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23.6.09
Policiais do Grupo de Operações Táticas da Polícia Civil encontraram na manhã desta terça-feira (23) o corpo de Valdione dos Santos, de 18 anos, que foi sequestrado na tarde do último domingo (21) por dois criminosos e, de acordo com testemunhas, foi levado em um barco para uma das ilhas de um manguezal no bairro Mangue Seco, em Vitória. Os policiais fizeram buscas na manhã desta terça e encontraram o corpo com sinais de tortura na mesma região apontada pelas testemunhas. Ele teria sido vítima de uma vingança. Informações dadas à polícia dão conta de que há cerca de quatro meses um criminoso, identificado como Christian Herbert Martins Romania, conhecido como "Gordo", teria sido vítima de uma tentativa de homicídio. E, por conta disso, Gordo iria se vingar de Valdione, que supostamente era um dos envolvidos.Familiares de Valdiones que prestaram depoimento na Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV) de Vitória não quiseram conversar com a imprensa, mas devido ao histórico de violência praticada por "Gordo", os familiares não tinham muita esperança em encontrar o rapaz vivo.



Gazeta Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:30  comentar

22.6.09
RIO - Mário Oliveira Filho, advogado de Alessandra Ramalho D'Ávila Nunes - acusada de matar a facadas o marido Renato Biasotto , na madrugada do último dia 13, na frente do filho do casal, de 5 anos, na Barra da Tijuca - pretende entrar, hoje ou amanhã, com um pedido de habeas corpus para sua cliente alegando que ela agiu em legítima defesa e que ainda não foram feitos os exames necessários em Renato Biasotto. A família do empresário vai tentar obter a guarda do filho do casal.
Alessandra já é considerada foragida, pois já existe um pedido de prisão preventiva contra ela decretada pelo 3º Tribunal do Júri. Após matar Renato, ela fugiu levando o filho, mas não se sabe se ela ainda está com a criança.
Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, o professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) Marcos D'Ávila Nunes, pai de Alessandra, sustentou que ela agiu em legítima defesa.
- Ela avisou para ele que queria se afastar da vida dele. Eu acho que esse foi o motivo que fez com que ele reagisse dessa maneira, bebendo tanto e ofendendo-a - disse o pai ao programa. - Ela se defendeu. Ela falou "para, para" e ele não parou e avançou sobre a faca.



O Globo On Line
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RIO - Mário Oliveira Filho, advogado de Alessandra Ramalho D'Ávila Nunes - acusada de matar a facadas o marido Renato Biasotto , na madrugada do último dia 13, na frente do filho do casal, de 5 anos, na Barra da Tijuca - pretende entrar, hoje ou amanhã, com um pedido de habeas corpus para sua cliente alegando que ela agiu em legítima defesa e que ainda não foram feitos os exames necessários em Renato Biasotto. A família do empresário vai tentar obter a guarda do filho do casal.
Alessandra já é considerada foragida, pois já existe um pedido de prisão preventiva contra ela decretada pelo 3º Tribunal do Júri. Após matar Renato, ela fugiu levando o filho, mas não se sabe se ela ainda está com a criança.
Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, o professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) Marcos D'Ávila Nunes, pai de Alessandra, sustentou que ela agiu em legítima defesa.
- Ela avisou para ele que queria se afastar da vida dele. Eu acho que esse foi o motivo que fez com que ele reagisse dessa maneira, bebendo tanto e ofendendo-a - disse o pai ao programa. - Ela se defendeu. Ela falou "para, para" e ele não parou e avançou sobre a faca.



O Globo On Line
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19.6.09
A investigação da Delegacia de Homicídios (DH) sobre o desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, em junho de 2008, na Barra da Tijuca , vai resultar no indiciamento de seis PMs por homicídio doloso qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito revela ainda que os policiais, do 31º BPM (Barra), recorreram a milicianos de Jacarepaguá para dar sumiço ao corpo, que teria sido queimado num "micro-ondas" - fogueira feita com pneus.
O inquérito, a cargo do delegado Ricardo Barbosa, deverá ser enviado ao Ministério Público na próxima semana. A investigação detalha a participação de cada um dos seis PMs. O cabo Marcos Paulo Nogueira Maranhão e o soldado William Luiz dos Nascimento, que estavam de serviço numa patrulha na saída do Túnel do Joá, na Barra, serão indiciados por homicídio doloso qualificado, cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão, e ocultação de cadáver, delito punido com um a três anos de reclusão.
Um dos PMs envolvidos na ocultação do corpo teria ligação com milicianos de Curicica e Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Com o auxílio dos paramilitares, o corpo da jovem foi queimado. Em meio à investigação, partes de uma ossada chegou a ser recolhida num terreno em Curicica. A análise da perícia, no entanto, descartou que o corpo fosse de Patrícia. Há ainda informações de que a jovem foi queimada às margens de um canal em Rio das Pedras.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar

A investigação da Delegacia de Homicídios (DH) sobre o desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, em junho de 2008, na Barra da Tijuca , vai resultar no indiciamento de seis PMs por homicídio doloso qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito revela ainda que os policiais, do 31º BPM (Barra), recorreram a milicianos de Jacarepaguá para dar sumiço ao corpo, que teria sido queimado num "micro-ondas" - fogueira feita com pneus.
O inquérito, a cargo do delegado Ricardo Barbosa, deverá ser enviado ao Ministério Público na próxima semana. A investigação detalha a participação de cada um dos seis PMs. O cabo Marcos Paulo Nogueira Maranhão e o soldado William Luiz dos Nascimento, que estavam de serviço numa patrulha na saída do Túnel do Joá, na Barra, serão indiciados por homicídio doloso qualificado, cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão, e ocultação de cadáver, delito punido com um a três anos de reclusão.
Um dos PMs envolvidos na ocultação do corpo teria ligação com milicianos de Curicica e Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Com o auxílio dos paramilitares, o corpo da jovem foi queimado. Em meio à investigação, partes de uma ossada chegou a ser recolhida num terreno em Curicica. A análise da perícia, no entanto, descartou que o corpo fosse de Patrícia. Há ainda informações de que a jovem foi queimada às margens de um canal em Rio das Pedras.



O Globo On Line
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A investigação da Delegacia de Homicídios (DH) sobre o desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, em junho de 2008, na Barra da Tijuca , vai resultar no indiciamento de seis PMs por homicídio doloso qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito revela ainda que os policiais, do 31º BPM (Barra), recorreram a milicianos de Jacarepaguá para dar sumiço ao corpo, que teria sido queimado num "micro-ondas" - fogueira feita com pneus.
O inquérito, a cargo do delegado Ricardo Barbosa, deverá ser enviado ao Ministério Público na próxima semana. A investigação detalha a participação de cada um dos seis PMs. O cabo Marcos Paulo Nogueira Maranhão e o soldado William Luiz dos Nascimento, que estavam de serviço numa patrulha na saída do Túnel do Joá, na Barra, serão indiciados por homicídio doloso qualificado, cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão, e ocultação de cadáver, delito punido com um a três anos de reclusão.
Um dos PMs envolvidos na ocultação do corpo teria ligação com milicianos de Curicica e Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Com o auxílio dos paramilitares, o corpo da jovem foi queimado. Em meio à investigação, partes de uma ossada chegou a ser recolhida num terreno em Curicica. A análise da perícia, no entanto, descartou que o corpo fosse de Patrícia. Há ainda informações de que a jovem foi queimada às margens de um canal em Rio das Pedras.



O Globo On Line
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17.6.09
Um homem do Estado americano do Michigan alega ser um menino desaparecido em 1955 no Estado de Nova York, em um caso que mobilizou a polícia, a população e a imprensa na época.
Steven Damman tinha apenas 2 anos quando sua mãe, Marilyn, o deixou, junto com sua irmã mais nova, do lado de fora de uma padaria em Long Island enquanto ela fazia compras. Ao sair, as duas crianças tinham desaparecido.
A bebê foi encontrada a alguns quarteirões de distância. Mas Steven nunca mais foi visto, apesar de uma “caçada” que contou com a ajuda de milhares de voluntários, segundo um jornal da época.
Agora, o homem está sendo submetido a testes de DNA para comprovar se ele é mesmo o menino desaparecido.

Investigação
Até o momento, o FBI, que está conduzindo a investigação, não quer revelar a identidade do homem nem os motivos pelos quais ele acredita ser Steven Dammen.
Jerry Damman, pai de Steven, disse ao jornal britânico The Times que foi informado de que o próprio homem teria feito uma investigação sobre suas origens e a de sua família adotiva, que também teria vivido em Long Island na época, e cruzou as informações com notícias sobre crianças desaparecidas.
Damman também contou à rede de televisão americana CNN que nunca perdeu as esperanças de encontrar o filho.
Há alguns anos, a irmã de Steven forneceu amostras de DNA para uma investigação sobre a morte de um menino encontrado dentro de uma caixa de papelão na Filadélfia, em 1957. Mas a conclusão foi de que não se tratava de Steven.



BBCBrasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:28  comentar

Um homem do Estado americano do Michigan alega ser um menino desaparecido em 1955 no Estado de Nova York, em um caso que mobilizou a polícia, a população e a imprensa na época.
Steven Damman tinha apenas 2 anos quando sua mãe, Marilyn, o deixou, junto com sua irmã mais nova, do lado de fora de uma padaria em Long Island enquanto ela fazia compras. Ao sair, as duas crianças tinham desaparecido.
A bebê foi encontrada a alguns quarteirões de distância. Mas Steven nunca mais foi visto, apesar de uma “caçada” que contou com a ajuda de milhares de voluntários, segundo um jornal da época.
Agora, o homem está sendo submetido a testes de DNA para comprovar se ele é mesmo o menino desaparecido.

Investigação
Até o momento, o FBI, que está conduzindo a investigação, não quer revelar a identidade do homem nem os motivos pelos quais ele acredita ser Steven Dammen.
Jerry Damman, pai de Steven, disse ao jornal britânico The Times que foi informado de que o próprio homem teria feito uma investigação sobre suas origens e a de sua família adotiva, que também teria vivido em Long Island na época, e cruzou as informações com notícias sobre crianças desaparecidas.
Damman também contou à rede de televisão americana CNN que nunca perdeu as esperanças de encontrar o filho.
Há alguns anos, a irmã de Steven forneceu amostras de DNA para uma investigação sobre a morte de um menino encontrado dentro de uma caixa de papelão na Filadélfia, em 1957. Mas a conclusão foi de que não se tratava de Steven.



BBCBrasil
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Um homem do Estado americano do Michigan alega ser um menino desaparecido em 1955 no Estado de Nova York, em um caso que mobilizou a polícia, a população e a imprensa na época.
Steven Damman tinha apenas 2 anos quando sua mãe, Marilyn, o deixou, junto com sua irmã mais nova, do lado de fora de uma padaria em Long Island enquanto ela fazia compras. Ao sair, as duas crianças tinham desaparecido.
A bebê foi encontrada a alguns quarteirões de distância. Mas Steven nunca mais foi visto, apesar de uma “caçada” que contou com a ajuda de milhares de voluntários, segundo um jornal da época.
Agora, o homem está sendo submetido a testes de DNA para comprovar se ele é mesmo o menino desaparecido.

Investigação
Até o momento, o FBI, que está conduzindo a investigação, não quer revelar a identidade do homem nem os motivos pelos quais ele acredita ser Steven Dammen.
Jerry Damman, pai de Steven, disse ao jornal britânico The Times que foi informado de que o próprio homem teria feito uma investigação sobre suas origens e a de sua família adotiva, que também teria vivido em Long Island na época, e cruzou as informações com notícias sobre crianças desaparecidas.
Damman também contou à rede de televisão americana CNN que nunca perdeu as esperanças de encontrar o filho.
Há alguns anos, a irmã de Steven forneceu amostras de DNA para uma investigação sobre a morte de um menino encontrado dentro de uma caixa de papelão na Filadélfia, em 1957. Mas a conclusão foi de que não se tratava de Steven.



BBCBrasil
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16.6.09























"Oh pedaço de mim, oh metade afastada de mim leva o teu olhar que a saudade é o pior tormento é pior do que o esquecimento é pior do que se entrevar"

Chico Buarque de Holanda

Portal Kids
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