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29.1.09
ROMA - O ministro da Defesa italiano, Ignazio La Russa, afirmou que não irá assistir ao amistoso entre as seleções do Brasil e da Itália em Londres, programado para o próximo dia 10, em repúdio à decisão brasileira de conceder refúgio político ao ex-ativista Cesare Battisti.
- Já havia reservado a passagem aérea para assistir à partida, mas decidi não ir. É correto dizer que a política não deve ser envolvida, mas, neste caso, trata-se de uma partida amiga e eu não vejo razões para ter amizade com o Brasil neste momento - declarou.
La Russa ressaltou que atualmente 'não quer fazer nada amigável com um país que deixa um terrorista e assassino circular pelas praias do Rio de Janeiro', e recomendou que os italianos 'reflitam bem' antes de assistirem ao jogo em Londres.
No início da semana, o subsecretário italiano das Relações Exteriores, Alfredo Mantica, e o dirigente regional do partido italiano Aliança Nacional (AN) Carlo Fidanza pediram a anulaçãodo amistoso devido à tensão entre os dois países, originada após o ministro da Justiça brasileiro, Tarso Genro, ter concedido refúgio político a Battisti no último dia 13.
Cesare Battisti, de 54 anos, é condenado à prisão perpétua na Itália por quatro homicídios.
Na última terça-feira, o governo italiano confirmou a realização do amistoso, esclarecendo que 'os casos políticos ou diplomáticos, apesar de relevantes, não devem comprometer a realização de manifestações esportivas', afirmou na ocasião o subsecretário da presidência do Conselho de Ministros da Itália, Rocco Crimi.


fonte:JB ONLINE
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link do postPor anjoseguerreiros, às 16:32  comentar

28.1.09
RIO - A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou, na noite desta quarta-feira, o pacote de US$ 819 bilhões proposto pelo governo Obama para estimular a economia e conter a crise. O plano prevê investimentos em infraestrutura, educação e eficiência energética, além de incentivos fiscais. O principal objetivo é conter o desemprego, gerando até 4 milhões de postos de trabalho.
A medida, que foi aprovada por 244 votos contra 188, ainda será debatida no Senado, onde as resistências são mais intensas. O pacote foi aprovado apesar da rejeição de todos os deputados republicanos e de alguns democratas. O presidente americano, Barack Obama, chegou a visitar o Congresso para pedir votos.
Obama comemorou a sua primeira importante vitória legislativa dizendo que a medida injetaria dinheiro na enfraquecida economia dos EUA e acrescentou que espera que a legislação seja fortalecida ao se mover para o Senado.
- O plano vai agora para o Senado, e eu espero que nós possamos continuar a fortalecer esse plano antes que ele chegue à minha mesa - afirmou o presidente em um comunicado.
Além do plano de US$ 850 bilhões para estimular a economia real, o novo presidente dos EUA já planeja outras medidas para socorrer o sistema financeiro. Hoje circularam especulações de que o governo vai criar um banco exclusivo, já chamado pelo mercado de Bad Bank, para compra de ativos podres.
Os rumores animaram ainda mais os investidores, que já estavam otimistas com a possibilidade de aprovação do pacote na Câmara. O dia foi de fortes altas nas bolsas mundiais, incluindo a Bovespa, que subiu quase 4%.
Em outubro do ano passado, o governo Bush conseguiu a aprovação do Congresso para implementar um pacote de US$ 700 bilhões de socorro a instituições financeiras. Metade desde valor já foi usado e a outra metade será aplicada pelo governo Obama. Apesar disso, o governo está consciente de que mais ações serão necessárias para restabelecer o mercado de crédito no país, e por isso estuda a criação do 'Bad Bank'.
Hoje o Federal Reserve (Fed, banco central americano) disse estar pronto para comprar títulos de longo prazo do governo dos EUA "se as circunstâncias indicarem que tais transações seriam particularmente eficazes na melhora das condições dos mercados privados de crédito". Além disso, a autoridade monetária dos EUA decidiu manter a taxa básica de juros em um intervalo entre 0% e 0,25% ao ano.


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link do postPor anjoseguerreiros, às 22:27  comentar

RIO E BRASÍLIA - O porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, indicou nesta quarta-feira que o governo já deu por encerrada a polêmica sobre o refúgio político ao italiano Cesare Battisti, concedido pelo ministro da Justiça, Tarso Genro. O caso aguarda solução no Supremo Tribunal Federal (STF), onde tramita o pedido de extradição do ex-ativista, condenado na Itália por quatro assassinatos no fim dos anos 70.
- O presidente Lula considera que este assunto está encerrado no âmbito do Executivo - afirmou o porta-voz, quando questionado sobre se o presidente faria novos comentários sobre o refúgio e as críticas de políticos italianos.
Baumbach também não quis tecer comentários sobre a decisão do governo italiano de chamar para consultas o embaixador do país no Brasil, Michele Valensise:
- Como porta-voz, eu me abstenho de comentar um ato de governo estrangeiro
Tarso nega que Caso Battisti possa gerar crise diplomática
Mais cedo, Tarso negou que a decisão de conceder o refúgio a Battisti possa criar uma crise diplomática com o governo da Itália. Na terça-feira, o embaixador italiano no Brasil foi convocado para consultas depois que o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, recomendou o arquivamento do processo de extradição de Battisti .
- Não acredito (em crise diplomática) porque seria absolutamente insana e feriria os interesses de ambos os Estados e ambos os povos. Não há nenhum problema grave nas relações entre Brasil e Itália. São países amigos, países aliados, que têm interesses políticos e comerciais comuns. E essa fase vai passar rapidamente porque são dois países soberanos, que têm o direito de se manifestar e ao mesmo tempo aplicar o seu direito interno a cada caso concreto - disse.
Tarso afirmou ainda que a situação envolvendo a extradição de Battisti estará resolvida assim que o Supremo Tribunal Federal (STF) der um parecer sobre o caso.
- No momento em que o Supremo decidir, seja numa ou noutra direção, a questão está resolvida para todos nós porque é ele que faz a interpretação da lei e da Constituição em última instância - finalizou.
Battisti foi condenado na Itália a prisão perpétua por quatro homicídios nos anos 1970, quando era membro do grupo armado Proletários Armados pelo Comunismo (PAC). Ele foi detido no Brasil em 2007 e está preso em Brasília, mas pode ser solto por causa da decisão do governo brasileiro. Defesa protocola pedido de liberdade no STF
Na terça-feira, a defesa do ex-militante de esquerda, anunciou que entraria no STF com um pedido de libertação imediata do italiano. O pedido foi protocolado nesta quarta.
O relator do processo no STF é o ministro Cezar Peluso. A tendência é que ele leve ao plenário a petição, para que seja objeto de decisão colegiada. Isso poderia ocorrer já primeira sessão do ano judiciário, prevista para 2 de fevereiro.


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link do postPor anjoseguerreiros, às 21:58  comentar


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