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12.7.09

Universidade do Minho conclui:
Violência entre casais homossexuais é maior do que nos heterossexuais

Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.
“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.
Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.
O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países. A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.
A professora da UM diz que a violência entre casais do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género. As questões de género “são relativas”, já que estão “associadas a diferenças de poder e as diferenças de poder ocorrem independentemente do género”, advoga.
Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.

Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”. E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.
Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições. Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.
A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”. Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.
As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio. Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima. Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade. As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”
E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.
“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.
As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.

Por: Ana Cristina Pereira
Para: Publico PT
Foto: Olhares.com
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“Os alunos estão mais interessados em brincar, brigar e se divertir muito mais do que em aprender… O que será do futuro profissional dos alunos que foram aprovados sistematicamente; com diplomas, mas sem conhecimentos… O professor em sala de aula está impotente perante os alunos que se sentem reforçados pelos seus próprios pais nas suas delinqüências. A direção da escola, muitas vezes, se omite, o que reforça as delinquências pela impunidade, pelo ditado “Cliente tem sempre razão”…
São trechos ditos por um professor que me abordou em local público, identificando-se como um admirador do meu trabalho, preocupado com o futuro dos seus alunos adolescentes.
Longe de querer caçar um bode expiatório, pois somos todos responsáveis pelo que acontece nas salas de aula, buscar uma solução é extremamente necessário. Mas enquanto ela não é encontrada, temos que tomar algumas medidas paliativas.
Um dos pontos a ser controlado e que está mais ao alcance direto dos professores é o da violência entre os alunos em sala de aula.
Os adolescentes em geral passam da irritação para a raiva e em seguida para o ódio numa velocidade e numa facilidade muito grandes. Isso porque o cérebro ainda não atingiu o seu amadurecimento suficiente para controlar e trabalhar estas sensações e emoções.
Por isso mesmo, eles são mais impulsivos, irritáveis, instáveis e agressivos que os adultos. É muito hormônio, principalmente testosterona, para pouco cérebro, o que provoca destemperos emocionais por qualquer estímulo.
Além da parte hormonal, existe a paciência curta, a voz engrossando, a força física aumentando e pés (chutes) e mãos (socos) sendo transformados em armas.
A irritação e a raiva fazem parte da sensação natural das pessoas, mas agressão física e ódio já são violências que devem ser combatidas.
Brigas corporais não devem ser permitidas em lugar nenhum, muito menos numa sala de aula. Mas se houver, é preciso que o professor peça aos colegas para ajudarem a terminar situação e, depois, deve encaminhar os briguentos a um procedimento escolar que poderia ser previamente combinado.
Não se deve buscar somente as causas originais da briga. A briga já é uma transgressão da ordem de uma sala da aula. Os pais dos briguentos devem ser chamados para que tomem providências educativas.
Trabalho comunitário para os briguentos
Assinem todos o compromisso de que, se os briguentos voltarem a brigar, seja com quem for, terão que fazer um trabalho comunitário que lide com as violências sociais. Onde e com quem fazer tal trabalho deve ser cobrado pela escola, sob pena de exclusão do aluno briguento.
O trabalho comunitário é uma conseqüência do ato de brigar para que o briguento aprenda a lidar com estas situações sem partir para a violência, que é sempre destrutiva.
Na família, as palavras e ações dos pais deveriam ser suficientes para coibir uma violência entre seus filhos. Na escola, se as palavras do corpo docente não forem suficientes, é preciso que ações consequenciais sejam determinadas para que a violência seja coibida.
Um professor não deve aceitar em sala de aula uma provocação de alunos para uma briga. O professor é um educador. Quando ele é agredido em sala de aula, o aluno está agredindo a escola e a educação. É preciso que a escola pratique as ações consequenciais e não o professor durante a sua aula.



Içami Tiba é psiquiatra e educador.

Escreveu “Família de Alta Performance”, “Quem Ama, Educa!” e mais 25 livros.



Brasil Contra a Pedofilia
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Foram 86 vítimas de janeiro até junho deste ano, mais do que em todo o ano passado

Prefeitura alega que a distribuição na cidade de cartilhas contra abuso a crianças teve impacto no aumento de denúncias
O número de crianças vítimas de violência doméstica ou sexual em Araraquara que são atendidas pela prefeitura no último semestre já é maior do que em todo o ano passado, de acordo com a Secretaria da Assistência e Desenvolvimento Social do município.De janeiro a junho deste ano, deram entrada no programa 86 crianças, contra 75 novos casos atendidos nos 12 meses do ano passado. Hoje, 154 vítimas são atendidas permanentemente.
No primeiro semestre do ano passado, apenas 25 crianças foram procurar ajuda e passaram a ser atendidas no Creas (Centro de Referência Especializado da Assistência Social), mesmo local que recebe e trata as vítimas. Se considerado apenas este período, a alta no atendimento foi de 244%.
Os casos explodiram, principalmente, em maio e junho, quando foram atendidos 28 e 21 casos, respectivamente. A justificativa, segundo o secretário da pasta José Carlos Porsani, foi a distribuição desde março de cartilhas para a identificação da violência. “Nós fomos a primeira cidade a lançar [a cartilha]. A ideia é treinar a população e funcionários públicos a identificar este tipo de violência. Quando o projeto for concluído, distribuiremos em postos de saúde, delegacias e escolas, locais mais procurados pelas vítimas”, disse Porsani.
O material foi produzido pela equipe do Creas. Segundo a prefeitura, amostras da cartilha foram entregues pessoalmente ao governador José Serra (PSDB) e aos secretários de Estado da Saúde e da Assistência Social na semana passada para estudo da possibilidade de divulgação no Estado.
Há ainda a intenção da utilização em nível nacional, segundo o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pedofilia, para quem foi entregue um modelo.
No início deste mês, a prefeitura substituiu a sede do Creas que presta o atendimento para uma unidade mais ampla. Segundo Porsani, o “novo espaço é bem maior, mas custa exatamente o mesmo que o antigo.”
A estrutura do Creas contempla salas de atendimento individual, espaço para atividade lúdica e uma sala de reuniões, especialmente criada para receber as famílias no primeiro contato com o serviço.



Folha de S.Paulo
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RECIFE - Foi presa na noite deste sábado, a mulher do do boxeador canadense, Arturo Gatti, 37 anos, encontrado morto num flat em Porto de Galinhas , litoral sul de Pernambuco. A baiana Amanda Rodrigues, 23 anos, teve a prisão preventiva decretada depois que o delegado Josedith Ferreira percebeu inconsistências no depoimento dela. Amanda contou à polícia que o casal estava num bar e teria discutido, supostamente por ciúmes. Gatti a teria empurrado, machucando-a no cotovelo e no queixo. A esposa informou ainda que o marido estaria embriagado. Para a polícia, ela é a principal suspeita da morte do esportista.
Amanda teria sido a primeira pessoa a encontrar o corpo do boxeador na sala do apartamento onde o casal passaria um mês de férias. O boxeador estava apenas de cueca e apresentava marcas de agressão no pescoço e na parte de trás da cabeça.
Segundo o delegado Josedith Ferreira, o depoimento da baiana apresentou inconsistências.
- Ela disse que ele estava embriagado. Se ele estivesse são, ela não teria condições de matá-lo, mas com ele embriagado, talvez sim - disse o delegado.
Amanda contou à polícia que acordou às 6h, no sábado, chamou pelo marido, mas achou que ele estava dormindo. Então resolveu cuidar do filho de pouco mais de um ano. Mas ela disse que, somente por volta das 9h, teria tocado no corpo de Gatti e percebido que ele estava morto.
De acordo com Cristina Esperidião, corretora que alugou o imóvel para o lutador, o contrato foi feito por 30 dias e o pagamento, antecipado na entrada da família, que estava no imóvel desde a última sexta. Segundo a corretora, o casal aparentava estar feliz e chegou a comentar que passaria na praia uma nova lua de mel. O casal vivia nos Estados Unidos. No corpo do lutador de boxe, duas marcas chamaram a atenção da polícia: uma no pescoço da vítima e outra, na parte de trás da cabeça. Os peritos recolheram uma correia de bolsa manchada de sangue, que pode ter sido usada para enforcar Arturo Gatti. O Instituto de Criminalística vai verificar se há marcas de impressões digitais que possam ajudar nas investigações.
Os peritos suspeitam que o ferimento na cabeça foi feito por um instrumento perfurocortante.
De acordo com a gerência do hotel Dorisol, o incidente não aconteceu nas dependências do hotel, mas em um flat do condomínio Ancorar. A gerência informou que, apesar de os apartamentos do flat e os quartos do hotel ficarem na mesma área, a empresa não tem responsabilidade sobre as dependências do condomínio.
Nascido na Itália, mas naturalizado canadense, Arturo "Thunder" Gatti foi campeão mundial dos super pena em 1995, segundo a Federação Internacional de Boxe, e dos super leve em 2004, segundo o Conselho Internacional de Boxe. No ano passado, ele esteve na Bahia para celebrar seu 36º aniversário, que foi comemorado na casa do lutador Acelino Popó Freitas, de quem é amigo.
O Globo On Line
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11.7.09

Ele é um profissional bem sucedido, reconhecido no seu meio. E se orgulha da família que construiu. Mas o passado traz lembranças muito pesadas. Esse homem prefere não se identificar, mas conta que desde criança percebeu que havia algo errado com sua família de origem.
Quando tinha nove anos, ao fugir correndo da mãe agressiva, derrubou um balde no corredor de casa. Quando voltou, na frente do pai e dos irmãos, a mãe chamou a empregada grávida e fez uma acusação ao filho.
"Ela, olhando cruelmente e friamente pra mim, falou: 'diz como ele chutou a sua barriga'. Essa empregada estava de nove meses. Enfim, eu não acreditei. Até hoje quando eu falo, vou ficando rouco e vai sumindo minha voz, você não tem o que falar. É como um louco sem loucura, você não percebe que ele é louco."
Ele lembra que a história começou muito tempo antes, com a avó. O hábito de fazer chantagens e ameaças para conseguir dinheiro foram passando de mãe pra filha.
Ele conta que sua avó, sua mãe e dois de seus irmãos têm comportamento doentio, e os exemplos de atitudes agressivas são incontáveis. Ele conta que o irmão mais próximo de sua mãe apresenta traços de psicopatia desde pequeno.
"O irmão que é psicopata, desde de os cinco anos mata bichinho, transfixa coelhinho pela boca e pelo ânus com taquara, desde cinco anos de idade. Nem andava de bicicleta ainda e fechava o corredor, soltava os pintinhos e ia com o triciclo esmagando, pra frente e pra trás. É esse irmão que está com ela até hoje."
O que antes era conhecido apenas como defeito de caráter, hoje é analisado como defeito cerebral.
O especialista em neurofisiologia do comportamento, Renato Sabbatini, explica que existe uma parte do cérebro que é responsável pelos processos de socialização.
As conexões entre alguns neurônios fazem com que tenhamos empatia com o outro ou, falando de forma mais direta, que a gente se importe com o outro.
Quem tem um transtorno de personalidade anti social não faz esse processamento cerebral normalmente.
"Imagina uma pessoa que tem um defeito de conexão no cérebro. Ela não consegue sentir emoções relacionadas ao arrependimento, relacionadas à punição por ter feito coisas erradas. Essa pessoa não se emociona com cenas de sangue, de pessoas sofrendo, ela não tem os chamados neurônios espelho, em que você sofre por procuração, por assim dizer, se você vê uma pessoa sofrendo, você também sofre."
Renato Sabbatini confirma a experiência do personagem que ouvimos no início dessa reportagem.
Os sociopatas começam a dar sinais desde a infância. Começam sendo crianças hiperativas, mais agitadas e agressivas que o normal. A violência pode aparecer primeiro com animais ou com os colegas da escola.
"O sociopata que tem tendências violentas, que vai cometer crime, quando adolescente jovem ou criança pré-adolescente, comete pequenas agressões contra animais. Gosta de arrancar asa de mosca, tacar fogo nas coisas, torturar gatos e se diverte com isso. Ou então é daquele tipo que faz o bullying, que atormenta os coleguinhas, bate neles e dá risada com isso, se diverte com isso."
A doutora em psiquiatria fosenre Hilda Morana é a maior especialista brasileira em psicopatia. Ela explica que o transtorno de personalidade é um defeito cerebral que tem um forte
componente genético.
É muito comum que as famílias consigam identificar várias pessoas que agem de forma semelhante. Só que a ciência não sabe ainda o que faz a psicopatia se manifestar ou não.
Para Hilda Morana, os psicopatas não são construídos por um ambiente violento, ainda que experiências agressivas na infância e adolescência possam fazer com que a psicopatia aflore de forma mais rápida.
"Se ela tiver tendência genética pra tal, vivendo naquele ambiente, oba, é tudo que precisa pra um psicopata se formar. Se ela não tiver a tendência, o ambiente pode ser o pior possível, ela não vai manifestar essa psicopatia."
Hilda Morana aponta que a característica principal de quem carrega um transtorno de personalidade é ter os seus interesses em primeiro lugar o tempo todo.
Como são muito individualistas, essas pessoas precisam se sentir estimuladas todo o tempo, e não se importam com as pessoas que estão ao redor.
"Então, ele só tem a individualidade e tem que ser satisfeita a todo minuto; eles são muito exagerados. Eles comem demais, sexo demais, droga, e é só festa, não tem responsabilidade, não trabalham e quando vão trabalhar é só pra sacanear os outros, só pra conseguir grana, poder, posição, é só ele, ele, ele. O outro só serve pra uso dele. E você pode bater, espancar, trancar, dar beijinho, pedir, ser legal, que não vai mudar, ele não tem cérebro pra responder. É como eu pedir pra alguém sem perna correr, não pode."
E o que diferencia um transtorno leve de um psicopata assassino é a consideração que se tem pelo outro.
"O que diferencia é o grau de consideração que a pessoa tem pelo outro. Uma pessoa que tem um defeitinho, um transtorno leve da personalidade, ele pode simplesmente ser meio enganador, meio individualista, mentir de vez em quando, sacanear um pouco, tomar umas vantagens pra ele, mas ele não vai fazer nenhuma crueldade maior com você. E isso dentro de todo um espectro, até chegar no psicopata, perverso, cruel, violento, onde ele mata os outros ou destrói a vida dos outros pra satisfazer uma necessidade própria dele."
O homem que ouvimos no início dessa reportagem é médico, mas somente há dois anos percebeu que as maldades que viu em sua família são classificadas como psicopatia.
Ele ainda receia se expor, mas está escrevendo um livro junto com a psiquiatra Hilda Morana e pretende abrir uma ong para apoiar familiares de psicopatas.
Nesse momento, ele está juntando provas do que a mãe e os irmãos já fizeram para se resguardar juridicamente ao expor os fatos.
Afastado da família há 40 anos, ele explica que resolveu falar porque se sente no dever de jogar luz sobre fatos tão difíceis.
"Isso se perpetua. A minha mãe não conviveu com a minha avó, e o comportamento dela é igualzinho. E eles não vêem nada do que fazem como um problema. Dormem bem, comem bem, se justificam com a maior frieza. Não, para eles quem os combatem é que não presta."
Para as pessoas que tem um familiar que costuma mentir com frequencia, que busca vantagens financeiras prejudicando outras pessoas sem qualquer remorso, pessoas que normalmente são descritas como "mau caráter", Hilda Morana aconselha que se procure um médico especialista em transtorno de personalidade.
Segundo ela, o defeito cerebral não tem cura, mas pode ser atenuado com o tratamento correto. E o que vamos conhecer nas reportagens desta série.

Escute a reportagem na Rádio Câmara Rádio Câmara

Colaboração: Maria Célia Ruiz
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Marcelo Lemos Dornelles, representante do Ministério Público, disse considerar relevante a classificação como hediondos da prática de trabalho análogo ao de escravo e de crimes contra a administração pública. No entanto, ele alertou para a necessidade de que também sejam alteradas as penas dos crimes que passarem a ser classificados como hediondos, para evitar contradições na legislação.
Em posição contrária, Rafael Alves, representante da Associação dos Defensores Públicos do DF, disse que o aumento de pena previsto para crimes hediondos não garante a redução da criminalidade, principalmente devido às condições precárias do sistema carcerário do país. Conforme informou, a Lei de Crimes Hediondos não contribuiu para a redução de crimes, lembrando inclusive que as redes de organizações criminosas comandadas de dentro de presídios surgiram depois de a lei ter entrado em vigor.
- Somos contra toda proposta que aumente o tempo de permanência do condenado na prisão - frisou Rafael Alves.
Para o representante da Associação dos Magistrados Brasileiros, Cláudio Luiz Braga DellOrto, o país deveria ampliar medidas de apoio às pessoas que já cumpriram pena e voltaram à sociedade, e àqueles que cumprem pena em regime aberto, como forma de reduzir a reincidência de criminalidade.
Falando em nome da Associação Nacional dos Procuradores da República, Eugênio Aragão também manifestou preocupação com o alargamento da lista de crimes hediondos, defendendo, no entanto, a classificação de hediondo para crime de exploração de trabalho em situação análoga à de escravo.
Os especialistas participaram de debate realizado na manhã desta quinta-feira na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), concluído há pouco pelo presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres.

Fonte: Agência Senado
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A história de amor entre Vladimir F. e Camilla, de Volgogrado, acabou de forma trágica. Vladimir matou a amada com vários tiros após descobrir que Camilla nascera homem. Os dois viviam juntos havia dois anos!!! O russo de 33 anos já havia ficado arrasado depois de Camilla, de 30, ter dito "não" para o seu pedido de casamento, contou o jornal "Tvoi Den". Vladimir desconfiava de que ela tivesse um amante. Pouco depois veio a descoberta: em cartas, os amigos de Camilla o chamavam de Kirill. O mundo de Vladimir caiu!Revoltado com a descoberta, Vladimir abriu fogo contra as partes do corpo de Camilla alteradas na cirurgia de mudança de sexo, dois anos antes de o casal se conhecer, em São Petersburgo...
Vladimir deixou o corpo de Camilla na linha do trem e tentou o suicídio. Não conseguiu e acabou preso.



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BARRA-PESADA
A fachada do colégio Domingos João Batista Spinelli, em Ribeirão Preto, onde meninas de 7ª série formaram um grupo para ameaçar e agredir colegas estudiosas

A agressão numa escola do interior de São Paulo revela a crescente participação de meninas em gangues violentas

No prédio do Ministério Público Estadual de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, 13 meninas com idade entre 11 e 15 anos esperam sentadas, ao lado dos pais, uma audiência com o promotor de justiça. Com semblante assustado e cabisbaixas, algumas roem as unhas. Outras, com fones no ouvido, ouvem música como se estivessem no sofá de casa. Todas são suspeitas de integrar o “Bonde do Capeta”, um grupo de alunas da 7ª série da Escola Estadual Domingos João Batista Spinelli, na periferia da cidade, que se juntou para ameaçar e estapear colegas mais bonitas e com notas melhores.
A agressão começou a tomar forma em março deste ano, quando os alunos marcaram um dia para ir à escola com suas melhores roupas. As “patricinhas” assistiram às aulas empetecadas e orgulhosas. No mesmo dia, outra turma de meninas combinou de aparecer de pijama. Impedidas de entrar no colégio, se revoltaram. E passaram a ameaçar as colegas bem-vestidas com mensagens agressivas no site de relacionamento Orkut. O enredo virou violência em junho. No intervalo entre as aulas, as encapetadas reuniram o “bonde” para bater em G., de 12 anos, cabelos loiros, média escolar 9. Perseguida no corredor da escola, foi agarrada, chutada e socada pelas colegas. Ganhou hematomas pelo corpo e perdeu uma mecha de cabelos, arrancado e colado pelas agressoras no portão da escola como prova de força e ameaça para outras meninas. “Não queria mais ir às aulas, mas meus pais procuraram a polícia, a direção transferiu parte das meninas e me mudou para o período da manhã”, diz G. Pais de outras oito alunas registraram boletim de ocorrência, temerosos das ameaças virtuais do grupo. A polícia tirou a página do “Bonde do Capeta” do ar e o Ministério Público agiu. “As meninas vão ser ouvidas, e por esse comportamento violento podem até ser acusadas de formação de quadrilha”, afirmou o promotor de justiça Naul Luiz Felca, que apura a história.
A participação social da mulher aumentou em todos oscampos, inclusive dentro das gangues”, diz uma socióloga
Mais que um caso pontual de violência escolar, a agressão em Ribeirão Preto aponta para um fenômeno mais amplo: garotas briguentas que tomam a iniciativa de formar ou liderar gangues. “É como se elas tivessem ficado mais corajosas, e essa valentia fosse reconhecida como um valor”, diz a socióloga Miriam Abramovay, coordenadora da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (um organismo internacional que municia os governos com estudos) e responsável por uma pesquisa de dois anos sobre gangues femininas no Distrito Federal. Casos similares aos de Ribeirão Preto são mais comuns do que parece. No fim do ano passado, a briga de duas alunas na Escola Estadual Amadeu Amaral, na Zona Leste de São Paulo, desencadeou uma minirrebelião. Entre arremessos de carteiras e arrombamentos de porta, o prejuízo de R$ 180 mil aos cofres públicos só foi estancado pela intervenção da Polícia Militar. Meses depois, uma emissora de TV de Belém, no Pará, flagrou alunas de um colégio se estapeando no centro de uma roda de meninos que formavam uma espécie de ringue humano. “As meninas querem reconhecimento da sociedade e acreditam que vão se firmar pela postura de garotas más”, diz Miriam. “Ser a mulherzinha ou a namorada do valentão não serve.”
Em muitos lugares, a belicosidade das garotas ultrapassa os muros da escola. “A presença feminina em gangues aumentou substancialmente, e o papel delas está mais importante”, diz Glória Diógenes, socióloga e secretária de Direitos Humanos de Fortaleza. “Antes, as meninas entravam nas gangues para servir de isca, atrair garotos para a briga com os rapazes. Agora entram para rivalizar com eles, dispostas a um enfrentamento contra outros grupos.”
No Distrito Federal, onde mais de 30 gangues disputam espaço há alguns anos em cidades-satélites como Ceilândia e Taguatinga, elas formam facções femininas que repetem a rivalidade e a agressividade dos rapazes. São garotas de 13 a 20 anos que picham, destroem orelhões, depredam pontos de ônibus e arranjam brigas públicas com as rivais. Muitas vezes furtam ou roubam para conseguir dinheiro e comprar sprays, bebidas e drogas. Com a mesma postura provocativa dos rapazes das gangues, posam para fotos com armas em punho, em imagens depois exibidas no Orkut. “As mulheres passaram a participar de forma ativa nas gangues, a ter mais presença”, diz a socióloga Miriam. “É uma reprodução do que aconteceu na sociedade: a participação social da mulher aumentou em todos os campos, inclusive dentro das gangues.” A afirmação é corroborada pelo promotor de justiça da Infância e da Juventude de São Paulo, Thales Cezar de Oliveira, responsável por parte dos casos que envolvem menores infratores na maior cidade do país. “Faltam pesquisas, mas na minha percepção houve um aumento sensível de meninas que praticam infrações em geral. Antes eu atendia em meu escritório uma ou duas meninas por mês, hoje atendo de cinco a seis por semana”, afirma Oliveira.
O fenômeno é mundial. Nos Estados Unidos, em cidades famosas por suas gangues de rapazes, como Nova York, Boston, Detroit e Los Angeles, o envolvimento de meninas e jovens mulheres também cresce. “Os dados estatísticos são escassos, mas é visível que as jovens se tornaram autônomas dentro das gangues: gostam de expor sua agressividade e se orgulham de passar pelos violentos rituais de iniciação para provar resistência e lealdade”, afirma o sociólogo Carl S. Taylor, autor de livros como Girls, gangs, women and drugs (Garotas, gangues, mulheres e drogas) e Dangerous society (Sociedade perigosa). Em países da América Central e da Europa, principalmente Inglaterra e Alemanha, meninas também participam de gangues e frequentemente as lideram.
Apesar das semelhanças entre os grupos que agem nas escolas e aqueles atuantes fora delas, os especialistas preferem ressaltar suas diferenças – com base no que se sabe sobre as gangues masculinas. Em geral, as gangues formadas fora da escola são longevas e constituídas por jovens com idade média entre 13 e 18 anos, em busca de diversão e lazer. Os passatempos variam de ir a bailes e pichar muros a atacar gangues rivais. Essas gangues podem ter de 200 a 500 integrantes, que as consideram uma segunda família. As “minigangues” escolares não ultrapassam os 30 integrantes, com idade de 11 a 15 anos e atuação muito mais pontual. “No colégio não se está numa gangue de verdade, é uma ‘ganguinha’”, diz Miriam. “São estudantes que se unem por alguma questão de intolerância ou rebeldia, mas com apenas alguns elementos de gangues, porque os estudantes têm atração por essa ideia.” O promotor Oliveira, de São Paulo, não tem simpatia por essa tipologia rígida apresentada pela socióloga. “Esse envolvimento na escola pode ser uma porta de entrada para coisas piores. Às vezes damos sorte de detectar esse comportamento cedo. E aí não se pode passar a mão na cabeça”, afirma. Ele defende a aplicação de penas aliada a acompanhamento psicológico e social dos menores.
Formar turmas e se agregar é um processo natural de afirmação dos adolescentes. Yvette Piha Lehman, psicóloga social e professora da Universidade de São Paulo, afirma que se juntar a um grupo, qualquer que seja, é a forma encontrada pelos jovens para crescer e começar a deixar a família de lado. A diferença, diz ela, está na postura do grupo. “Gangues e microgangues são formadas pelo pessoal que não quer apenas agregar, e sim confrontar. É uma forma de catalisar a raiva e o inconformismo”, diz Yvette.
Para especialistas, a melhor forma de evitar que os jovens, mulheres ou homens, se envolvam com gangues é dar visibilidade social a eles. “O jeito é canalizar a energia e a vontade de identificação com um grupo para outros lugares”, diz a socióloga Glória Diógenes. Ela participa do Projeto Enxame, que permitiu a jovens de um bairro da periferia de Fortaleza trocar a pichação e as brigas pela cultura hip-hop. “A arte é um desses lugares que garantem visibilidade e servem de comunicação com a sociedade”, diz Glória.

Rodrigo Turrer
Ribeirão Preto


Época
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10.7.09

Nem os bebês de até 1 ano escapam da brutalidade. Só em 2002, foram assassinados 90 bebês no Brasil

Em seis anos, o Ministério da Saúde registrou 5.049 homicídios de meninos e meninas com idades até 14 anos. Os números foram levantados pelo Jornal ´O Globo´ na base de dados do SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade) e correspondem aos seis últimos anos divulgados entre 2000 e 2005.
A pequena Isabella de Oliveira Nardoni, morta aos 5 anos, está na faixa mais atingida pelo crime: a de crianças entre 5 e 14 anos. Em 2005, por exemplo, 662 vítimas nessa faixa de idade foram mortas por agressão. Mas bebês de até 1 ano não escapam da brutalidade. Só em 2002, foram assassinados 90 bebês.
Jogada pela janela do apartamento do pai, Alexandre Nardoni, Isabella comoveu o país. Sua morte ainda é um mistério. Nardoni e sua mulher, Anna Carolina Jatobá, estão presos sob suspeita do crime.
Em 2007, João Hélio Fernandes Vieites, também com 6 anos, morreu arrastado pelos ladrões do carro de sua mãe.
Eles levaram o veículo, e o menino estava preso ao cinto de segurança. A agonia do garoto não os deteve. Também não deteve a mãe adotiva Silvia Calabresi o olhar de pavor da menina L., de 12 anos, amordaçada enquanto era torturada por ela em Goiânia.
Especialistas afirmam que, diante desses crimes, os adultos temem até não terem sido amados quando pequenos e perdem a crença na Humanidade. Se nem a criança é sagrada, o que será? "Ver uma criança assassinada é a experiência mais terrível que existe, porque fala do respeito que os adultos devem às crianças. A criança é sagrada, a criança é tabu. E o tabu nos protege. A gente tem limite para a maldade. Mas veja a morte de João Hélio, por exemplo, quando nem a criança impediu a fuga, o crime que já estava em andamento" afirma o psicanalista Mário Eduardo Pereira, coordenador do Laboratório de Psicopatologia Fundamental, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Segundo Pereira, esses crimes desafiam as crenças da sociedade: "Os próprios laços sociais ficam em risco, a crença na Humanidade. Ficamos com medo de não termos sido amados quando crianças, de não termos sido bem-vindos. Por outro lado, vemos que nem a criança está acima da nossa maldade e sequer a família e o lar são seguros".

PESQUISA - Maioria dos casos no ambiente familiar

A pesquisadora Maria Fernanda Tourinho Peres, do NEV (Núcleo de Estudos da Violência, da USP), analisou o crescimento da taxa de homicídios entre crianças e adolescentes até 19 anos de 1980 até 2002. Ela aponta para algo que a sociedade sempre teme ver e ouvir: ´Enquanto na faixa entre 15 e 19 anos o homicídio era cometido com arma de fogo, quanto menor a idade, menor era o uso dessas armas. Na idade até 4 anos, as crianças foram mortas de outras maneiras: por sufocamento, armas brancas (facas, por exemplo), estrangulamento. Isso pode apontar que esses crimes ocorreram dentro de um contexto familiar e não nas ruas´ disse a pesquisadora.
Na pesquisa do NEV, a morte de crianças e adolescentes até 19 anos significou 16% do total de homicídios do país. Em 2002, o coeficiente de mortalidade por homicídios na faixa etária de 0 a 19 anos para o Brasil foi de 12,56 para cada grupo de 100 mil habitantes, acima do maior coeficiente registrado em 1980, que era o do Rio (8,83). Os números de 2002, no entanto, caíram pouco ou se estabilizaram nos últimos anos em razão da queda geral no número de homicídios, segundo Maria Fernanda.
"O número de mortes por agressão de crianças pequenas é alto, mas acaba ´perdido´ diante do grande número de mortes entre os jovens. É preciso prestar mais atenção a esses dados" alerta a pesquisadora.
Para o psicanalista Mário Eduardo Pereira, uma tragédia como a de Isabella traz à tona a discussão sobre a violência contra a criança, mas deve-se ter cuidado,´ é muito importante este momento para fazermos uma discussão. Mas não podemos buscar um culpado a qualquer preço e muito menos uma razão para esse crime a qualquer custo, como uma doença. A pessoa que comete um crime assim eu não diria que é um doente, é um sujeito não tem mais limite´, disse.

Fonte:NEV - Núcleo de Estudos da Violencia
link do postPor anjoseguerreiros, às 23:39  comentar



A informatização do registro de ocorrências criminais nas delegacias policiais é fundamental para a prevenção de crimes futuros, mas ainda é pequeno o número de estados brasileiros que dispõem da tecnologia necessária para esse serviço. A conclusão é de pesquisadores, gestores públicos e policiais brasileiros e estrangeiros que participam, desde segunda-feira (6), em Brasília, do 18° Simpósio Internacional sobre Criminologia de Ambientes e Análise Criminal.
De acordo com os participantes do simpósio, que termina hoje (10), os departamentos policiais na maior parte do país não têm informações precisas no levantamento de boletins de ocorrência, porque aindanão foram feitos os investimentos necessários na tecnologia apropriada , nem foram capacitados profissionais em número suficiente para lidar com ferramentas informatizadas.
Segundo Alex Canuto, técnico da Secretaria Nacional de Segurança Pública e um dos organizadores do simpósio, isso impede a polícia de realizar uma análise espacial do crime no país. “Precisamos criar a cultura da informatização na polícia. Em muitos estados, a polícia ainda lida com os casos de crimes oralmente, não tomando nota deles”, disse o técnico.
Canuto ressaltou que, quando há informações criminais catalogadas e informatizadas nas delegacias policiais, há precisão no levantamento de boletins de ocorrência, que torna possível a criação de um mapa de “mancha criminal” – um mapeamento que indica os locais e situações onde cada tipo de crime ocorre com mais frequência.
Na opinião de Alex Canuto, isso fornecerá elementos para planejar melhor as políticas de segurança pública no país. “Permitirá executá-las com mais rapidez e mais precisão”, afirmou.
A informatização dos registros criminais é uma das propostas que os organizadores do simpósio pretendem encaminhadas para discussão na 1° Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), de 27 a 30 de agosto, em Brasília.



Agência Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:34  comentar


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