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30.5.09

SÃO PAULO - O governo de São Paulo mandou retirar mais quatro livros das escolas da rede pública estadual nesta sexta-feira. De acordo com a secretaria de Estado da Educação, as obras, que faziam parte do programa de melhoria da alfabetização, tinham conteúdo preconceituoso e eram inadequadas para a faixa etária a que estavam destinadas. Não foi informado o número de exemplares que foram distribuídos. Até agora, seis dos 817 livros do programa "Ler e Escrever" foram recolhidos. Uma sindicância está apurando as responsabilidades pelos erros no processo de seleção e compra dos títulos.
Dos quatro livros retirados da lista nesta sexta-feira pelo governo José Serra um continha conteúdo preconceituoso: "Um Campeonato de Piadas", de Laerte Sarrumor e Guca Domenico, da editora Nova Alexandria. Por serem inadequados para a faixa etária estavam: "O Triste Fim do Menino Ostra e Outras Histórias", de Tim Burton, da editora Girafinha; "Memórias Inventadas - A Infância", de Manoel de Barros, da editora Planeta, das salas do Programa de Recuperação Intensiva da quarta série; e "Manual de Desculpas Esfarrapadas: casos de humor", de Leo Cunha, editora FTD. Esse último era dedicado às salas do Programa de Recuperação Intensiva da 4ª série.
O secretário Paulo Renato Souza, ex-ministro da Educação, resolveu fazer um pente fino na lista do programa depois que foram descobertos os primeiros livros com conteúdos inadequados. Nesta quinta-feira, Paulo Renato anunciou a retirada de um material de apoio para alunos do 3º ano do ensino fundamental. Havia tom irônico e de difícil compreensão para as crianças em uma da poesia 'Manual de auto-ajuda para supervilões', escrita pelo poeta mato-grossense Joca Reiners Terron. Uma frase diz: 'Nunca ame ninguém. Estupre'.
No mesmo poema, os alunos ainda encontraram frases como 'Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto' e 'Seja um pouco efeminado. Isso sempre funciona com estilistas'. A outra poesia, 'Perdido nas cidades', tem um trecho que fala de um esquimó: "Meu amigo esquimó nunca me deixa só. E, quando estou prestes a congelar, ele mija em cima de mim". O livro foi selecionado por um grupo de professores do programa "Ler e Escrever". Segundo Paulo Renato, o material é destinado a adolescentes e não a crianças de 9 anos. Ele admitiu que o livro pode causar problemas nos desenvolvimento das crianças.
Na semana passada, o governo já havia mandado recolher mil exemplares de um livro que continha palavrões e expressões de conteúdo sexual: "Dez na área, um na banheira e Ninguém no Gol, uma coletânea de histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol, também distribuído para a terceira série.
Em março, alunos da 6ª série do ensino fundamental receberam livros de Geografia com informação errada, em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa e o Equador sequer era ilustrado.
Paulo Renato explicou que a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) compra os livros, que são encaminhados para os coordenadores pedagógicos do programa Ler e Escrever. Segundo ele, houve erro grave na seleção dos livros e não foram seguidos os critérios definidos pela própria equipe da FDE.
- Logo que surgiu o primeiro problema, pedimos à coordenação do programa que revisasse os livros - disse Paulo Renato.
Em Santa Catarina, a Secretaria de Educação começou a recolher na quinta-feira 130 mil exemplares da obra "Aventuras Provisórias", do escritor catarinense Cristóvão Tezza, que haviam sido distribuídos às escolas da rede estadual, após a reclamação de duas professoras, uma de Joinville, no norte do Estado, e outra de Criciúma,
do Sul, que consideraram o vocabulário do livro inadequado para alunos do ensino médio.

Fonte: Globo
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:35  comentar


SÃO PAULO - O governo de São Paulo mandou retirar mais quatro livros das escolas da rede pública estadual nesta sexta-feira. De acordo com a secretaria de Estado da Educação, as obras, que faziam parte do programa de melhoria da alfabetização, tinham conteúdo preconceituoso e eram inadequadas para a faixa etária a que estavam destinadas. Não foi informado o número de exemplares que foram distribuídos. Até agora, seis dos 817 livros do programa "Ler e Escrever" foram recolhidos. Uma sindicância está apurando as responsabilidades pelos erros no processo de seleção e compra dos títulos.
Dos quatro livros retirados da lista nesta sexta-feira pelo governo José Serra um continha conteúdo preconceituoso: "Um Campeonato de Piadas", de Laerte Sarrumor e Guca Domenico, da editora Nova Alexandria. Por serem inadequados para a faixa etária estavam: "O Triste Fim do Menino Ostra e Outras Histórias", de Tim Burton, da editora Girafinha; "Memórias Inventadas - A Infância", de Manoel de Barros, da editora Planeta, das salas do Programa de Recuperação Intensiva da quarta série; e "Manual de Desculpas Esfarrapadas: casos de humor", de Leo Cunha, editora FTD. Esse último era dedicado às salas do Programa de Recuperação Intensiva da 4ª série.
O secretário Paulo Renato Souza, ex-ministro da Educação, resolveu fazer um pente fino na lista do programa depois que foram descobertos os primeiros livros com conteúdos inadequados. Nesta quinta-feira, Paulo Renato anunciou a retirada de um material de apoio para alunos do 3º ano do ensino fundamental. Havia tom irônico e de difícil compreensão para as crianças em uma da poesia 'Manual de auto-ajuda para supervilões', escrita pelo poeta mato-grossense Joca Reiners Terron. Uma frase diz: 'Nunca ame ninguém. Estupre'.
No mesmo poema, os alunos ainda encontraram frases como 'Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto' e 'Seja um pouco efeminado. Isso sempre funciona com estilistas'. A outra poesia, 'Perdido nas cidades', tem um trecho que fala de um esquimó: "Meu amigo esquimó nunca me deixa só. E, quando estou prestes a congelar, ele mija em cima de mim". O livro foi selecionado por um grupo de professores do programa "Ler e Escrever". Segundo Paulo Renato, o material é destinado a adolescentes e não a crianças de 9 anos. Ele admitiu que o livro pode causar problemas nos desenvolvimento das crianças.
Na semana passada, o governo já havia mandado recolher mil exemplares de um livro que continha palavrões e expressões de conteúdo sexual: "Dez na área, um na banheira e Ninguém no Gol, uma coletânea de histórias em quadrinhos de vários autores sobre futebol, também distribuído para a terceira série.
Em março, alunos da 6ª série do ensino fundamental receberam livros de Geografia com informação errada, em que o Paraguai aparecia duas vezes no mapa e o Equador sequer era ilustrado.
Paulo Renato explicou que a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) compra os livros, que são encaminhados para os coordenadores pedagógicos do programa Ler e Escrever. Segundo ele, houve erro grave na seleção dos livros e não foram seguidos os critérios definidos pela própria equipe da FDE.
- Logo que surgiu o primeiro problema, pedimos à coordenação do programa que revisasse os livros - disse Paulo Renato.
Em Santa Catarina, a Secretaria de Educação começou a recolher na quinta-feira 130 mil exemplares da obra "Aventuras Provisórias", do escritor catarinense Cristóvão Tezza, que haviam sido distribuídos às escolas da rede estadual, após a reclamação de duas professoras, uma de Joinville, no norte do Estado, e outra de Criciúma,
do Sul, que consideraram o vocabulário do livro inadequado para alunos do ensino médio.

Fonte: Globo
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Agrotóxico na água pode ter contaminado família em MG
Laudos indicam presença de produto proibido pelo governo federal.
Moradores disseram que água da torneira tinha espuma.
Sete pessoas de uma família de Elói Mendes (MG) podem estar contaminadas por agrotóxicos. Laudos comprovaram a presença de uma substância proibida pelo Ministério da Agricultura na água consumida pelos moradores.
A suspeita surgiu no ano passado. Os moradores disseram que a água da torneira espumava e tinha uma consistência diferente. A análise demorou cinco meses para ser concluída e a família continuou consumindo o produto.
Os técnicos suspeitam que o produto foi usado em fazendas da região. A Secretaria de Saúde da cidade informou que vai pagar as despesas com exames e tratamento da família.

Fonte: G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:51  comentar


Agrotóxico na água pode ter contaminado família em MG
Laudos indicam presença de produto proibido pelo governo federal.
Moradores disseram que água da torneira tinha espuma.
Sete pessoas de uma família de Elói Mendes (MG) podem estar contaminadas por agrotóxicos. Laudos comprovaram a presença de uma substância proibida pelo Ministério da Agricultura na água consumida pelos moradores.
A suspeita surgiu no ano passado. Os moradores disseram que a água da torneira espumava e tinha uma consistência diferente. A análise demorou cinco meses para ser concluída e a família continuou consumindo o produto.
Os técnicos suspeitam que o produto foi usado em fazendas da região. A Secretaria de Saúde da cidade informou que vai pagar as despesas com exames e tratamento da família.

Fonte: G1
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Agrotóxico na água pode ter contaminado família em MG
Laudos indicam presença de produto proibido pelo governo federal.
Moradores disseram que água da torneira tinha espuma.
Sete pessoas de uma família de Elói Mendes (MG) podem estar contaminadas por agrotóxicos. Laudos comprovaram a presença de uma substância proibida pelo Ministério da Agricultura na água consumida pelos moradores.
A suspeita surgiu no ano passado. Os moradores disseram que a água da torneira espumava e tinha uma consistência diferente. A análise demorou cinco meses para ser concluída e a família continuou consumindo o produto.
Os técnicos suspeitam que o produto foi usado em fazendas da região. A Secretaria de Saúde da cidade informou que vai pagar as despesas com exames e tratamento da família.

Fonte: G1
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Agrotóxico na água pode ter contaminado família em MG
Laudos indicam presença de produto proibido pelo governo federal.
Moradores disseram que água da torneira tinha espuma.
Sete pessoas de uma família de Elói Mendes (MG) podem estar contaminadas por agrotóxicos. Laudos comprovaram a presença de uma substância proibida pelo Ministério da Agricultura na água consumida pelos moradores.
A suspeita surgiu no ano passado. Os moradores disseram que a água da torneira espumava e tinha uma consistência diferente. A análise demorou cinco meses para ser concluída e a família continuou consumindo o produto.
Os técnicos suspeitam que o produto foi usado em fazendas da região. A Secretaria de Saúde da cidade informou que vai pagar as despesas com exames e tratamento da família.

Fonte: G1
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29.5.09
Surto de infecções por vírus no Hospital da Mulher da Unicamp leva à suspensão dos partos
O Hospital da Mulher da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), referência no País, suspendeu ontem (28) todos os partos em razão de um surto de infecções por um vírus respiratório na UTI neonatal. Um bebê de aproximadamente dois meses morreu e outros 14 recém-nascidos permanecem internados e isolados, dois em estado grave, contaminados pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Segundo a unidade, que realiza 300 partos mensais, a morte do bebê não tem relação direta com o surto, e sim com outros problemas de saúde. As internações de bebês na UTI de 30 leitos semi-intensivos estavam suspensas desde o dia 21, quando foi diagnosticado o terceiro caso da doença, configurando-se assim o quadro de surto. Tanto as crianças contaminadas quanto os outros recém-nascidos, que não foram infectados, recebem tratamento com anticorpo chamado monoclonal. De acordo com a diretora associada do hospital, Ângela Maria Bacha, nas crianças em que o vírus foi detectado, o objetivo é reduzir a gravidade e a duração da doença. E naquelas não contaminadas, a intenção é melhorar a imunidade e diminuir a possibilidade de contaminação. “O vírus entrou na UTI neonatal por meio de crianças internadas. Provavelmente elas tiveram contato com o vírus lá fora", afirma. O VSR foi descrito em 1956 e é considerado o principal causador de doenças do trato respiratório inferior em pessoas com menos de um ano. Conforme a virologista Marilda Siqueira, do Laboratório de Vírus Respiratórios da Fundação Oswaldo Cruz, estudos mostram que até 60% das crianças de até dois anos de idade se infectam pelo menos duas vezes com o vírus, porque no Hemisfério Sul ele circula a partir do fim do outono e no inverno. "Como é de transmissão respiratória, é muito fácil de pegar. Se uma criança doente é colocada em uma enfermaria, não é difícil que outras se contaminem por secreções no ar, pelas mãos dos profissionais que não fazem a higiene necessária e até pelos pais que visitam esses locais”, explica.

[O Estado de S. Paulo (SP), Tatiana Favaro e Fabiane Leite – 29/05/2009]

Fonte: ANDI
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:38  comentar

Surto de infecções por vírus no Hospital da Mulher da Unicamp leva à suspensão dos partos
O Hospital da Mulher da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), referência no País, suspendeu ontem (28) todos os partos em razão de um surto de infecções por um vírus respiratório na UTI neonatal. Um bebê de aproximadamente dois meses morreu e outros 14 recém-nascidos permanecem internados e isolados, dois em estado grave, contaminados pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Segundo a unidade, que realiza 300 partos mensais, a morte do bebê não tem relação direta com o surto, e sim com outros problemas de saúde. As internações de bebês na UTI de 30 leitos semi-intensivos estavam suspensas desde o dia 21, quando foi diagnosticado o terceiro caso da doença, configurando-se assim o quadro de surto. Tanto as crianças contaminadas quanto os outros recém-nascidos, que não foram infectados, recebem tratamento com anticorpo chamado monoclonal. De acordo com a diretora associada do hospital, Ângela Maria Bacha, nas crianças em que o vírus foi detectado, o objetivo é reduzir a gravidade e a duração da doença. E naquelas não contaminadas, a intenção é melhorar a imunidade e diminuir a possibilidade de contaminação. “O vírus entrou na UTI neonatal por meio de crianças internadas. Provavelmente elas tiveram contato com o vírus lá fora", afirma. O VSR foi descrito em 1956 e é considerado o principal causador de doenças do trato respiratório inferior em pessoas com menos de um ano. Conforme a virologista Marilda Siqueira, do Laboratório de Vírus Respiratórios da Fundação Oswaldo Cruz, estudos mostram que até 60% das crianças de até dois anos de idade se infectam pelo menos duas vezes com o vírus, porque no Hemisfério Sul ele circula a partir do fim do outono e no inverno. "Como é de transmissão respiratória, é muito fácil de pegar. Se uma criança doente é colocada em uma enfermaria, não é difícil que outras se contaminem por secreções no ar, pelas mãos dos profissionais que não fazem a higiene necessária e até pelos pais que visitam esses locais”, explica.

[O Estado de S. Paulo (SP), Tatiana Favaro e Fabiane Leite – 29/05/2009]

Fonte: ANDI
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Surto de infecções por vírus no Hospital da Mulher da Unicamp leva à suspensão dos partos
O Hospital da Mulher da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), referência no País, suspendeu ontem (28) todos os partos em razão de um surto de infecções por um vírus respiratório na UTI neonatal. Um bebê de aproximadamente dois meses morreu e outros 14 recém-nascidos permanecem internados e isolados, dois em estado grave, contaminados pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Segundo a unidade, que realiza 300 partos mensais, a morte do bebê não tem relação direta com o surto, e sim com outros problemas de saúde. As internações de bebês na UTI de 30 leitos semi-intensivos estavam suspensas desde o dia 21, quando foi diagnosticado o terceiro caso da doença, configurando-se assim o quadro de surto. Tanto as crianças contaminadas quanto os outros recém-nascidos, que não foram infectados, recebem tratamento com anticorpo chamado monoclonal. De acordo com a diretora associada do hospital, Ângela Maria Bacha, nas crianças em que o vírus foi detectado, o objetivo é reduzir a gravidade e a duração da doença. E naquelas não contaminadas, a intenção é melhorar a imunidade e diminuir a possibilidade de contaminação. “O vírus entrou na UTI neonatal por meio de crianças internadas. Provavelmente elas tiveram contato com o vírus lá fora", afirma. O VSR foi descrito em 1956 e é considerado o principal causador de doenças do trato respiratório inferior em pessoas com menos de um ano. Conforme a virologista Marilda Siqueira, do Laboratório de Vírus Respiratórios da Fundação Oswaldo Cruz, estudos mostram que até 60% das crianças de até dois anos de idade se infectam pelo menos duas vezes com o vírus, porque no Hemisfério Sul ele circula a partir do fim do outono e no inverno. "Como é de transmissão respiratória, é muito fácil de pegar. Se uma criança doente é colocada em uma enfermaria, não é difícil que outras se contaminem por secreções no ar, pelas mãos dos profissionais que não fazem a higiene necessária e até pelos pais que visitam esses locais”, explica.

[O Estado de S. Paulo (SP), Tatiana Favaro e Fabiane Leite – 29/05/2009]

Fonte: ANDI
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Surto de infecções por vírus no Hospital da Mulher da Unicamp leva à suspensão dos partos
O Hospital da Mulher da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), referência no País, suspendeu ontem (28) todos os partos em razão de um surto de infecções por um vírus respiratório na UTI neonatal. Um bebê de aproximadamente dois meses morreu e outros 14 recém-nascidos permanecem internados e isolados, dois em estado grave, contaminados pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Segundo a unidade, que realiza 300 partos mensais, a morte do bebê não tem relação direta com o surto, e sim com outros problemas de saúde. As internações de bebês na UTI de 30 leitos semi-intensivos estavam suspensas desde o dia 21, quando foi diagnosticado o terceiro caso da doença, configurando-se assim o quadro de surto. Tanto as crianças contaminadas quanto os outros recém-nascidos, que não foram infectados, recebem tratamento com anticorpo chamado monoclonal. De acordo com a diretora associada do hospital, Ângela Maria Bacha, nas crianças em que o vírus foi detectado, o objetivo é reduzir a gravidade e a duração da doença. E naquelas não contaminadas, a intenção é melhorar a imunidade e diminuir a possibilidade de contaminação. “O vírus entrou na UTI neonatal por meio de crianças internadas. Provavelmente elas tiveram contato com o vírus lá fora", afirma. O VSR foi descrito em 1956 e é considerado o principal causador de doenças do trato respiratório inferior em pessoas com menos de um ano. Conforme a virologista Marilda Siqueira, do Laboratório de Vírus Respiratórios da Fundação Oswaldo Cruz, estudos mostram que até 60% das crianças de até dois anos de idade se infectam pelo menos duas vezes com o vírus, porque no Hemisfério Sul ele circula a partir do fim do outono e no inverno. "Como é de transmissão respiratória, é muito fácil de pegar. Se uma criança doente é colocada em uma enfermaria, não é difícil que outras se contaminem por secreções no ar, pelas mãos dos profissionais que não fazem a higiene necessária e até pelos pais que visitam esses locais”, explica.

[O Estado de S. Paulo (SP), Tatiana Favaro e Fabiane Leite – 29/05/2009]

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