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15.7.09
Um pedófilo português foi detido anteontem à noite junto a um parque infantil de Sevilha, na Espanha, quando observava várias crianças a brincarem e se masturbava. Segundo fontes da polícia espanhola, Antonio F.A.P, de 28 anos, já estava sentado há vários minutos num banco do jardim, com as calças para baixo e a acariciar-se nos órgãos genitais, no momento em que foi detido por um agente da Guarda Civil que se encontrava de folga.
Segundo as autoridades espanholas, o suspeito já cumpriu pena de prisão efetiva em Portugal por crimes de abuso sexual de menores e foi apanhado recentemente, na Espanha, por duas situações semelhantes à de anteontem. No entanto, nas ocasiões anteriores, depois de ouvido por um juiz, acabou por sair em liberdade. Mas a prática de exibicionismo nunca parou.
O último ataque deste pedófilo português teve lugar na praça Pedro Santos Goméz, em Sevilha, pelas 22h00 de anteontem, altura em que Antonio estava observando várias crianças entre os quatro e oito anos de idade, acompanhadas pelos pais.
O suspeito acabou por ser detectado por um policial de folga, também ele com uma filha a brincar no parque, que de imediato pediu aos outros adultos para levarem as crianças do local. Em seguida, o agente deteve Antonio na posse de uma revista pornográfica e jogos de vídeo que, segundo as autoridades, serviam para este aliciar as crianças.
O português tinha sido detido em janeiro, em Córdoba, e em finais de maio, em Sevilha, por crimes semelhantes, mais uma vez em parques frequentados por muitas crianças.



Correio da Manhã
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PEQUIM - A China proibiu o uso da terapia de eletrochoque para o tratamento de viciados em internet, alegando que não está claro se o método é seguro e eficiente. O anúncio do Ministério da Saúde foi feito após o surgimento de notícias sobre um polêmico psiquiatra de Linyi, na província de Shandong, que havia submetido quase três mil adolescentes a descargas elétricas para eliminar seus supostos vícios em internet.
O governo chinês tem levado a cabo uma campanha contra o vício em internet há mais de um ano, preocupado com o tempo que os jovens passam nos cibercafés, que para as autoridades afeta os estudos e prejudica a vida familiar.
"A terapia de eletrochoque para curar o vício em internet (...) não tem fundamento em pesquisas clínicas e não há provas (de sua eficiência), portanto não é apropriada sua aplicação", diz o comunicado oficial publicado na página do ministério ( http://www.moh.gov.cn/ ).
O país mais populoso do mundo tem também o maior número de internautas, cerca de 300 milhões de pessoas segundo números do Centro de Informação chinês de redes online. Mais de 200 organizações oferecem tratamento para distúrbios relacionados a internet. Um dos fatores que contribui para o alto número de casos seria a forte cobrança dos pais.
O criador da "terapia de impacto elétrico" é o médico Yang Yongxin, conhecido como "Tio Yang". Ele dirige o Centro de Tratamento para Vício em Internet no Hospital Psiquiátrico de Linyi, onde os pacientes recebem drogas psicotrópicas e são submetidos ao eletrochoque. O custo do tratamento é de 5.500 yuanes (cerca de US$ 805) mensais.
Sob uma rígida metodologia militar e acompanhados pelos pais, os jovens são proibidos de ter qualquer contato com o mundo exterior e a maioria é internada à força, segundo o jornal "China Youth Daily". Nem "Tio Yang" nem seus seis colegas de trabalho tem formação como psicoterapeutas.



O GLOBO DIGITAL
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14.7.09

TEERÃ, 14 de julho, 10:52 (Reuters) - Um cantor e compositor iraniano que já foi comparado a Bob Dylan foi condenado à revelia a cinco anos de prisão por desrespeito às santidades religiosas. A informação é da televisão iraniana.
Um estudioso iraniano do Alcorão registrou uma queixa contra Mohsen Namjoo, que também toca o tradicional alaúde persa, pela maneira em que cantou, usando versos do livro sagrado islâmico, disse em seu site na Internet a Press TV, de língua inglesa, na noite de segunda-feira.
O estudioso, que não foi identificado pela emissora, acusou Namjoo de "fazer uma performance insultuosa de versos corânicos com instrumentos musicais, conferindo um tom de desprezo aos versos".
O irmão e também advogado do cantor teria rejeitado a acusação, dizendo que Namjoo "não teve a intenção de cometer qualquer falta de respeito". A Press TV disse que Namjoo, que pediu desculpas pelo incidente alguns meses atrás, se encontra no exterior, mas não informou em que país.
A agência de notícias iraniana Fars citou um juiz na segunda-feira como tendo confirmado que "após a investigação da queixa registrada contra ele", Namjoo foi considerado culpado, mas não deu outras informações sobre a sentença.
Em relato publicado em seu site na Internet na semana passada, a agência de notícias semi-oficial IQNA (Agência de Notícias Iraniana Alcorão) identificou o autor da queixa como sendo Abbas Salimi e o citou como tendo declarado que Namjoo foi acusado de "cantar versos do Alcorão em tom de desrespeito".
A IQNA disse que a sentença contra Namjoo, que tem pouco mais de 30 anos, foi anunciada no mês passado.
Em um perfil publicado em 2007, o New York Times disse que "as letras de Namjoo sobre crescer em um Estado islâmico, escritas em tom jocoso mas sutilmente irônico", fizeram dele "a figura mais controversa, e com certeza a mais ousada, na música persa da atualidade".
O jornal acrescentou: "Alguns o consideram um gênio, uma espécie de Bob Dylan iraniano, e dizem que sua música satírica reflete com precisão as frustrações e a desilusão da juventude iraniana".



O Globo On Line
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“Menino morre sugado por bomba de piscina na Tailândia”Acidente ocorreu durante as férias do adolescente de 14 anos.

"Menino morre sugado por bomba de piscina na TailândiaAcidente ocorreu durante as férias do adolescente de 14 anos.Da BBC
O garoto Nathan Clark Griffiths. (Foto: BBC)Um adolescente de 14 anos da Ilha de Man, no Mar da Irlanda, morreu quando estava em férias na Tailândia, depois de ser sugado pela bomba de uma piscina do parque aquático que visitava.
Acredita-se que Nathan Clark Griffiths tenha tirado uma grade de proteção do fundo da piscina para procurar seus óculos de natação.Nathan morava na Tailândia com o pai, o irmão, a madrasta tailandesa e o filho dela e eles estavam de férias no balneário de Pattaya, a leste da capital Bangcoc.
Segundo a família, logo que Nathan foi sugado pela bomba da piscina, o irmão Rhys foi até um salva-vidas, mas ele não conseguiu entender o que rapaz estava dizendo. O filho da madastra, Kevin, traduziu o pedido de ajuda, mas o salva-vidas teria dito que eles estavam mentindo porque a grade estava travada e era impossível que Nathan tivesse sido sugado.
Só quando o pai do rapaz, Jimmy, apareceu, a família teria sido levada a sério, mas muito tempo já tinha se passado. Quando eles abriram a sala de bombeamento, 20 minutos depois do incidente, o corpo do adolescente veio à tona.
A família criticou os salva-vidas do parque aquático por não terem agido mais rapidamente. O parque teria oferecido uma indenização aos parentes do rapaz morto.
A polícia tailandesa investiga agora como Nathan conseguiu abrir a grade, que deveria estar travada.Nathan e o irmão voltariam para a Ilha de Man na próxima quarta-feira para passar o verão com a mãe, Marion Griffiths, e a irmã Naomi, de 10 anos. "
Blog Flavia Vivendo em Coma
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Um grupo de mulheres sudanesas foi preso e recebeu chicotadas como punição por usar calças em público na capital, Cartum, segundo uma jornalista que foi presa junto com o grupo.
Lubna Ahmed al-Hussein, que afirma que foi condenada a 40 chicotadas, informou que ela e outras 12 mulheres que usavam calças e blusas foram detidas em um restaurante da cidade.
Segundo a jornalista, várias mulheres do grupo admitiram serem culpadas da acusação de se vestir "de forma indecente" e receberam dez chicotadas imediatamente.
Al-Hussein afirmou que um grupo de entre 20 e 30 policiais entrou de repente em um dos restaurantes mais populares de Cartum e "escolheu apenas garotas que usavam calças. Éramos cerca de 12 ou 13".
"Na delegacia eles libertaram aquelas que usavam calças mais largas ou cujas blusas foram consideradas longas o bastante. Na delegacia encontramos outras garotas do sul (do país), aguardando julgamento, elas eram cristãs e três delas tinham menos de 18 anos."
"As meninas foram sentenciadas a dez chicotadas para cada uma e a sentença foi executada imediatamente", afirmou.
A jornalista afirmou que muitas se declararam culpadas apenas para "acabar logo com isso", mas outras - incluindo ela - escolheram chamar seus advogados e esperar o julgamento.
De acordo com a lei islâmica em vigor no norte do Sudão, onde se encontra a capital, a punição a mulheres que se vestem "de forma indecente" é 40 chicotadas.
Segundo as leis do país, sudaneses que não são muçulmanos não são obrigados a seguir a lei islâmica mesmo na capital ou no norte do país, onde predomina o islamismo.
Críticas
Lubna Ahmed al-Hussein é uma jornalista sudanesa conhecida por suas críticas ao governo do país. Ela é autora de uma coluna semanal para jornais do país, chamada Kalam Rijal, que, na tradução literal significa "Conversa de Homem", uma referência satírica a uma expressão parecida em árabe coloquial, que se refere ao que as mulheres falam como algo risível e não confiável.
A jornalista disse à BBC que contratou um advogado que conseguiu enviar o processo contra ela de volta à promotoria. E também afirmou que imprimiu centenas de convites para o julgamento para que o povo sudanês possa ver o que acontece com as mulheres.
Antes de comparecer à corte, al-Hussein afirmou que o problema que ela enfrenta é também o problema de centenas de mulheres que são chicoteadas todos os dias devido às roupas que usam.
A jornalista escreveu que estas mulheres saem dos julgamentos com um sentimento de vergonha e toda a família da mulher é tratada como pária.
De acordo com o analista da BBC para o mundo árabe Magdi Abdelhadi, o Sudão tem uma sociedade conservadora que condena mulheres que desobedecem os costumes islâmicos.
A lei islâmica foi introduzida pelo ex-presidente Jaffar Al Numeri há cerca de 30 anos e, desde então, causa polêmica no país, especialmente na região sul do Sudão, que é cristã.


Comentário de um leitor sobre essa notícia, tirado do O DIA ONLINE

TEM QUE FAZER ISSO MESMO... TEM QUE DISCIPLINAR ESSAS MULHERES.. SENÃO DAQUI A POUCO AQUILO VIRA UM BRASIL...
Marcio, em 13/07/2009 às 16h48m



BBC Brasil
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12.7.09

Bem, hoje aconteceu uma coisa interessante no trabalho." Foi assim que Shirin Ebadi, a iraniana e única mulher muçulmana detentora do Prémio Nobel da Paz - que lhe foi outorgado em 2003 -, começou a conversa com o marido para lhe contar que, nesse dia, ela tinha lido a sua própria sentença de morte.
Estava-se no Outono de 2000. Há muito que a advogada, e uma vez juíza do Tribunal de Teerão, perdera a ingenuidade quanto ao tipo de regime que controlava o país. Longe iam os dias em que Shirin Ebadi e o marido, à semelhança do que faziam os milhões que residem em Teerão, subiam ao telhado da sua casa, quando o relógio marcava as 9 horas da noite para - numa resposta ao pedido do ayatollah Khomeini - gritar a plenos pulmões "Allah akbar" (Deus é grande"). Agora, Ebadi integrava um grupo de advogados que procurava preparar o processo de opositores assassinados pelos esbirros da República Islâmica. Um processo só possível porque, pela primeira vez, o Estado assumira que tinha eliminado os seus críticos. E fizera-o de forma arbitrária.
"A próxima pessoa a morrer é Shirin Ebadi." Fora esta a frase que a advogada lera, nesse dia, ao tentar inteirar- -se das acusações feitas às duas vítimas cuja defesa estava a seu cargo. Ebadi seguiu a narrativa com atenção: tratava-se do relato de uma conversa entre o ministro dos Serviços Secretos iraniano e o indivíduo que deveria executar o crime. Este estava disposto a agir de imediato mas o ministro insistia que a advogada só deveria ser assassinada após o mês do Ramadão. Por razões que a própria "condenada" não conseguiu apurar, a execução nunca foi consumada. Mas, nesse dia, Ebadi leu a sua sentença de morte e - como ela própria conta numa das suas obras - face a ela "não me sentia assustada, nem estava zangada. Lembro-me sobretudo de um avassalador sentimento de descrença. Pensava: por que é que eles me odeiam tanto?" Mais tarde, após o jantar, Ebadi relata ao marido o que lera, começando a conversa com a frase: "Bem, hoje aconteceu uma coisa interessante no trabalho..."
Mas, afinal, quem é esta mulher que os clérigos de Teerão temiam? Corria o dia 21 de Junho de 1947, quando, em Hamedan (Oeste do Irão), Shirin veio ao mundo. A recebê-la teve uma família abastada, algo tradicional mas sem ser conservadora ou religiosa em excesso. Uma casa "bastante grande" foi o universo da sua infância em Teerão, onde os pais não estabeleceram qualquer diferença na educação entre ela e o irmão. Para grande escândalo do "pessoal doméstico".
Ebadi foi uma jovem do seu tempo. No poder estava o xá, nas ruas de Teerão, as jovens iranianas usavam a minissaia, participavam em tertúlias literárias. Sem véu, lenço ou chador.
Ebadi não foi excepção. Cursou Direito porque queria seguir a magistratura. E assim o fez. Aos 23 anos, é uma das juízas do Tribunal do Teerão, o que a faz perder vários pretendentes. Porque, como ela própria conta, os homens, por mais liberais que fossem, "temiam ser casados com uma juíza". Até que, na Primavera de 1975, apareceu Javad - o engenheiro com quem a "teimosa" Shirin acabou por casar e com quem teve duas filhas. É com ele que a juíza partilha a sua própria queda: o regime dos ayatollahs, ao contrário do xá, veda à mulher iraniana cargos de magistratura; daí que Ebadi seja afastada para um trabalho menor no Ministério da Justiça, situação que não consegue aceitar. Os seus protestos e a "greve de zelo" nada alteram. E a depressão espreita. Salva-a o nascimento da segunda filha.
Reformada - com 15 anos de serviço, como prevê a lei da República Islâmica -, Ebadi tem tempo para tudo: para a família, para os seus artigos, para os livros - que começa a escrever -, para se despedir dos amigos que abandonam o país, para ficar atenta à violência dos esbirros do regime contra o povo. E desse povo faz parte o jovem Fuad, o irmão mais novo do marido, que foi executado na prisão após um processo que nada tem de credível. A execução de Fuad, no Outono de 1988, marca profundamente Ebadi; de tal modo que fala dela a toda a gente, numa violação - quase desafio - às ordens que haviam recebido. Torna-a "mais obstinada". Fuad e Leila, a criança de nove anos que é violada por três adultos e depois assassinada, são os dois casos que, de certa forma, forçam Shirin Ebadi a sair de si própria, a retomar a sua coragem para desafiar o poder. Recuperada a autorização para exercer advocacia, Ebadi transforma-se na voz daqueles que a não têm.
Hoje, Shirin Ebadi, fundadora do Círculo de Defesa dos Direitos Humanos, é uma das vozes incontornáveis no Irão. O que não significa que a sua segurança seja, por isso, um dado adquirido.
A prová-lo, o facto de mais de um dos advogados que com ela colabora terem sido detidos no rescaldo dos protestos contra os resultados das eleições presidenciais.

Fonte: DNGlobo
Foto: José Meneses de Oliveira
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Ping Ping e An An completaram um ano e ganharam até bolo.Gêmeos são filhos de sobrevivente do terremoto de Sichuan.

Os pandas gigantes gêmeos Ping Ping (à esq.) e An An comem bolo para celebrar seu primeiro aniversário nesta segunda-feira (6) em Yaan, na província chinesa de Sichuan. Eles são filhos de Guo Guo, que sobreviveu ao terremoto que abalou a província em 12 de maio de 2008.



G1
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10.7.09



Clone (à dir.) age como isca (Foto: I-Min Tso/Divulgação)

Cientistas em Taiwan descobriram uma espécie de aranha que cria um "clone" de si mesma para despistar seus predadores.
Em artigo publicado na revista especializada Animal Behaviour, os biólogos Ling Tseng e I-Min Tso, da Universidade de Tunghai, afirmam ainda que este pode ser o primeiro exemplo de um animal capaz de construir uma réplica em tamanho natural de seu próprio corpo.
Segundo eles, o comportamento da espécie, chamada Cyclosa mulmeinensis, também ajuda a esclarecer por que muitos aracnídeos gostam de decorar suas teias com ornamentos estranhos, como partes de plantas, dejetos e restos de presas e de ovos.
Como esses detritos geralmente têm as mesmas cores das aranhas, os cientistas suspeitam que eles ajudem a camuflar a aranha.

'Iscas'
Tseng e Tso observaram, em uma ilha na costa de Taiwan, que a Cyclosa mulmeinensis não apenas decorava sua teia, como também juntava os detritos para compor objetos de seu próprio tamanho.
Segundo os cientistas, esses "dublês" atraíam os predadores - em geral, vespas - por também terem a mesma cor e a mesma maneira de refletir a luz que as verdadeiras aranhas.
"Nossos resultados mostram que esta espécie vulnerável de aranha se protege de ataques de predadores, construindo iscas que os atraem mais do que ela própria", escreveram os pesquisadores em seu artigo.
Eles afirmam que em teias não decoradas, as vespas atacavam diretamente as aranhas.

Mistério
Há mais de cem anos, cientistas vêm tentando entender por que muitas espécies de aranhas decoram suas teias.
Mas para Tso, não há uma só resposta.
"Creio que a função da decoração varia entre as espécies", disse o cientista à BBC, citando como exemplo as teias decoradas com seda, que têm por objetivo reforçar a trama e impedir que ela seja destruída. Outras teias são decoradas para atrair e deter presas.
O disfarce é um recurso muito usado por vários animais.
Alguns tentam evitar serem vistos usando a camuflagem para se "misturar" a seu habitat, como as mariposas. Outros, como as lagartixas, desenvolvem artefatos mais sofisticados, como o de conseguir se soltar se sua cauda por pega.



BBC Brasil
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LOS ANGELES - Os detetives que investigam a morte de Michael Jackson não descartam a hipótese de o cantor ter sido assassinado. O chefe de polícia de Los Angeles, William Bratton, disse à TV CNN que, após uma investigação "abrangente", aguarda apenas o resultado dos exames toxicológicos para chegar à conclusão sobre a morte repentina do Rei do Pop.
Muitos participantes da homenagem a Michael Jackson sequer o conheciam
- Baseado no que o legista disser teremos uma ideia sobre com que estamos lidando. Estamos tratando de um homicídio? De uma overdose acidental? Do que estamos tratando? - disse Bratton, que informou ter feito um levantamento do histórico de prescrição de medicamentos e estar tentando falar com todos os médicos que atenderam o cantor.
Enquanto isso, o pai do cantor, Joe Jackson, deu uma entrevista ao programa de TV "ABC News", exibida na manhã desta sexta-feira, em que disse acreditar que um "crime" esteja ligado à morte do filho, mas não deu detalhes.
O relatório do legista determinará a causa da morte a partir dos resultados dos exames toxicólogicos - que devem ser divulgados na próxima semana.
O chefe de polícia afirmou que detetives estão reunindo evidências, que incluem itens apreendidos na casa alugada por Jackson, e interrogando vários médicos do cantor, mas Bratton deixou claro que a palavra final sobre o caso só poderá ser dada depois que o legista determinar a causa da morte do Rei do Pop:
- O próximo passo é realmente dele. Mas não estamos parados enquanto esperamos seu relatório.
Jackson, que morreu no dia 25 de junho, tinha um conhecido histórico de uso de medicamentos prescritos, especialmente analgésicos. Depois da morte do cantor, Cherilyn Lee, uma enfermeira que trabalhou para Jackson, disse à AP que teria rejeitado várias vezes os pedidos dele para que ela aplicasse o potente anestésico Diprivan, também conhecido como Propofol.
Jackson tinha vários médicos, amigos e funcionários que entravam e saíam de sua vida. Não se sabe que pessoas estão sendo interrogadas pela polícia, porque o departamento não deu detalhes sobre a investigação.
Joe Jackson disse não saber nada sobre as drogas com que seu filho estaria envolvido.
- Não sei nem o nome delas. O que sei é que, seja lá o que estava tomando, era para fazê-lo descansar, porque ele estava trabalhando muito.
A polícia apreendeu o carro de um médico da casa de Jackson horas depois de sua morte e, mais tarde, afirmou que o veículo porderia conter medicamentos ou outras evidências. Médicos legistas também disseram que Jackson estava tomando medicamentos controlados, mas se recusaram a entrar em detalhes antes do resultado do exame toxicológico.
O pai de Jackson afirmou à ABC que ele e a esposa, Katherine, deveriam ficar com a custódia dos três filhos de Michael. Ele contou que a filha de Michael, Paris, que falou durante a homenagem ao pai na terça-feira, está sofrendo muito com a morte e que chora sempre que o nome de Michael é mencionado. Joe Jackson disse ainda que ela pode ter futuro no mundo do entretenimento, assim como o irmão mais novo, Prince Michael II, apelidado de Blanket, que ''realmente sabe dançar".




O Globo On Line
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9.7.09

Após cinco dias de disputas no Cairo (Egito), a Imagine Cup - competição internacional organizada pela Microsoft - anunciou os seus vencedores na noite de anteontem.
Entre eles, Alexandre Nacari e Henrique Perticarati, alunos do curso de desenho industrial da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru, que conquistaram o primeiro lugar na categoria design. Como prêmio, Alexandre e Henrique receberam US$ 8 mil.
Os estudantes - estagiários do Laboratório de Tecnologia da Informação Aplicada (LTIA) da Faculdade de Ciências da Unesp - formaram a equipe Willburn especialmente para participar da competição.
A equipe teve 36 horas nas finais, no Egito, para criar projeto de Interface baseado no tema da competição (“Imagine um mundo onde a tecnologia ajude a resolver os problemas do planeta que mais nos desafiam hoje”).
Para se classificar para as finais, a Willburn desenvolveu o projeto Cheops, que é uma interface que engloba atividades para ajudar na alfabetização de crianças.
Alexandre e Henrique usaram como referência a mesa do Museu da Língua Portuguesa, em que o usuário pode juntar letras e sílabas para formar palavras.
A partir daí, aparece uma animação explicando a etimologia da palavra formada. No projeto Cheops, as letras podem ser substituídas por números, ajudando no ensino da matemática, ou por elementos químicos, entre outras matérias pedagógicas.
Cerca de 300 estudantes participaram das finais, no Egito, em diversas categorias. Desses, 22 são brasileiros.
Entre os representantes do Brasil, três equipes saíram vencedoras. E outras duas equipes formadas por estudantes da Unesp de Bauru tiveram colocações de destaque na Imagine Cup.
A equipe OpenLab, formada pelos estagiários do LTIA Bianca Bertoni, Pedro Cavalca e Thiago Fabre, que cursam ciências da computação e João Franco, do curso de sistemas de informação, ficou entre as 12 melhores equipes na categoria Embedded (dispositivos embarcados).
Além deles, a equipe A Casa Amarela, formada por Claudia Daher e Thalita Hayata, do curso de desenho industrial, ficou entre os 6 melhores times na categoria Short Film (Filme de curta metragem).
A Imagine Cup é uma competição realizada anualmente pela Microsoft, que busca soluções inovadoras.



Jornal da Cidade
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colaboradores: carmen e maria celia

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