadas pelo jornal francês aponta que o vazamento no sistema de esgoto do banheiro traseiro da aeronave pode ter agravado a destruição do avião em pleno ar. O alerta de erro teria passado despercebido pelos pilotos, o que gerou um prolongado fluxo de água para uma membrana formada por gel e metal posicionada na traseira da fuselagem do Airbus. Segundo as fontes do Le JDD, o congelamento desse componente pode ter ocorrido quando a aeronave atravessava a região da tempestade, onde a temperatura era -50º Celsius. "Isso poderia ter gerado uma súbita quebra da estrutura da aeronave em pleno voo”, afirmou o Le JDD.
O vazamento nos banheiros não exclui a possível participação, na tragédia, de falhas nas sondas de Pitot do Airbus A330. O vazamento no banheiro pode ter simplesmente agravado os problemas gerados pelas sondas.
A falta de informações sobre altitude e velocidade, gerada pela falha nas sondas de Pitot, pode ter contribuído para o avião atingir uma posição de voo incompatível com a sua resistência.
Segundo o jornal francês, esse erro, somado ao congelamento da água na parte traseira do Airbus, pode ter desencadeado um desmantelamento do avião em pleno voo.
Outro indício que reforça essa suspeita são os corpos resgatados pelas autoridades brasileiras. Segundo os legistas, as vítimas teriam fraturas nos membros e nenhum sinal de queimadura, fatores que podem indicar uma queda em alta altitude.
Um comunicado emitido pela Agência Europeia de Aviação (Easa) no dia 15 de janeiro de 2009 também dá força à hipótese de pane nas sondas de Pitot do AF 447.
A instituição divulgou um aviso sobre as mensagens de erros e alertas ligadas ao Adiru (sistema que recebe as informações de velocidade e altitude do Pitot) de número ATA 34.
Segundo a Easa, essa falha pode gerar um erro no ângulo de posicionamento do nariz do avião, e contribuir para a dificuldade de controle da aeronave. A recomendação da agência é que, em situações semelhantes, os pilotos devem confiar em sua capacidade de "controle" do avião, e não nas informações emitidas pelo Adiru.
O alerta não faz menção a situações de pane em tempestades, como a enfrentada pela tripulação do AF 447. O jornal francês também divulgou um memorando interno da Air France onde estão registrados nove incidentes de gelo nas sondas de Pitot.
As panes teriam ocorrido entre maio de 2008 e março de 2009. A BEA e a Air France negam que a falha nas sondas de Pitot tenha uma relação direta com o acidente do AF 447.

Juliana Arini


Época
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23.6.09
CURITIBA - O carro do ex-deputado Fernando Ribas Carli Filho "decolou" pelo menos dez metros antes de se chocar com o carro dos jovens Gilmar Rafael Yared, e Carlos Murilo de Almeida no dia 7 de maio deste ano, em Curitiba. Os dois jovens morreram. Para "decolar", o veículo teria que estar a uma velocidade mínima de 120 quilômetros por hora na pista, que tem pouco menos de 6 graus de inclinação. A conclusão é dos peritos que fizeram, nesta segunda-feira, as medições no local, durante a reconstituição do acidente. O exame de dosagem alcoólica indicou nível quatro vezes acima do aceitável pela lei .
O voo do carro do ex-deputado foi confirmado pelo perito Marco Aurélio Pimpão, chefe da Divisão Técnica do Interior. O trabalho durou duas horas e meia e envolveu cerca de 50 policiais, entre militares, civis e técnicos. Mais de 100 curiosos também acompanharam a diligência, que se iniciou às 22 horas e terminou por volta da 0h30 desta terça. O ex-deputado não compareceu. A principal testemunha do caso, o enfermeiro Leandro Lopes, que viu o acidente, orientou o trabalho da polícia.
A velocidade final ainda não foi determinada e a polícia do Paraná informou que só se manifestará oficialmente após o laudo ser anexado ao inquérito
O estudo determinou ainda a trajetória dos carros e a visão que os envolvidos tinham no momento do acidente, segundo o delegado Armando Braga, que comanda as investigações. Braga deve requisitar uma simulação virtual de como foi o acidente, similar ao trabalho realizado por uma empresa contratada pela família Yared . Um perito técnico especialista em informática da cidade de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, acompanhou os trabalhos para fazer a simulação.
A mãe de Gilmar Rafael Yared, Cristiane Yared, viu o trabalho dos policiais com lágrimas nos olhos.
- Tenho a sensação de não ter acordado de um grande pesadelo, parece que estou dentro de um filme - disse.
Os familiares da outra vítima, Carlos Murilo de Almeida, não compareceram por ainda estarem bastante abalados, segundo o advogado Juarez Xavier Küster, que atende a família. Ele disse que aprova o trabalho feito pelo advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, que chamou os holofotes da mídia para o caso.
- Estamos trabalhando em conjunto na análise do inquérito. Não tem porque ter dois porta-vozes.
O engenheiro Walter Kauffmann Neto, que fez uma simulação virtual do acidente também esteve presente. Segundo cálculos do especialista contratado pela família Yared, o deputado atingiu velocidade de 191,52 quilômetros por hora. Membros da equipe da criminalística que pediram anonimato confirmaram que a velocidade deve ser próxima a essa. Kauffmann, que constantemente dialogava com peritos, disse que os estudos não apontaram "nenhuma divergência significante".
O trabalho de reconstituição é considerado um dos últimos passos do inquérito que investiga o caso. O delegado Braga adiantou que "tudo leva ao entendimento de que houve dolo eventual", ou seja, o ex-deputado assumiu uma conduta de risco por espontânea vontade. Se esse também for o entendimento da Justiça, Carli Filho deve ir a Juri Popular.
Após o acidente, a família das vítimas pediram à Assembléia Legislativa do Paraná o cassação do mandato de Carli Filho. Para não ser cassado, ele renunciou .



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

CURITIBA - O carro do ex-deputado Fernando Ribas Carli Filho "decolou" pelo menos dez metros antes de se chocar com o carro dos jovens Gilmar Rafael Yared, e Carlos Murilo de Almeida no dia 7 de maio deste ano, em Curitiba. Os dois jovens morreram. Para "decolar", o veículo teria que estar a uma velocidade mínima de 120 quilômetros por hora na pista, que tem pouco menos de 6 graus de inclinação. A conclusão é dos peritos que fizeram, nesta segunda-feira, as medições no local, durante a reconstituição do acidente. O exame de dosagem alcoólica indicou nível quatro vezes acima do aceitável pela lei .
O voo do carro do ex-deputado foi confirmado pelo perito Marco Aurélio Pimpão, chefe da Divisão Técnica do Interior. O trabalho durou duas horas e meia e envolveu cerca de 50 policiais, entre militares, civis e técnicos. Mais de 100 curiosos também acompanharam a diligência, que se iniciou às 22 horas e terminou por volta da 0h30 desta terça. O ex-deputado não compareceu. A principal testemunha do caso, o enfermeiro Leandro Lopes, que viu o acidente, orientou o trabalho da polícia.
A velocidade final ainda não foi determinada e a polícia do Paraná informou que só se manifestará oficialmente após o laudo ser anexado ao inquérito
O estudo determinou ainda a trajetória dos carros e a visão que os envolvidos tinham no momento do acidente, segundo o delegado Armando Braga, que comanda as investigações. Braga deve requisitar uma simulação virtual de como foi o acidente, similar ao trabalho realizado por uma empresa contratada pela família Yared . Um perito técnico especialista em informática da cidade de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, acompanhou os trabalhos para fazer a simulação.
A mãe de Gilmar Rafael Yared, Cristiane Yared, viu o trabalho dos policiais com lágrimas nos olhos.
- Tenho a sensação de não ter acordado de um grande pesadelo, parece que estou dentro de um filme - disse.
Os familiares da outra vítima, Carlos Murilo de Almeida, não compareceram por ainda estarem bastante abalados, segundo o advogado Juarez Xavier Küster, que atende a família. Ele disse que aprova o trabalho feito pelo advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, que chamou os holofotes da mídia para o caso.
- Estamos trabalhando em conjunto na análise do inquérito. Não tem porque ter dois porta-vozes.
O engenheiro Walter Kauffmann Neto, que fez uma simulação virtual do acidente também esteve presente. Segundo cálculos do especialista contratado pela família Yared, o deputado atingiu velocidade de 191,52 quilômetros por hora. Membros da equipe da criminalística que pediram anonimato confirmaram que a velocidade deve ser próxima a essa. Kauffmann, que constantemente dialogava com peritos, disse que os estudos não apontaram "nenhuma divergência significante".
O trabalho de reconstituição é considerado um dos últimos passos do inquérito que investiga o caso. O delegado Braga adiantou que "tudo leva ao entendimento de que houve dolo eventual", ou seja, o ex-deputado assumiu uma conduta de risco por espontânea vontade. Se esse também for o entendimento da Justiça, Carli Filho deve ir a Juri Popular.
Após o acidente, a família das vítimas pediram à Assembléia Legislativa do Paraná o cassação do mandato de Carli Filho. Para não ser cassado, ele renunciou .



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16.6.09
GOIÂNIA - A pequena Ana Clara, de apenas 9 meses, teve o pescoço cortado por uma linha de pipa com cerol - mistura de cola com cacos de vidro moídos - em Goiânia, na noite do último domingo. O bebê estava no colo da mãe, que estava na garupa de uma bicicleta guiada pelo pai. Segundo os médicos, a linha não atingiu a jugular da criança por um milímetro. Também em Goiânia, só que nesta segunda-feira, um motoqueiro de 34 anos morreu após ter o pescoço cortado por uma linha com cerol.
Ana Clara foi atendida no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), levou cinco pontos no pescoço e já teve alta. A menina passa bem.
O acidente aconteceu por volta das 18 horas de domingo. Eurisan Souza Pires, de 22 anos, Jéssica Ferreira dos Santos, de 17, e Ana Clara desciam de bicicleta a Rua 1.061, no Setor Pedro Ludovico. Apesar da inclinação acentuada da via, Eurisan não corria porque a bicicleta estava com problemas no freio.
- Eu percebi a linha e joguei para cima, minha mulher também tentou tirar, mas Ana Clara puxou para baixo - contou o pai.
Ao perceber que tinha atingido a família, o rapaz que soltava pipa no lote em frente ainda puxou a linha ferindo também a nuca da menina.
- O médico do Hugo disse que foi muita sorte - disse Jéssica.
Com a pele muito fina por causa da idade, a garota só não teve um corte mais profundo no pescoço porque o pai descia a rua devagar.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:22  comentar

GOIÂNIA - A pequena Ana Clara, de apenas 9 meses, teve o pescoço cortado por uma linha de pipa com cerol - mistura de cola com cacos de vidro moídos - em Goiânia, na noite do último domingo. O bebê estava no colo da mãe, que estava na garupa de uma bicicleta guiada pelo pai. Segundo os médicos, a linha não atingiu a jugular da criança por um milímetro. Também em Goiânia, só que nesta segunda-feira, um motoqueiro de 34 anos morreu após ter o pescoço cortado por uma linha com cerol.
Ana Clara foi atendida no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), levou cinco pontos no pescoço e já teve alta. A menina passa bem.
O acidente aconteceu por volta das 18 horas de domingo. Eurisan Souza Pires, de 22 anos, Jéssica Ferreira dos Santos, de 17, e Ana Clara desciam de bicicleta a Rua 1.061, no Setor Pedro Ludovico. Apesar da inclinação acentuada da via, Eurisan não corria porque a bicicleta estava com problemas no freio.
- Eu percebi a linha e joguei para cima, minha mulher também tentou tirar, mas Ana Clara puxou para baixo - contou o pai.
Ao perceber que tinha atingido a família, o rapaz que soltava pipa no lote em frente ainda puxou a linha ferindo também a nuca da menina.
- O médico do Hugo disse que foi muita sorte - disse Jéssica.
Com a pele muito fina por causa da idade, a garota só não teve um corte mais profundo no pescoço porque o pai descia a rua devagar.



O Globo On Line
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GOIÂNIA - A pequena Ana Clara, de apenas 9 meses, teve o pescoço cortado por uma linha de pipa com cerol - mistura de cola com cacos de vidro moídos - em Goiânia, na noite do último domingo. O bebê estava no colo da mãe, que estava na garupa de uma bicicleta guiada pelo pai. Segundo os médicos, a linha não atingiu a jugular da criança por um milímetro. Também em Goiânia, só que nesta segunda-feira, um motoqueiro de 34 anos morreu após ter o pescoço cortado por uma linha com cerol.
Ana Clara foi atendida no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), levou cinco pontos no pescoço e já teve alta. A menina passa bem.
O acidente aconteceu por volta das 18 horas de domingo. Eurisan Souza Pires, de 22 anos, Jéssica Ferreira dos Santos, de 17, e Ana Clara desciam de bicicleta a Rua 1.061, no Setor Pedro Ludovico. Apesar da inclinação acentuada da via, Eurisan não corria porque a bicicleta estava com problemas no freio.
- Eu percebi a linha e joguei para cima, minha mulher também tentou tirar, mas Ana Clara puxou para baixo - contou o pai.
Ao perceber que tinha atingido a família, o rapaz que soltava pipa no lote em frente ainda puxou a linha ferindo também a nuca da menina.
- O médico do Hugo disse que foi muita sorte - disse Jéssica.
Com a pele muito fina por causa da idade, a garota só não teve um corte mais profundo no pescoço porque o pai descia a rua devagar.



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Câmeras não registraram passagem de carro de Carli Filho

O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, entrou com um pedido, na segunda-feira, solicitando perícia nos radares da URBS. De acordo com as informações divulgadas pela pela própria URBS, as câmeras não registraram imagens do ex-deputado Fernando Carli Filho na noite do acidente em que morreram Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida.

De acordo com a reconstituição virtual realizada por peritos contratados pelo advogado, o automóvel de Carli Filho atingiu o carro dos dois rapazes a 191,52 km/h. Na mesma perícia, os técnicos alegam que houve adulteração em uma das câmeras de segurança do posto de gasolina próximo ao local do choque, em que foram suprimidas imagens do carro do ex-deputado. No entanto, outra câmera teria registrado a passagem do veículo.

O delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga, prefere não se manifestar antes de obter os relatórios da perícia oficial. O advogado Elias Mattar Assad afirma que vai solicitar as imagens dos radares à empresa responsável pelo monitoramento, a Consilux, para que os peritos contratados pelo seu escritório analisem as imagens.



Jornale
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Câmeras não registraram passagem de carro de Carli Filho

O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, entrou com um pedido, na segunda-feira, solicitando perícia nos radares da URBS. De acordo com as informações divulgadas pela pela própria URBS, as câmeras não registraram imagens do ex-deputado Fernando Carli Filho na noite do acidente em que morreram Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida.

De acordo com a reconstituição virtual realizada por peritos contratados pelo advogado, o automóvel de Carli Filho atingiu o carro dos dois rapazes a 191,52 km/h. Na mesma perícia, os técnicos alegam que houve adulteração em uma das câmeras de segurança do posto de gasolina próximo ao local do choque, em que foram suprimidas imagens do carro do ex-deputado. No entanto, outra câmera teria registrado a passagem do veículo.

O delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga, prefere não se manifestar antes de obter os relatórios da perícia oficial. O advogado Elias Mattar Assad afirma que vai solicitar as imagens dos radares à empresa responsável pelo monitoramento, a Consilux, para que os peritos contratados pelo seu escritório analisem as imagens.



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Câmeras não registraram passagem de carro de Carli Filho

O advogado da família Yared, Elias Mattar Assad, entrou com um pedido, na segunda-feira, solicitando perícia nos radares da URBS. De acordo com as informações divulgadas pela pela própria URBS, as câmeras não registraram imagens do ex-deputado Fernando Carli Filho na noite do acidente em que morreram Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida.

De acordo com a reconstituição virtual realizada por peritos contratados pelo advogado, o automóvel de Carli Filho atingiu o carro dos dois rapazes a 191,52 km/h. Na mesma perícia, os técnicos alegam que houve adulteração em uma das câmeras de segurança do posto de gasolina próximo ao local do choque, em que foram suprimidas imagens do carro do ex-deputado. No entanto, outra câmera teria registrado a passagem do veículo.

O delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga, prefere não se manifestar antes de obter os relatórios da perícia oficial. O advogado Elias Mattar Assad afirma que vai solicitar as imagens dos radares à empresa responsável pelo monitoramento, a Consilux, para que os peritos contratados pelo seu escritório analisem as imagens.



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15.6.09
TRAGÉDIA > PEÇAS E BAGAGENS IRÃO PERMANECER NO PORTO DE RECIFE

Recife – Centenas de destroços do Airbus da Air France que caiu no Oceano Atlântico quando ia do Rio de Janeiro para Paris, no dia 31 de maio, chegaram na manhã de ontem ao Porto de Recife a bordo da Fragata Constituição. Entre o material resgatado está o que especialistas em aviação afirmam ser parte do estabilizador da aeronave. A peça, com 14 metros de comprimento e 4,5 metros de largura, foi encontrada no último dia 3 de junho durante a operação de busca numa área a 69,5 quilômetros a noroeste do ponto onde foram emitidos os últimos sinais pela aeronave.
A região, a aproximadamente 800 quilômetros do arquipélago de Fernando de Noronha, vem sendo apontada pelo comando militar como o “provável” ponto da queda do avião.
Um representante do BEA (órgão francês que comanda as investigações), dois funcionários da Air France e o embaixador francês no Brasil, Pierre-Jean Vandoorne, acompanharam o desembarque do material. Assim como todas as peças recolhidas pela Marinha brasileira, as bagagens das vítimas do acidente – que foram acomodadas em nove grandes sacos de lona – foram depositadas em um galpão na área de estocagem do porto e estão agora sob a responsabilidade do BEA.
Inicialmente, as bagagens seriam entregues à Air France, mas depois de negociação envolvendo o governo francês e a companhia aérea, na semana passada, houve um acordo para que tudo fosse repassado ao BEA, para que possam auxiliar as investigações.
A Fragata Constituição atracou às 10 horas, com o auxílio de dois rebocadores. A retirada dos destroços do navio levou mais de 40 minutos e contou com auxílio de um guincho, uma carreta e mais de 40 homens, entre militares e portuários. Somente após três tentativas, o imenso pedaço metálico do estabilizador foi acomodado em uma carreta. Durante todo o desembarque, o representante do BEA, que não falou com a imprensa e não permitiu a divulgação de sua identidade, fotografou, mediu e fez anotações sobre a peça.
Entre as centenas de destroços, pelo menos outros 12 são considerados de tamanho “médio” pelos militares, variando entre dois e sete metros. Em entrevista coletiva, o comandante da embarcação, o capitão de fragata Marcos Borges Sertã, disse estar orgulhoso do trabalho e da dedicação da tripulação. “Quando fomos convocados para esta missão, estávamos em Salvador, a caminho do Rio de Janeiro, abastecendo o navio depois de uma operação que durou dois meses. Foram treze dias de muitas dificuldades, expectativas e apreensão. Todos se dedicaram ao máximo às buscas, primeiro por sobreviventes, depois dos corpos e destroços, que certamente auxiliarão nas investigações das causas deste terrível acidente”, afirmou. (AE)



Gazeta do Sul
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colaboradores: carmen e maria celia

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