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9.7.09
RIO - Falta de ar, chiado e sensação de aperto no peito são todos sintomas da asma, doença respiratória que atinge um em cada dez brasileiros. Ao todo, são 18 milhões de asmáticos no país e poucos conhecem a maneira correta de tratar a doença, afirma a pneumologista Marina Lima, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF). Assista ao vídeo com dicas para controlar a asma

- A asma ainda é cercada de mitos, e muitos ainda têm medo de receber este diagnóstico. Só que com a medicação correta é possível manter a doença sob controle e o paciente passa a viver muito bem - afirma a médica. Aqui, ela esclarece as principais dúvidas sobre o distúrbio:
A asma pode aparecer em qualquer idade?
A doença respiratória que causa a inflamação das vias aéreas é mais comum na infância, mas pode surgir em adultos e na terceira idade. A doença é genética, e quem tem pai ou mãe alérgicos ou asmáticos tem mais chance de manifestar o quadro. Fatores externos como a poluição, o frio, odores fortes, exercícios, mudanças de temperatura e até mesmo crises de riso ou de choro podem despertar os sintomas.
Asma e bronquite são a mesma coisa?
Sim, de acordo com Marina Lima, a bronquite é um termo antigo e muitas vezes usado de forma errada para diagnosticar a inflamação nos brônquios.
- Antigamente, os pediatras diziam que a criança tinha bronquite para não preocupar as mães com o diagnóstico de asma. Só que os sintomas são os mesmos. Qual é o melhor tratamento para asma?
Atualmente o tratamento é feito com a associação de três tipos de terapia: os broncodilatadores de alivio imediato, os broncodilatadores de ação prolongada e os corticoides inalatórios. Geralmente, recomenda-se a combinação dos broncodilatadores de ação prolongada com os corticoides. Porém, o asmático deve sempre ter por perto o broncodilatador de alívio imediato (ou de resgate) para interromper as crises.
- A nebulização, que é uma alternativa para momentos de crise, está sendo substituída por sprays de ação rápida. Os sprays dão resultado em um minuto, enquanto a nebulização demora meia hora para fazer efeito.
Manter a casa limpa, arejada e livre de umidade e mofo podem diminuir a incidência de crises. Já evitar o contato com animais de estimação não é necessário.
- Existem estudos mostrando que os animais domésticos não pioram a asma. Porém, é importante mantê-los sempre limpos e escovados.

Bombinhas fazem mal ao coração?
Em geral, não. As bombinhas, também conhecidas como broncodilatadores de uso imediato ou de resgate, são consideradas seguras se usadas de acordo com as indicações da bula. A taquicardia e os tremores são efeitos colaterais comuns do medicamento, já que a maioria aumenta momentaneamente o fluxo sanguíneo para o coração. Existem vários tipos de bombinhas e as mais modernas podem ser usadas a partir dos 2 anos de idade. Existe algum efeito colateral tomar corticoides por um tempo prolongado?
Os riscos são mínimos, afirma a pneumologista. Ela explica que os corticoides inaláveis são diferentes dos injetáveis ou orais, e vão direto para os brônquios, e por isso são seguros para serem usados por um período de tempo maior. Porém, estes medicamentos são de manutenção, e não substituem os remédios usados para tratar crises.

Exercícios ajudam a curar a doença?
A asma não tem cura, apenas controle. Os sintomas podem melhorar ou piorar em determinadas fases da vida por causa de mudanças ambientais, emocionais ou hormonais. O exercício é fundamental para o asmático pois ajuda a fortalecer o pulmão.
- É importante passar pela avaliação do especialista, já que algumas crises podem ser deflagradas pelo excesso de esforço, mas o asmático não pode deixar de se exercitar ao longo da vida. É um mito dizer que apenas a natação é boa para quem tem asma. A criança e o adulto asmáticos podem escolher qualquer esporte que aumente seu bem-estar.

A asma pode levar à morte?
Infelizmente, a doença ainda mata 2 mil brasileiros anualmente. A principal causa é a demora em buscar atendimento médico adequado. A outra, segundo a médica, é ficar esperando a melhora do quadro sem o uso de medicamentos.
- A asma tem diferentes níveis de gravidade. Por isso, não deixe de procurar um médico ao primeiro sinal de crise. Dependendo do quadro, a inflamação pode evoluir rapidamente e até matar.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:09  comentar

7.7.09

RIO DE JANEIRO - O serviço de psiquiatria infantil da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro está recrutando crianças e adolescentes entre oito e dezesseis anos que sofram de transtorno de ansiedade. O objetivo é que participem de uma pesquisa que visa comprovar a eficiência de tratamento através da terapia cognitiva comportamental ou psicoterapia. Os inscritos passarão por uma avaliação com médicos e psicólogos e, a partir daí, iniciarão o tratamento, que inclui terapia individual e orientação aos pais.
O transtorno de ansiedade caracteriza-se pelas preocupações excessivas relacionadas a temas adultos, como futuro, família, escola ou saúde, além da dificuldade de relaxar e medos constantes.
- Muitos começam a desenvolver sintomas físicos, como palpitação, taquicardia, tremor, sudorese, dores no estômago, dores de cabeça, insônia, entre outros - explica a psiquiatra e coordenadora da pesquisa, Silvia Mariama.
Ao todo, serão selecionados 20 pacientes. A inscrição deve ser feita no ambulatório de psiquiatria, de 9h às 12h.

Mais informações através do telefone (21) 2533-0118.



JB Online
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RIO - Dores nas juntas, nos punhos, na coluna ou nas articulações podem indicar a doença reumática, um grupo de mais de 100 doenças que comprometem os ossos, a cartilagem e a musculatura. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Reumatologia do Rio de Janeiro lança no próximo dia 13 a campanha "Reumatismo é coisa séria" com o objetivo de esclarecer os mitos que cercam este tipo de doença.
Os médicos querem mostrar que as doenças reumáticas podem atingir também crianças e jovens, que ela não é uma doença sazonal e, principalmente, que a doença tem tratamento. Apesar de não ter cura, a maioria das doenças reumáticas tem tratamento eficaz que melhora consideravelmente a vida do paciente. A campanha da Sociedade de Reumatologia tem apoio de 22 sociedades regionais e patrocínio do laboratório Abbott.


O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:39  comentar

6.7.09
Muitos alunos municipais não contam com ajuda na tarefa e menos de 10% leem por prazer

Rio - Pesquisa inédita da Secretaria Municipal de Educação do Rio revela que muitos alunos do Ensino Médio nunca ou raramente têm ajuda para fazer o dever de casa. A tarefa é solitária para 48,3% dos estudantes do 7º ao 9º do Ensino Fundamental. Os jovens do 4º ao 6º ano ganham um pouco mais de atenção: 35,2% têm apoio para cumprir a lição. O levantamento revelou, também, que a leitura por prazer é rara: menos de 10%, nos dois segmentos, buscam livros por iniciativa própria.
A psicopedagoga Andrea Garcez, 33, mestranda em Educação pela PUC-RJ, destaca a importância de acompanhar o dever de casa dos filhos. “Mas as tarefas devem ser realizadas pelo estudante e a ajuda só deve ocorrer quando solicitada. A realização de exercícios em conjunto fortalece o aprendizado e os laços familiares, cria o hábito do estudo e da pesquisa e aproxima os pais dos professores”, afirma. No projeto Harmonicanto, no Cantagalo, a professora de Música Cássia Oliveira, 54 anos, ensina canto e instrumentos a 16 crianças e adolescentes da favela. E as auxilia no dever de casa diariamente. “Percebi que, para desenvolverem bem o dom da música, elas precisavam de ajuda nas tarefas escolares. O rendimento delas melhorou muito, tanto nas atividades da ONG, quanto na escola”, assegura.

LEITOR ÁVIDO, BOM ALUNO
Mais de 70% dos alunos só vão às prateleiras quando o professor leva e mais de 10% confessaram nunca terem ido à Sala de Leitura da escola. Os irmãos Leonardo, 11 anos, e Ana Paula Rodrigues Barreto, 10, do 4º e 5º ano da Escola Municipal São Tomaz de Aquino, no Leme, vão diariamente à Biblioteca Popular Municipal Infantil Max Feffer, em Copa. “Às vezes troco uma ‘pelada’ por uma hora na biblioteca”, conta Léo. O quarteto de leitores, e também bons alunos, é completado pelos irmãos Luiz Carlos da Silva Marques, 10, e Lucas, 13: juntos, já leram mais de 30 livros este ano. Pais devem ler perto dos filhosA Secretaria Municipal de Educação tem atraído os pais para a tarefa de criar nos filhos o hábito da leitura. “Os pais são orientados sobre a importância da criação do hábito diário de acompanhamento nos exercícios de casa e a verificar se o dever está sendo corrigido pelos mestres. Estamos incentivando parentes a ler perto dos filhos nas horas de lazer”, disse a secretária Cláudia Costin. A prefeitura incrementará o acervo das Salas de Leitura, presentes em 1.060 das 1.062 escolas municipais. Mestres são instruídos a levar os alunos lá com mais frequência.
DICAS
A psicopedagoga Andrea Garcez ensina os pais a ajudar os filhos no dever de casa e estimulá-los a ler.Reserve uma mesa, nunca cama ou sofá, para estudos, com livros, revistas, tesoura, cola e lápis de cor.Tempo: para os menores do 1º ano, estabeleça entre 15 e 20 minutos. Do 7º ano em diante: entre 1 e 2 horas.Fazer o dever pela criança a torna insegura e faz com que os professores acreditem que o aluno está bem.Pais devem acompanhar as tarefas dos filhos, mas cabe à escola ensinar. Professores podem escolher temas atuais, explorar recursos da mídia, da Internet, criar desafios, competições saudáveis e expor os trabalhos.O hábito da leitura é fundamental para o sucesso escolar e profissional. É difícil criá-lo se a família não lê. Os pais ensinam mais através de atos do que de palavras.


O DIA ONLINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:04  comentar

2.7.09

Saiba de que maneira as crianças entendem a perda e veja o que fazer nesse momento

Siobhán é uma garota que vive em um casarão em Dublin, Irlanda, com seu pai. Sua mãe morreu quando ela tinha apenas três anos e, agora, a menina está se esquecendo da fisionomia dela...”Já havia procurado em todos os cantos da casa. Encontrou velhos livros da mãe, uma echarpe e um par de extravagantes sapatos verdes, mas nenhuma fotografia”.

Esse é um trecho de É a Cara da Mãe (Galerinha Record), livro de Roddy Doyle que aborda um tema nada fácil de abordar com as crianças: a morte. Como afirma o próprio autor, ele partiu de uma experiência de sua mãe para escrever esse livro. “Minha avó morreu quando minha mãe tinha a mesma idade da personagem. Eu cresci sabendo disso, até que resolvi escrever essa história”, diz. A dificuldade em falar sobre o tema, inclusive, é retratada na história, por meio do silêncio do pai de Siobhán, “um sujeito legal, mas meio parado e muito triste”, que não gostava de conversar. E que nunca disse à garota uma palavra sobre sua mãe. “Na verdade, ninguém jamais falou sobre a mãe com Siobhán”. Cabe à garota, portanto, encontrar um jeito próprio de não se esquecer...

Quando chega o momento de falar sobre morte com as crianças, os pais se enchem de dúvidas: devo contar que o avô está muito doente e pode morrer? Como explicar o que é uma perda como essa? Como diz Cristina Mendes Gigliotti, psicóloga da área de Oncologia Clínica do Hospital M´Boi Mirim, em São Paulo, a primeira atitude é contar a verdade. “É preciso explicar para a criança o que é a morte. Deve-se dizer que faz parte do ciclo da vida, que é inevitável”, afirma. Para ela, as explicações de que a pessoa “foi viajar” ou “foi passear” não são indicadas. “Quem viaja, geralmente volta. E a criança também pode pensar ‘por que ele não se despediu de mim?’”, diz. Aliás, isso também deve acontecer no caso de um bicho de estimação – situação em que, geralmente, a criança tem o primeiro contato com a perda. Aproveite a situação para já explicar sobre o ciclo da vida.

Mas, como explica Cristina, a melhor maneira de a criança entender o que é a perda é explicar de uma maneira lúdica. Você deve contar a verdade, mas à resposta para a tradicional pergunta “e para onde ele foi?”, vale usar a criatividade. “Muitas crianças acham que a pessoa virou uma estrela ou que foi para o céu...nessa hora, o simbolismo é fundamental”, afirma a psicóloga. Ou seja, a criança vai entender o que aconteceu à maneira dela.

O processo de luto, como diz Cristina, tem diversas fases. Assim como os adultos, as crianças passam por isso também. “Começa com a negação, passa por uma época de muitas perguntas, depois por uma tristeza profunda, e só então chega à aceitação”, diz. Portanto, se você está preocupada por seu filho estar mais agressivo ou mais isolado depois de uma perda, saiba que esse comportamento é normal. “Se, por exemplo, a criança chora à noite, antes de dormir, é algo natural nesse processo e até uma maneira de defesa”, diz. O alerta só vale em caso de exagero, quando a tristeza passa a atrapalhar o dia a dia.

Mais uma vez, e sempre, a conversa é o mais importante. Quando o caso é de alguém doente, a preparação deve começar ainda no leito do hospital (ou em casa). Em O Guarda-chuva do Vovô (editora DCL), livro de estreia de Carolina Moreyra na literatura infantil, a personagem principal, que também é uma garota, diz como percebeu que algo estava acontecendo com seu avô. “Um dia achei o vovô diferente e perguntei pro meu pai se ele estava encolhendo”.

Para a psicóloga Cristina, se o hospital permitir a entrada de crianças, elas devem, sim, visitar o doente. “É uma maneira de fechar um ciclo e de a criança vivenciar os últimos momentos com aquela pessoa querida”, diz. Os pais precisam, no entanto, tomar certos cuidados. “As visitas não devem atrapalhar a rotina e também não dá para voltar do hospital e deixar seu filho sozinho ou ocioso...é preciso conversar, explicar o que está acontecendo, e depois, propor alguma outra atividade. Os livros, desenhos e filmes são bons aliados nessas horas”, diz. O pai da garota de É a Cara da Mãe, apesar de não gostar de conversar, às vezes lia para ela. “Toda sexta-feira ele trazia um livro novo para casa. Quando percebia que a menina estava olhando para ele, o pai sorria...”.

Outra maneira de confortar a criança é definir um “objeto de amor”. Assim como os chamados objetos de transição, pode ser uma peça de roupa, um objeto pessoal, acessório ou até mesmo um livro que tenha ligação com a pessoa que morreu. Ou então, um livro ou filme que serviu de amparo nesse momento. “Esse objeto é o que vai representar o vínculo com aquela pessoa que seu filho perdeu e pode dar uma sensação de segurança. É algo que ajuda a não se sentir tão sozinha. No caso de morte de pais ou mães, principalmente, esses objetos são muito importantes”, diz Cristina. Em o O Guarda-chuva do Vovô, o “objeto de amor” está no título. E a escolha não foi feita por acaso, como diz a autora. Ela escreveu o livro por causa da morte de seu próprio avô. “Ele ficou muito doente e faleceu um pouco depois do meu primeiro filho (hoje com três anos) nascer. Como estava com um bebê muito pequeno, não pude me despedir dele e fiquei com algo entalado dentro de mim. Em um dia de chuva, acabei pegando o guarda-chuva dele emprestado. E ficava pensando, ‘puxa, isso é tudo o que eu tenho do meu avô’...”, conta.

Carolina afirma que a obra foi uma maneira de ela mesma botar um sentimento para fora. Como não pôde se despedir do avô da maneira que gostaria, decidiu fazer isso por meio da literatura. Na hora de escolher a maneira de descrever esse sentimento, não teve dúvidas: colocou-se na situação de uma criança, a partir de um interesse crescente por literatura infantil. “Como eu vinha pensando sobre essa linguagem há algum tempo, vesti a pele da criança que provavelmente eu fui e passei a descrever o que via desse novo ponto de vista”, diz. Escrever, como ela conta, foi fácil, e o livro saiu de uma só vez. “Sentei na frente do computador, ainda com meu filho no peito, e escrevi todo o texto”.

Como a criança entende a morte em diferentes idades

Até 6 anos
O vínculo afetivo maior é com os pais (ou os cuidadores) e os irmãos. Quando ocorre uma morte fora desse círculo, a criança vai perceber que algo aconteceu, mas o sentimento de perda não será tão grande. De acordo com Cristina, não é indicado ir a velórios e enterros até essa idade. “Não há regras, pois cada criança tem uma sensibilidade diferente. Cabe aos pais decidir. Mas, no geral, os menores ainda têm muitos medos e fantasias”, diz.

A partir de 7 anos
A criança começa a criar outros vínculos (na escola, principalmente) e, com isso, passa a sentir mais intensamente as perdas fora do círculo familiar. Ela passa a compreender melhor a morte, e é possível falar mais abertamente com ela sobre o assunto.

Cristina Mendes Gigliotti
Psicóloga da área de Oncologia Clínica do Hospital M´Boi Mirim, em São Paulo


Crescer
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:51  comentar

Prefeitura ensina como pais podem identificar um veículo ilegal.Van que capotou na Linha Vermelha não era regularizada.

O acidente com a van na Linha Vermelha que matou quatro crianças e feriu outras seis, deixou muitos pais preocupados com a manutenção dos veículos que fazem transporte escolar. Nesta quinta-feira (2), a Secretaria municipal de Transportes (SMTR) e o Sindicato das empresas de transporte escolar deram algumas orientações de como os pais podem saber se o veículo é regularizado.
Segundo a prefeitura, a van que capotou na via expressa, no sentido Baixada Fluminense, não tinha licença para atuar como transporte escolar.

Como reconhecer um transporte escolar legalizado
Os veículos aptos a fazer esse tipo de transporte devem ter, segundo a Prefeitura e o sindicato, placa vermelha, pneus em bom estado, número de autorização da SMTR fixado no veículo, porta dos dois lados para embarque e desembarque, faixa amarela com a palavra “escolar” escrita em preto em toda extensão das partes laterais e da carroceria do veículo, além do selo de vistoria anual colado no parabrisa.

A SMTR também afirmou que os veículos escolares devem ter um funcionário para ajudar as crianças no embarque e desembarque, cintos de segurança, seguro para terceiros, impostos pagos em dia e o motorista deve ter habilitação na categoria “D”. Os veículos que fazem transporte escolar são obrigados a passar por duas vistoriais anuais.
A assessoria da SMTR orienta aos pais de alunos a pesquisarem se o veículo é legalizado, através do site: G1
G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:17  comentar

1.7.09
O elevado índice de adoção iniciada fora do contexto judicial, diretamente com a genitora ou nos postos de saúde e hospitais no Distrito Federal, levou a 1ª Vara da Infância e da Juventude (1ª VIJ/DF), em parceria com a Comissão Distrital Judiciária de Adoção (CDJA), a desenvolver um programa de capacitação direcionado aos servidores da rede pública de saúde do Distrito Federal sobre a adoção legal.
O programa foi iniciado em abril e já capacitou cerca de 500 servidores, de todas as áreas da saúde, nos Hospitais Regionais de Ceilândia, Asa Norte, Sobradinho, Samambaia, Guará, Planaltina, Taguatinga, Paranoá, Gama e Brazlândia, bem como no Hospital de Base de Brasília. As próximas visitas serão aos Hospitais Regionais da Asa Sul e de São Sebastião, Hospitais de Apoio, São Vicente de Paulo e das Forças Armadas.
A proposta do programa de capacitação é orientar os profissionais da rede pública de saúde sobre aspectos jurídicos e psicossociais do processo de adoção ou de acolhimento de crianças intermediado pelo Poder Judiciário. Eles são orientados sobre como proceder em casos de mães que pensam em entregar o filho para adoção, em casos de crianças em situação de risco e em casos de famílias que procuram a unidade de saúde em busca de criança para adotar.
Segundo o supervisor da Seção de Colocação em Família Substituta da 1ª VIJ/DF, Walter Gomes de Sousa, o programa de capacitação recebeu apoio incondicional da Secretaria de Estado de Saúde e tem obtido uma receptividade fantástica nos hospitais. O programa conta também com o apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e as visitas aos hospitais têm sido acompanhadas por comissários da infância e da juventude.
Nos encontros, com duração de três horas, são proferidas palestras, distribuídos folders e cartilhas sobre adoção, e exibido o vídeo intitulado “Se essa casa fosse minha”, produzido pela AMB. Walter afirma que os servidores têm elogiado o material de apoio e a disposição da 1ª Vara da Infância e da Juventude em percorrer os hospitais para construir a cultura da adoção legal. “A capacitação nas unidades de saúde derruba o muro invisível que separa o Judiciário da sociedade”, diz.
De acordo com o supervisor da 1ª VIJ/DF, o objetivo é fazer com que os participantes da capacitação se tornem agentes multiplicadores das informações, formando uma rede de reforço do sistema de proteção da infância e da juventude, evitando a chamada “adoção dirigida” ou “adoção à brasileira”, que chega a corresponder, segundo Walter, a 80% dos casos que entram na 1ª VIJ/DF.
Nos encontros de capacitação, os servidores passam a conhecer ou a compreender melhor como ocorre o processo de adoção por meio judicial e qual sua importância. Tomam conhecimento também do Programa de Acompanhamento às Gestantes da 1ª VIJ/DF. Walter destaca que esse programa garante à futura mãe que pensa em entregar o filho à adoção um apoio especializado para ajudá-la a decidir de forma segura e consciente, sem pressões ou constrangimentos.
Em dois meses de atividades, o programa de capacitação já surte efeito positivo. Conforme Walter Gomes, os servidores das unidades de saúde já estão encaminhando para a 1ª VIJ casos envolvendo adoção que chegam aos hospitais, bem como procurando a Vara para solicitar material informativo sobre o tema. A meta da 1ª VIJ e da CDJA é ampliar o programa no segundo semestre deste ano às regionais de ensino, a fim de orientar os jovens das escolas públicas sobre a questão.
A adoção é uma medida excepcional e irreversível que só deve ocorrer quando houver real impossibilidade de a criança permanecer com sua família biológica. Por isso, o supervisor da Seção de Colocação em Família Substituta da 1ª VIJ/DF ressalta a importância da mediação judicial em todas as fases do processo de acolhimento adotivo, como forma de proteger os direitos da criança ou adolescente e evitar problemas tanto para o adotado quanto para o adotante.


Clicabrasília
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:06  comentar

Estudo do Ministério da Saúde revela comportamento que aumenta o risco de contaminação por doenças sexualmente transmissíveis

Rio - Boa parcela dos brasileiros que têm relacionamentos estáveis trai seus companheiros. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, cerca de 7,1 milhões (16%) de homens e mulheres — dos 43,9 milhões que vivem com companheiros — admitiram que fazem sexo fora do casamento.
E o pior: 63% não usam preservativos quando são infiéis, segundo a ‘Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DSTs e Aids da População Brasileira (PCAP)’, divulgada ontem.
O estudo mostra ainda que o número de brasileiros que fizeram sexo casual com mais de cinco pessoas no ano anterior mais do que dobrou em quatro anos. Em 2004, 4 em cada 100 admitiram a prática. Agora, eles são 9.
“A pesquisa mostra que homens e mulheres com relações estáveis não estão isentos de ter relacionamentos casuais. Boa parte dos que têm um relacionamento estável, seja um casamento formal ou não, faz sexo fora do casamento. O dado preocupante é que, quando se faz sexo com uma terceira pessoa sem preservativo, se está colocando a vida de si próprio e do companheiro em risco”, alerta Eduardo Barbosa, diretor-adjunto do Departamento de DST/Aids do ministério.
Aos 32 anos, a advogada M.E. admite que não usou camisinha durante os 8 meses em que manteve um relacionamento fora do casamento. “Eu já não usava com meu marido. Nas primeiras vezes que o traí, usei preservativo, sim. Mas o caso ficou sério e, com a intimidade, deixamos de usar proteção”.
Ela não é a única. Segundo o levantamento, realizado com amostragem de 8 mil pessoas com idades entre 15 e 64 anos, entre as mulheres que traem seus companheiros 75% não usam preservativo. Já entre os homens, 57% traem sem medo de ser contaminados por doenças sexuais.

INTERNET FACILITA APROXIMAÇÃO SEXUAL
“Gostaríamos que toda a população usasse preservativo sempre, inclusive os casados. Mas sabemos que isso seria um mundo ideal. Então, nossa proposta é que as pessoas usem o preservativo pelo menos nas relações não estáveis. As pessoas podem ter o direito de ser infiéis, mas deveriam se preocupar com a possibilidade de contaminar seu companheiro”, afirma Barbosa.
A falta de cuidado se mantém entre os solteiros. Na PCAP de 2004, 51,6% afirmavam usar preservativo sempre que faziam sexo com parceiros eventuais. O percentual caiu para 46,5% no ano passado.
A pesquisa confirmou o que os ciumentos já vinham há muito tempo percebendo: a Internet como facilitadora de sexo eventual. Entre os homens, 10,3% admitem ter feito sexo com alguém que conheceram na Internet. Quando o recorte é por faixa etária, 10,5% dos jovens (15 a 24 anos) já fizeram sexo com alguém que conheceram da Internet.
“Uma coisa nova que surge é a Internet como espaço de encontro, o que vai exigir do governo novas estratégias para lidar com essa realidade”, afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante a apresentação do estudo. “Em sites de relacionamento, como Orkut, nos blogs e outros espaços na rede mundial de computadores, o ministério vai ter de entrar e levar informações, discutir, entrar em debates. Qual é a informação central? Não pode haver relacionamento sem uso de preservativo. O preservativo é a maneira mais segura de se prevenir a infecção com o vírus HIV”, lembra. Segundo Barbosa, a preocupação é o sexo eventual desprotegido. “No mundo virtual você pode tudo. Quando se encontram, vão direto para as relações casuais e acabam se expondo às doenças.”

CAMISINHA, VELHA CONHECIDA
A boa notícia é que o brasileiro tem informação. Mais de 95% sabem que o uso do preservativo é a melhor forma de se evitar a contaminação pelo HIV. Segundo o ministério, esse é um índices mais altos do mundo. Pesquisa realizada em 64 países indicou que 40% dos homens e 38% das mulheres com idades entre 15 e 24 anos têm a informação.
Jovens são os que mais se protegem
A faixa etária de 15 a 24 anos é a campeã no uso de preservativos. Na última relação sexual com parceiros casuais, 68% destes jovens usaram camisinha, enquanto nos maiores de 50 anos a proporção não chega a 38%. Com parceiros fixos, 30,7% dos jovens costumam usar camisinha. “Os jovens de hoje nasceram na era da Aids, por isso a relação com o preservativo é mais habitual”, diz Mariângela Simão, diretora do Departamento de DST e Aids do ministério. Segundo o estudo, quanto mais jovem, maior a chance de usar — a cada ano a mais de idade, diminui em 1% a chance de a pessoa usar camisinha.“Minha maior preocupação são as DSTs. Acho importante até com namorada”, diz o universitário Rodrigo Cunha, 19, que usa preservativo desde sua 1ª vez. Também estudante, Pedro Soares, 19, defende o sexo seguro nas relações eventuais. Ele, porém, reconhece que quando entra em relação duradoura abre mão da camisinha. “Não tenho namorada, mas se tivesse não usaria”, diz Pedro, que revela já ter saído com mulheres que pediram para não usar.

PARA SE PREVENIR

EFICIENTE
Estudo indica que o uso correto de preservativos em todas as relações tem eficácia estimada em 95% na prevenção do HIV.

COMO USAR
Abrir a embalagem com cuidado, nunca com os dentes ou objetos que possam danificá-la. Colocar a camisinha quando o pênis estiver ereto. Apertar a ponta para retirar o ar e depois desenrolá-la até a base do pênis. Se for necessário lubrificante, usar os à base de água, evitando vaselina. Após a ejaculação, retirar a camisinha com o pênis ainda ereto.

Colaborou Flávia Salme


O DIA ONLINE
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25.6.09
1. Qual é a sua escolaridade? Você tem experiência, já fez cursos para ser babá ou de primeiros socorros?
2. Para quem posso pedir referências suas? Tem contato com as crianças das quais já cuidou?
3. Por que motivo saiu da casa anterior e como era seu relacionamento com a antiga patroa?
4. Quais são as suas expectativas com o trabalho?
5. Tem problemas de saúde e carteira de vacinação em dia?
6. O que faria se meu filho se machucasse? (Imagine outras situações. Por exemplo: O que faria se ele não quisesse comer ou batesse em você?)
7. Você tem pique para brincar o dia todo e ainda fazer as papinhas?
8. Tem filhos? Qual a idade e com quem ficam? Como é a rotina na sua casa?
9. Em uma emergência, você poderia dormir em casa ou viajar conosco no fim de semana?
10. Você é feliz?

Monica Brandão e Tamara Foresti


Crescer
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:28  comentar

1. Qual é a sua escolaridade? Você tem experiência, já fez cursos para ser babá ou de primeiros socorros?
2. Para quem posso pedir referências suas? Tem contato com as crianças das quais já cuidou?
3. Por que motivo saiu da casa anterior e como era seu relacionamento com a antiga patroa?
4. Quais são as suas expectativas com o trabalho?
5. Tem problemas de saúde e carteira de vacinação em dia?
6. O que faria se meu filho se machucasse? (Imagine outras situações. Por exemplo: O que faria se ele não quisesse comer ou batesse em você?)
7. Você tem pique para brincar o dia todo e ainda fazer as papinhas?
8. Tem filhos? Qual a idade e com quem ficam? Como é a rotina na sua casa?
9. Em uma emergência, você poderia dormir em casa ou viajar conosco no fim de semana?
10. Você é feliz?

Monica Brandão e Tamara Foresti


Crescer
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colaboradores: carmen e maria celia

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