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25.3.09









SÃO PAULO – Após quase um ano da morte da filha Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira se emocionou ao tentar voltar ao lugar onde a filha foi morta. Os principais acusados da morte da menina, que foi jogada do 6º andar de um prédio, são Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina.
Ana Carolina refez, com a reportagem da “Band News”, o trajeto do dia 29 de março de 2008 após ter recebido uma ligação da madrasta da menina. "Reviver tudo isso é muito difícil. Eu queria chegar lá o mais rápido, se eu pudesse voar, eu voava", disse.
Ela se lembrou do último diálogo que teve com a filha, um dia antes do crime, em que Isabella contou que estava bem e disse “mamãe, eu te amo muito, muito, muito”. Ao chegar à rua do prédio, de onde Isabella foi jogada, ela se emocionou. “Eu não consigo nem olhar pra esta rua”, disse.
Questionada pelo jornalista se algum dia conseguiria olhar para aquela rua e superar a situação, ela respondeu: “não sei. Só o tempo vai me dizer, mas hoje eu não consigo”.
Júri popular
Na terça-feira, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que os dois acusados da morte de Isabella serão submetidos a júri popular. A defesa de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni havia entrado com um recurso para anular a decisão do juiz Mauricio Fossen, da 2ª Vara do Júri da Capital. Apesar dos esforços, os magistrados decidiram manter a forma de julgamento e a reclusão do casal.

Fonte: Último Segundo
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SÃO PAULO – Após quase um ano da morte da filha Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira se emocionou ao tentar voltar ao lugar onde a filha foi morta. Os principais acusados da morte da menina, que foi jogada do 6º andar de um prédio, são Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina.
Ana Carolina refez, com a reportagem da “Band News”, o trajeto do dia 29 de março de 2008 após ter recebido uma ligação da madrasta da menina. "Reviver tudo isso é muito difícil. Eu queria chegar lá o mais rápido, se eu pudesse voar, eu voava", disse.
Ela se lembrou do último diálogo que teve com a filha, um dia antes do crime, em que Isabella contou que estava bem e disse “mamãe, eu te amo muito, muito, muito”. Ao chegar à rua do prédio, de onde Isabella foi jogada, ela se emocionou. “Eu não consigo nem olhar pra esta rua”, disse.
Questionada pelo jornalista se algum dia conseguiria olhar para aquela rua e superar a situação, ela respondeu: “não sei. Só o tempo vai me dizer, mas hoje eu não consigo”.
Júri popular
Na terça-feira, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que os dois acusados da morte de Isabella serão submetidos a júri popular. A defesa de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni havia entrado com um recurso para anular a decisão do juiz Mauricio Fossen, da 2ª Vara do Júri da Capital. Apesar dos esforços, os magistrados decidiram manter a forma de julgamento e a reclusão do casal.

Fonte: Último Segundo
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Morte da menina Isabella completa um ano no dia 29

A defesa alegava falta de indícios para a prisão, mas a tese foi rejeitada pela Justiça, que manteve a decisão de levar Alexandre e Anna Carolina, suspeitos de matar Isabella, a júri popular

Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmaram nesta terça-feira que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá devem ser levados a júri popular. Eles são acusados de matar Isabella Nardoni, então com 5 anos, filha de Alexandre.
O TJ se reuniu depois de receber um recurso da defesa do casal, que alegou falta de indícios para que o 2º Tribunal do Júri de Santana determinasse o julgamento diante de um júri popular. A intenção da defesa era fazer com que Alexandre e Anna Carolina fossem soltos, já que, caso o TJ concordasse com a falta de indícios, o inquérito voltaria para a fase de investigação. Como o casal foi preso sob a alegação de que poderia atrapalhar as investigações, a prisão não mais se sustentaria.
Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008, após ser agredida e jogada do sexto andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na zona norte de São Paulo. De acordo com os laudos do Instituto de Criminalística, não houve a participação de uma terceira pessoa no crime e o primeiro golpe em Isabella teria sido desferido, de forma acidental, por Anna Carolina. Sobre a queda da menina, os peritos afirmaram que ela foi jogada pela janela pelo pai, com o auxílio da madrasta.
A defesa de Alexandre e Anna Carolina contesta esses laudos e, no julgamento desta terça, chegou a compará-los com o laudo da morte do jornalista Vladimir Herzog, que supostamente cometeu suicídio enquanto estava preso pela ditadura militar. O TJ considerou “inaceitável” o fato de a defesa do casal alegar que os laudos eram irregulares”.


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Morte da menina Isabella completa um ano no dia 29

A defesa alegava falta de indícios para a prisão, mas a tese foi rejeitada pela Justiça, que manteve a decisão de levar Alexandre e Anna Carolina, suspeitos de matar Isabella, a júri popular

Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmaram nesta terça-feira que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá devem ser levados a júri popular. Eles são acusados de matar Isabella Nardoni, então com 5 anos, filha de Alexandre.
O TJ se reuniu depois de receber um recurso da defesa do casal, que alegou falta de indícios para que o 2º Tribunal do Júri de Santana determinasse o julgamento diante de um júri popular. A intenção da defesa era fazer com que Alexandre e Anna Carolina fossem soltos, já que, caso o TJ concordasse com a falta de indícios, o inquérito voltaria para a fase de investigação. Como o casal foi preso sob a alegação de que poderia atrapalhar as investigações, a prisão não mais se sustentaria.
Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008, após ser agredida e jogada do sexto andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na zona norte de São Paulo. De acordo com os laudos do Instituto de Criminalística, não houve a participação de uma terceira pessoa no crime e o primeiro golpe em Isabella teria sido desferido, de forma acidental, por Anna Carolina. Sobre a queda da menina, os peritos afirmaram que ela foi jogada pela janela pelo pai, com o auxílio da madrasta.
A defesa de Alexandre e Anna Carolina contesta esses laudos e, no julgamento desta terça, chegou a compará-los com o laudo da morte do jornalista Vladimir Herzog, que supostamente cometeu suicídio enquanto estava preso pela ditadura militar. O TJ considerou “inaceitável” o fato de a defesa do casal alegar que os laudos eram irregulares”.


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Morte da menina Isabella completa um ano no dia 29

A defesa alegava falta de indícios para a prisão, mas a tese foi rejeitada pela Justiça, que manteve a decisão de levar Alexandre e Anna Carolina, suspeitos de matar Isabella, a júri popular

Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmaram nesta terça-feira que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá devem ser levados a júri popular. Eles são acusados de matar Isabella Nardoni, então com 5 anos, filha de Alexandre.
O TJ se reuniu depois de receber um recurso da defesa do casal, que alegou falta de indícios para que o 2º Tribunal do Júri de Santana determinasse o julgamento diante de um júri popular. A intenção da defesa era fazer com que Alexandre e Anna Carolina fossem soltos, já que, caso o TJ concordasse com a falta de indícios, o inquérito voltaria para a fase de investigação. Como o casal foi preso sob a alegação de que poderia atrapalhar as investigações, a prisão não mais se sustentaria.
Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008, após ser agredida e jogada do sexto andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na zona norte de São Paulo. De acordo com os laudos do Instituto de Criminalística, não houve a participação de uma terceira pessoa no crime e o primeiro golpe em Isabella teria sido desferido, de forma acidental, por Anna Carolina. Sobre a queda da menina, os peritos afirmaram que ela foi jogada pela janela pelo pai, com o auxílio da madrasta.
A defesa de Alexandre e Anna Carolina contesta esses laudos e, no julgamento desta terça, chegou a compará-los com o laudo da morte do jornalista Vladimir Herzog, que supostamente cometeu suicídio enquanto estava preso pela ditadura militar. O TJ considerou “inaceitável” o fato de a defesa do casal alegar que os laudos eram irregulares”.


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A defesa alegava falta de indícios para a prisão, mas a tese foi rejeitada pela Justiça, que manteve a decisão de levar Alexandre e Anna Carolina, suspeitos de matar Isabella, a júri popular

Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmaram nesta terça-feira que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá devem ser levados a júri popular. Eles são acusados de matar Isabella Nardoni, então com 5 anos, filha de Alexandre.
O TJ se reuniu depois de receber um recurso da defesa do casal, que alegou falta de indícios para que o 2º Tribunal do Júri de Santana determinasse o julgamento diante de um júri popular. A intenção da defesa era fazer com que Alexandre e Anna Carolina fossem soltos, já que, caso o TJ concordasse com a falta de indícios, o inquérito voltaria para a fase de investigação. Como o casal foi preso sob a alegação de que poderia atrapalhar as investigações, a prisão não mais se sustentaria.
Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008, após ser agredida e jogada do sexto andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na zona norte de São Paulo. De acordo com os laudos do Instituto de Criminalística, não houve a participação de uma terceira pessoa no crime e o primeiro golpe em Isabella teria sido desferido, de forma acidental, por Anna Carolina. Sobre a queda da menina, os peritos afirmaram que ela foi jogada pela janela pelo pai, com o auxílio da madrasta.
A defesa de Alexandre e Anna Carolina contesta esses laudos e, no julgamento desta terça, chegou a compará-los com o laudo da morte do jornalista Vladimir Herzog, que supostamente cometeu suicídio enquanto estava preso pela ditadura militar. O TJ considerou “inaceitável” o fato de a defesa do casal alegar que os laudos eram irregulares”.


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O TJ se reuniu depois de receber um recurso da defesa do casal, que alegou falta de indícios para que o 2º Tribunal do Júri de Santana determinasse o julgamento diante de um júri popular. A intenção da defesa era fazer com que Alexandre e Anna Carolina fossem soltos, já que, caso o TJ concordasse com a falta de indícios, o inquérito voltaria para a fase de investigação. Como o casal foi preso sob a alegação de que poderia atrapalhar as investigações, a prisão não mais se sustentaria.
Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008, após ser agredida e jogada do sexto andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na zona norte de São Paulo. De acordo com os laudos do Instituto de Criminalística, não houve a participação de uma terceira pessoa no crime e o primeiro golpe em Isabella teria sido desferido, de forma acidental, por Anna Carolina. Sobre a queda da menina, os peritos afirmaram que ela foi jogada pela janela pelo pai, com o auxílio da madrasta.
A defesa de Alexandre e Anna Carolina contesta esses laudos e, no julgamento desta terça, chegou a compará-los com o laudo da morte do jornalista Vladimir Herzog, que supostamente cometeu suicídio enquanto estava preso pela ditadura militar. O TJ considerou “inaceitável” o fato de a defesa do casal alegar que os laudos eram irregulares”.


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O TJ se reuniu depois de receber um recurso da defesa do casal, que alegou falta de indícios para que o 2º Tribunal do Júri de Santana determinasse o julgamento diante de um júri popular. A intenção da defesa era fazer com que Alexandre e Anna Carolina fossem soltos, já que, caso o TJ concordasse com a falta de indícios, o inquérito voltaria para a fase de investigação. Como o casal foi preso sob a alegação de que poderia atrapalhar as investigações, a prisão não mais se sustentaria.
Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008, após ser agredida e jogada do sexto andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na zona norte de São Paulo. De acordo com os laudos do Instituto de Criminalística, não houve a participação de uma terceira pessoa no crime e o primeiro golpe em Isabella teria sido desferido, de forma acidental, por Anna Carolina. Sobre a queda da menina, os peritos afirmaram que ela foi jogada pela janela pelo pai, com o auxílio da madrasta.
A defesa de Alexandre e Anna Carolina contesta esses laudos e, no julgamento desta terça, chegou a compará-los com o laudo da morte do jornalista Vladimir Herzog, que supostamente cometeu suicídio enquanto estava preso pela ditadura militar. O TJ considerou “inaceitável” o fato de a defesa do casal alegar que os laudos eram irregulares”.


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O TJ se reuniu depois de receber um recurso da defesa do casal, que alegou falta de indícios para que o 2º Tribunal do Júri de Santana determinasse o julgamento diante de um júri popular. A intenção da defesa era fazer com que Alexandre e Anna Carolina fossem soltos, já que, caso o TJ concordasse com a falta de indícios, o inquérito voltaria para a fase de investigação. Como o casal foi preso sob a alegação de que poderia atrapalhar as investigações, a prisão não mais se sustentaria.
Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008, após ser agredida e jogada do sexto andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na zona norte de São Paulo. De acordo com os laudos do Instituto de Criminalística, não houve a participação de uma terceira pessoa no crime e o primeiro golpe em Isabella teria sido desferido, de forma acidental, por Anna Carolina. Sobre a queda da menina, os peritos afirmaram que ela foi jogada pela janela pelo pai, com o auxílio da madrasta.
A defesa de Alexandre e Anna Carolina contesta esses laudos e, no julgamento desta terça, chegou a compará-los com o laudo da morte do jornalista Vladimir Herzog, que supostamente cometeu suicídio enquanto estava preso pela ditadura militar. O TJ considerou “inaceitável” o fato de a defesa do casal alegar que os laudos eram irregulares”.


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A defesa alegava falta de indícios para a prisão, mas a tese foi rejeitada pela Justiça, que manteve a decisão de levar Alexandre e Anna Carolina, suspeitos de matar Isabella, a júri popular

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O TJ se reuniu depois de receber um recurso da defesa do casal, que alegou falta de indícios para que o 2º Tribunal do Júri de Santana determinasse o julgamento diante de um júri popular. A intenção da defesa era fazer com que Alexandre e Anna Carolina fossem soltos, já que, caso o TJ concordasse com a falta de indícios, o inquérito voltaria para a fase de investigação. Como o casal foi preso sob a alegação de que poderia atrapalhar as investigações, a prisão não mais se sustentaria.
Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008, após ser agredida e jogada do sexto andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na zona norte de São Paulo. De acordo com os laudos do Instituto de Criminalística, não houve a participação de uma terceira pessoa no crime e o primeiro golpe em Isabella teria sido desferido, de forma acidental, por Anna Carolina. Sobre a queda da menina, os peritos afirmaram que ela foi jogada pela janela pelo pai, com o auxílio da madrasta.
A defesa de Alexandre e Anna Carolina contesta esses laudos e, no julgamento desta terça, chegou a compará-los com o laudo da morte do jornalista Vladimir Herzog, que supostamente cometeu suicídio enquanto estava preso pela ditadura militar. O TJ considerou “inaceitável” o fato de a defesa do casal alegar que os laudos eram irregulares”.


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