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12.4.09
Ministério da Saúde avalia inclusão de quatro vacinas no calendário oficial.Especialista alerta para importância de cumprir prazos e doses.


Desde o nascimento da criança, o cumprimento do calendário de vacinação é fundamental para prevenir algumas doenças. “O calendário de vacinas pretende prevenir o maior número de vacinas possível. O não cumprimento dos prazos pode gerar prejuízos à saúde da criança, por isso é fundamental informar o médico sobre um eventual atraso e notificar o posto de vacinação na ocasião da próxima vacina”, diz Eitan Berezin, presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Das vacinas que constam na tabela, apenas meningocócica C, pneumocócica 7-valente, varicela e hepatite A não são oferecidas gratuitamente na rede pública de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, a inclusão de novas vacinas nos calendários de vacinação da criança, adolescente, adulto e idoso leva em conta fatores como a relevância da incidência da doença, o poder de imunização da vacina, a viabilidade de produção das vacinas, logística para sua distribuição e conservação e custo-benefício. “O Ministério da Saúde tem interesse na inclusão de novas vacinas nos calendários de vacinação, tanto que a Secretaria de Vigilância em Saúde encomendou estudos de custo-efetividade para avaliar as vacinas candidatas à introdução no calendário de vacinação. Entre elas, a vacina contra varicela, pneumococo, meningococo C e hepatite A, a fim de subsidiar a decisão de quais seriam prioritariamente introduzidas nos calendários de vacinação”, informou a assessoria de imprensa do ministério, em nota enviada ao G1. As vacinas citadas acima, segundo o ministério, estão disponíveis nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, destinados à imunização de indivíduos que apresentaram eventos adversos após a vacinação com vacinas de rotina e quadro de risco para infecção.

Acesse a tabela de Vacinação na íntegra, aqui: VACINAÇÃO


Fonte: G1( acesse tabela também por aqui)




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Ministério da Saúde avalia inclusão de quatro vacinas no calendário oficial.Especialista alerta para importância de cumprir prazos e doses.


Desde o nascimento da criança, o cumprimento do calendário de vacinação é fundamental para prevenir algumas doenças. “O calendário de vacinas pretende prevenir o maior número de vacinas possível. O não cumprimento dos prazos pode gerar prejuízos à saúde da criança, por isso é fundamental informar o médico sobre um eventual atraso e notificar o posto de vacinação na ocasião da próxima vacina”, diz Eitan Berezin, presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Das vacinas que constam na tabela, apenas meningocócica C, pneumocócica 7-valente, varicela e hepatite A não são oferecidas gratuitamente na rede pública de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, a inclusão de novas vacinas nos calendários de vacinação da criança, adolescente, adulto e idoso leva em conta fatores como a relevância da incidência da doença, o poder de imunização da vacina, a viabilidade de produção das vacinas, logística para sua distribuição e conservação e custo-benefício. “O Ministério da Saúde tem interesse na inclusão de novas vacinas nos calendários de vacinação, tanto que a Secretaria de Vigilância em Saúde encomendou estudos de custo-efetividade para avaliar as vacinas candidatas à introdução no calendário de vacinação. Entre elas, a vacina contra varicela, pneumococo, meningococo C e hepatite A, a fim de subsidiar a decisão de quais seriam prioritariamente introduzidas nos calendários de vacinação”, informou a assessoria de imprensa do ministério, em nota enviada ao G1. As vacinas citadas acima, segundo o ministério, estão disponíveis nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, destinados à imunização de indivíduos que apresentaram eventos adversos após a vacinação com vacinas de rotina e quadro de risco para infecção.

Acesse a tabela de Vacinação na íntegra, aqui: VACINAÇÃO


Fonte: G1( acesse tabela também por aqui)




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Ministério da Saúde avalia inclusão de quatro vacinas no calendário oficial.Especialista alerta para importância de cumprir prazos e doses.


Desde o nascimento da criança, o cumprimento do calendário de vacinação é fundamental para prevenir algumas doenças. “O calendário de vacinas pretende prevenir o maior número de vacinas possível. O não cumprimento dos prazos pode gerar prejuízos à saúde da criança, por isso é fundamental informar o médico sobre um eventual atraso e notificar o posto de vacinação na ocasião da próxima vacina”, diz Eitan Berezin, presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Das vacinas que constam na tabela, apenas meningocócica C, pneumocócica 7-valente, varicela e hepatite A não são oferecidas gratuitamente na rede pública de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, a inclusão de novas vacinas nos calendários de vacinação da criança, adolescente, adulto e idoso leva em conta fatores como a relevância da incidência da doença, o poder de imunização da vacina, a viabilidade de produção das vacinas, logística para sua distribuição e conservação e custo-benefício. “O Ministério da Saúde tem interesse na inclusão de novas vacinas nos calendários de vacinação, tanto que a Secretaria de Vigilância em Saúde encomendou estudos de custo-efetividade para avaliar as vacinas candidatas à introdução no calendário de vacinação. Entre elas, a vacina contra varicela, pneumococo, meningococo C e hepatite A, a fim de subsidiar a decisão de quais seriam prioritariamente introduzidas nos calendários de vacinação”, informou a assessoria de imprensa do ministério, em nota enviada ao G1. As vacinas citadas acima, segundo o ministério, estão disponíveis nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, destinados à imunização de indivíduos que apresentaram eventos adversos após a vacinação com vacinas de rotina e quadro de risco para infecção.

Acesse a tabela de Vacinação na íntegra, aqui: VACINAÇÃO


Fonte: G1( acesse tabela também por aqui)




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10.4.09
A ONG CRIANÇA SEGURA alerta para os cuidados que devem ser tomados na escolha dos ovos e na hora de pegar estrada

Os ovos de Páscoa oferecem cada vez mais atrativos para conquistar a preferência da criançada. Os produtos que trazem brindes são muito procurados, mas nem sempre são seguros. Por isso alguns cuidados precisam ser considerados na hora da escolha.
Crianças menores de três anos ainda estão na fase oral e não devem brincar com objetos pequenos sob o risco de colocá-los na boca. Muitas vezes, os brindes que acompanham os ovos de chocolate possuem peças muito pequenas, que podem se soltar, oferecendo grave risco de sufocação para a criança. Outro cuidado está ligado aos materiais utilizados na fabricação dos brinquedos, que devem ser atóxicos.
Assim como qualquer brinquedo, os brindes devem vir acompanhados do Selo do Inmetro especificando a faixa etária adequada para o uso. A certificação garante que o brinquedo passou por testes que comprovam sua segurança e qualidade.“É preciso supervisionar com freqüência as brincadeiras, pois as peças menores podem ser colocadas em outros orifícios do corpo, como ouvido e nariz.”, alerta a Coordenadora Nacional da ONG CRIANÇA SEGURA, Alessandra Françóia.
A sufocação ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes por acidentes. No caso de bebês com até 1 ano, a sufocação representou a principal causa de morte entre os outros tipos de acidentes. Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas no ano de 2006, 698 crianças morreram e 569 foram hospitalizadas vítimas de sufocação.

Na hora da viagem

Outros cuidados especiais devem ser tomados por quem pretende aproveitar o feriado fora de casa e pegar estrada. Nos feriados, aumenta o fluxo de veículos, o que pode resultar em mais acidentes. Na cidade e principalmente nas rodovias, a criança deve ser transportada sempre no bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente. Em 2006, 2176 crianças morreram e 17.655 foram hospitalizadas, vítimas de acidentes de trânsito.

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A ONG CRIANÇA SEGURA alerta para os cuidados que devem ser tomados na escolha dos ovos e na hora de pegar estrada

Os ovos de Páscoa oferecem cada vez mais atrativos para conquistar a preferência da criançada. Os produtos que trazem brindes são muito procurados, mas nem sempre são seguros. Por isso alguns cuidados precisam ser considerados na hora da escolha.
Crianças menores de três anos ainda estão na fase oral e não devem brincar com objetos pequenos sob o risco de colocá-los na boca. Muitas vezes, os brindes que acompanham os ovos de chocolate possuem peças muito pequenas, que podem se soltar, oferecendo grave risco de sufocação para a criança. Outro cuidado está ligado aos materiais utilizados na fabricação dos brinquedos, que devem ser atóxicos.
Assim como qualquer brinquedo, os brindes devem vir acompanhados do Selo do Inmetro especificando a faixa etária adequada para o uso. A certificação garante que o brinquedo passou por testes que comprovam sua segurança e qualidade.“É preciso supervisionar com freqüência as brincadeiras, pois as peças menores podem ser colocadas em outros orifícios do corpo, como ouvido e nariz.”, alerta a Coordenadora Nacional da ONG CRIANÇA SEGURA, Alessandra Françóia.
A sufocação ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes por acidentes. No caso de bebês com até 1 ano, a sufocação representou a principal causa de morte entre os outros tipos de acidentes. Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas no ano de 2006, 698 crianças morreram e 569 foram hospitalizadas vítimas de sufocação.

Na hora da viagem

Outros cuidados especiais devem ser tomados por quem pretende aproveitar o feriado fora de casa e pegar estrada. Nos feriados, aumenta o fluxo de veículos, o que pode resultar em mais acidentes. Na cidade e principalmente nas rodovias, a criança deve ser transportada sempre no bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente. Em 2006, 2176 crianças morreram e 17.655 foram hospitalizadas, vítimas de acidentes de trânsito.

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A ONG CRIANÇA SEGURA alerta para os cuidados que devem ser tomados na escolha dos ovos e na hora de pegar estrada

Os ovos de Páscoa oferecem cada vez mais atrativos para conquistar a preferência da criançada. Os produtos que trazem brindes são muito procurados, mas nem sempre são seguros. Por isso alguns cuidados precisam ser considerados na hora da escolha.
Crianças menores de três anos ainda estão na fase oral e não devem brincar com objetos pequenos sob o risco de colocá-los na boca. Muitas vezes, os brindes que acompanham os ovos de chocolate possuem peças muito pequenas, que podem se soltar, oferecendo grave risco de sufocação para a criança. Outro cuidado está ligado aos materiais utilizados na fabricação dos brinquedos, que devem ser atóxicos.
Assim como qualquer brinquedo, os brindes devem vir acompanhados do Selo do Inmetro especificando a faixa etária adequada para o uso. A certificação garante que o brinquedo passou por testes que comprovam sua segurança e qualidade.“É preciso supervisionar com freqüência as brincadeiras, pois as peças menores podem ser colocadas em outros orifícios do corpo, como ouvido e nariz.”, alerta a Coordenadora Nacional da ONG CRIANÇA SEGURA, Alessandra Françóia.
A sufocação ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes por acidentes. No caso de bebês com até 1 ano, a sufocação representou a principal causa de morte entre os outros tipos de acidentes. Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas no ano de 2006, 698 crianças morreram e 569 foram hospitalizadas vítimas de sufocação.

Na hora da viagem

Outros cuidados especiais devem ser tomados por quem pretende aproveitar o feriado fora de casa e pegar estrada. Nos feriados, aumenta o fluxo de veículos, o que pode resultar em mais acidentes. Na cidade e principalmente nas rodovias, a criança deve ser transportada sempre no bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente. Em 2006, 2176 crianças morreram e 17.655 foram hospitalizadas, vítimas de acidentes de trânsito.

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Os ovos de Páscoa oferecem cada vez mais atrativos para conquistar a preferência da criançada. Os produtos que trazem brindes são muito procurados, mas nem sempre são seguros. Por isso alguns cuidados precisam ser considerados na hora da escolha.
Crianças menores de três anos ainda estão na fase oral e não devem brincar com objetos pequenos sob o risco de colocá-los na boca. Muitas vezes, os brindes que acompanham os ovos de chocolate possuem peças muito pequenas, que podem se soltar, oferecendo grave risco de sufocação para a criança. Outro cuidado está ligado aos materiais utilizados na fabricação dos brinquedos, que devem ser atóxicos.
Assim como qualquer brinquedo, os brindes devem vir acompanhados do Selo do Inmetro especificando a faixa etária adequada para o uso. A certificação garante que o brinquedo passou por testes que comprovam sua segurança e qualidade.“É preciso supervisionar com freqüência as brincadeiras, pois as peças menores podem ser colocadas em outros orifícios do corpo, como ouvido e nariz.”, alerta a Coordenadora Nacional da ONG CRIANÇA SEGURA, Alessandra Françóia.
A sufocação ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes por acidentes. No caso de bebês com até 1 ano, a sufocação representou a principal causa de morte entre os outros tipos de acidentes. Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas no ano de 2006, 698 crianças morreram e 569 foram hospitalizadas vítimas de sufocação.

Na hora da viagem

Outros cuidados especiais devem ser tomados por quem pretende aproveitar o feriado fora de casa e pegar estrada. Nos feriados, aumenta o fluxo de veículos, o que pode resultar em mais acidentes. Na cidade e principalmente nas rodovias, a criança deve ser transportada sempre no bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente. Em 2006, 2176 crianças morreram e 17.655 foram hospitalizadas, vítimas de acidentes de trânsito.

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Crianças menores de três anos ainda estão na fase oral e não devem brincar com objetos pequenos sob o risco de colocá-los na boca. Muitas vezes, os brindes que acompanham os ovos de chocolate possuem peças muito pequenas, que podem se soltar, oferecendo grave risco de sufocação para a criança. Outro cuidado está ligado aos materiais utilizados na fabricação dos brinquedos, que devem ser atóxicos.
Assim como qualquer brinquedo, os brindes devem vir acompanhados do Selo do Inmetro especificando a faixa etária adequada para o uso. A certificação garante que o brinquedo passou por testes que comprovam sua segurança e qualidade.“É preciso supervisionar com freqüência as brincadeiras, pois as peças menores podem ser colocadas em outros orifícios do corpo, como ouvido e nariz.”, alerta a Coordenadora Nacional da ONG CRIANÇA SEGURA, Alessandra Françóia.
A sufocação ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes por acidentes. No caso de bebês com até 1 ano, a sufocação representou a principal causa de morte entre os outros tipos de acidentes. Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas no ano de 2006, 698 crianças morreram e 569 foram hospitalizadas vítimas de sufocação.

Na hora da viagem

Outros cuidados especiais devem ser tomados por quem pretende aproveitar o feriado fora de casa e pegar estrada. Nos feriados, aumenta o fluxo de veículos, o que pode resultar em mais acidentes. Na cidade e principalmente nas rodovias, a criança deve ser transportada sempre no bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente. Em 2006, 2176 crianças morreram e 17.655 foram hospitalizadas, vítimas de acidentes de trânsito.

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Crianças menores de três anos ainda estão na fase oral e não devem brincar com objetos pequenos sob o risco de colocá-los na boca. Muitas vezes, os brindes que acompanham os ovos de chocolate possuem peças muito pequenas, que podem se soltar, oferecendo grave risco de sufocação para a criança. Outro cuidado está ligado aos materiais utilizados na fabricação dos brinquedos, que devem ser atóxicos.
Assim como qualquer brinquedo, os brindes devem vir acompanhados do Selo do Inmetro especificando a faixa etária adequada para o uso. A certificação garante que o brinquedo passou por testes que comprovam sua segurança e qualidade.“É preciso supervisionar com freqüência as brincadeiras, pois as peças menores podem ser colocadas em outros orifícios do corpo, como ouvido e nariz.”, alerta a Coordenadora Nacional da ONG CRIANÇA SEGURA, Alessandra Françóia.
A sufocação ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes por acidentes. No caso de bebês com até 1 ano, a sufocação representou a principal causa de morte entre os outros tipos de acidentes. Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas no ano de 2006, 698 crianças morreram e 569 foram hospitalizadas vítimas de sufocação.

Na hora da viagem

Outros cuidados especiais devem ser tomados por quem pretende aproveitar o feriado fora de casa e pegar estrada. Nos feriados, aumenta o fluxo de veículos, o que pode resultar em mais acidentes. Na cidade e principalmente nas rodovias, a criança deve ser transportada sempre no bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente. Em 2006, 2176 crianças morreram e 17.655 foram hospitalizadas, vítimas de acidentes de trânsito.

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Os ovos de Páscoa oferecem cada vez mais atrativos para conquistar a preferência da criançada. Os produtos que trazem brindes são muito procurados, mas nem sempre são seguros. Por isso alguns cuidados precisam ser considerados na hora da escolha.
Crianças menores de três anos ainda estão na fase oral e não devem brincar com objetos pequenos sob o risco de colocá-los na boca. Muitas vezes, os brindes que acompanham os ovos de chocolate possuem peças muito pequenas, que podem se soltar, oferecendo grave risco de sufocação para a criança. Outro cuidado está ligado aos materiais utilizados na fabricação dos brinquedos, que devem ser atóxicos.
Assim como qualquer brinquedo, os brindes devem vir acompanhados do Selo do Inmetro especificando a faixa etária adequada para o uso. A certificação garante que o brinquedo passou por testes que comprovam sua segurança e qualidade.“É preciso supervisionar com freqüência as brincadeiras, pois as peças menores podem ser colocadas em outros orifícios do corpo, como ouvido e nariz.”, alerta a Coordenadora Nacional da ONG CRIANÇA SEGURA, Alessandra Françóia.
A sufocação ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes por acidentes. No caso de bebês com até 1 ano, a sufocação representou a principal causa de morte entre os outros tipos de acidentes. Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas no ano de 2006, 698 crianças morreram e 569 foram hospitalizadas vítimas de sufocação.

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Outros cuidados especiais devem ser tomados por quem pretende aproveitar o feriado fora de casa e pegar estrada. Nos feriados, aumenta o fluxo de veículos, o que pode resultar em mais acidentes. Na cidade e principalmente nas rodovias, a criança deve ser transportada sempre no bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação. Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente. Em 2006, 2176 crianças morreram e 17.655 foram hospitalizadas, vítimas de acidentes de trânsito.

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colaboradores: carmen e maria celia

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