notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
28.4.09
Esta pergunta cai sobre a minha cabeça como bombas no Iraque. Não há um dia em que eu abra meu correio eletrônico sem encontrar um ponto de interrogação nos e-mails, por vezes até bem irônicos. Vocês têm razão, leitores! A imprensa precisa colocar o ponto final no enredo dessa peça. O público entrou no teatro, foi presenteado com um espetáculo quase circense e seus autores se recusam a apresentar o nome do assassino? Imaginem se não desvendassem o mistério de Odete Reutemann em 1989? Acho que teriam matado o Gilberto Braga.
Por isso começo este post com a imagem acima: o banheiro público da estação de trem de Stettbach, Zurique. Tirei a foto em 13 de fevereiro, dois dias depois que o Ricardo Noblat havia publicado no seu blog a incrível história da brasileira. Esse teria sido o local de refúgio dela após o suposto ataque por skinheads. A tristeza e frieza do banheiro combinavam bem com a história.
A questão agora é saber o que aconteceu com a Paula Oliveira. Desde que ela confessou que havia encenado o crime, o silêncio é completo. Pesquisas no Google News mostram que há muito tempo não saem mais notícias sobre o caso. A última que encontrei foi publicada pelo portal Terra e conta que Paula Oliveira continua em Zurique, está sem namorado e afastada do trabalho.
Hoje peguei o telefone para obter novas informações. Segundo Rainer Angst, porta-voz da Procuradoria Geral de Zurique, o processo continua rolando. O passaporte de Paula Oliveira permanece confiscado e as autoridades têm realizado não apenas interrogatórios, mas também perícias psiquiátricas. "Precisamos verificar a sua culpabilidade e isso leva bastante tempo", explicou.
Meu colega Wilfred Gadêlha, do Jornal do Commercio de Recife, me explicou que por lá ninguém tem informações sobre ela. O pai esteve no Brasil, mas fugiu dos jornalistas como o capeta foge da cruz. O advogado de defesa de Paula Oliveira em Zurique, Roger Müller, não atende mais os telefonemas da imprensa. Todos os números telefônicos ligados à família também estão desativados na Suíça.

Por isso, prometo aos leitores que não irei esquecer as perguntas. Espero apenas paciência e que...a justiça seja feita.

Enviado por Alexander Thoele


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:14  ver comentários (2) comentar

Esta pergunta cai sobre a minha cabeça como bombas no Iraque. Não há um dia em que eu abra meu correio eletrônico sem encontrar um ponto de interrogação nos e-mails, por vezes até bem irônicos. Vocês têm razão, leitores! A imprensa precisa colocar o ponto final no enredo dessa peça. O público entrou no teatro, foi presenteado com um espetáculo quase circense e seus autores se recusam a apresentar o nome do assassino? Imaginem se não desvendassem o mistério de Odete Reutemann em 1989? Acho que teriam matado o Gilberto Braga.
Por isso começo este post com a imagem acima: o banheiro público da estação de trem de Stettbach, Zurique. Tirei a foto em 13 de fevereiro, dois dias depois que o Ricardo Noblat havia publicado no seu blog a incrível história da brasileira. Esse teria sido o local de refúgio dela após o suposto ataque por skinheads. A tristeza e frieza do banheiro combinavam bem com a história.
A questão agora é saber o que aconteceu com a Paula Oliveira. Desde que ela confessou que havia encenado o crime, o silêncio é completo. Pesquisas no Google News mostram que há muito tempo não saem mais notícias sobre o caso. A última que encontrei foi publicada pelo portal Terra e conta que Paula Oliveira continua em Zurique, está sem namorado e afastada do trabalho.
Hoje peguei o telefone para obter novas informações. Segundo Rainer Angst, porta-voz da Procuradoria Geral de Zurique, o processo continua rolando. O passaporte de Paula Oliveira permanece confiscado e as autoridades têm realizado não apenas interrogatórios, mas também perícias psiquiátricas. "Precisamos verificar a sua culpabilidade e isso leva bastante tempo", explicou.
Meu colega Wilfred Gadêlha, do Jornal do Commercio de Recife, me explicou que por lá ninguém tem informações sobre ela. O pai esteve no Brasil, mas fugiu dos jornalistas como o capeta foge da cruz. O advogado de defesa de Paula Oliveira em Zurique, Roger Müller, não atende mais os telefonemas da imprensa. Todos os números telefônicos ligados à família também estão desativados na Suíça.

Por isso, prometo aos leitores que não irei esquecer as perguntas. Espero apenas paciência e que...a justiça seja feita.

Enviado por Alexander Thoele


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:14  ver comentários (2) comentar

Esta pergunta cai sobre a minha cabeça como bombas no Iraque. Não há um dia em que eu abra meu correio eletrônico sem encontrar um ponto de interrogação nos e-mails, por vezes até bem irônicos. Vocês têm razão, leitores! A imprensa precisa colocar o ponto final no enredo dessa peça. O público entrou no teatro, foi presenteado com um espetáculo quase circense e seus autores se recusam a apresentar o nome do assassino? Imaginem se não desvendassem o mistério de Odete Reutemann em 1989? Acho que teriam matado o Gilberto Braga.
Por isso começo este post com a imagem acima: o banheiro público da estação de trem de Stettbach, Zurique. Tirei a foto em 13 de fevereiro, dois dias depois que o Ricardo Noblat havia publicado no seu blog a incrível história da brasileira. Esse teria sido o local de refúgio dela após o suposto ataque por skinheads. A tristeza e frieza do banheiro combinavam bem com a história.
A questão agora é saber o que aconteceu com a Paula Oliveira. Desde que ela confessou que havia encenado o crime, o silêncio é completo. Pesquisas no Google News mostram que há muito tempo não saem mais notícias sobre o caso. A última que encontrei foi publicada pelo portal Terra e conta que Paula Oliveira continua em Zurique, está sem namorado e afastada do trabalho.
Hoje peguei o telefone para obter novas informações. Segundo Rainer Angst, porta-voz da Procuradoria Geral de Zurique, o processo continua rolando. O passaporte de Paula Oliveira permanece confiscado e as autoridades têm realizado não apenas interrogatórios, mas também perícias psiquiátricas. "Precisamos verificar a sua culpabilidade e isso leva bastante tempo", explicou.
Meu colega Wilfred Gadêlha, do Jornal do Commercio de Recife, me explicou que por lá ninguém tem informações sobre ela. O pai esteve no Brasil, mas fugiu dos jornalistas como o capeta foge da cruz. O advogado de defesa de Paula Oliveira em Zurique, Roger Müller, não atende mais os telefonemas da imprensa. Todos os números telefônicos ligados à família também estão desativados na Suíça.

Por isso, prometo aos leitores que não irei esquecer as perguntas. Espero apenas paciência e que...a justiça seja feita.

Enviado por Alexander Thoele


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:14  ver comentários (2) comentar

Esta pergunta cai sobre a minha cabeça como bombas no Iraque. Não há um dia em que eu abra meu correio eletrônico sem encontrar um ponto de interrogação nos e-mails, por vezes até bem irônicos. Vocês têm razão, leitores! A imprensa precisa colocar o ponto final no enredo dessa peça. O público entrou no teatro, foi presenteado com um espetáculo quase circense e seus autores se recusam a apresentar o nome do assassino? Imaginem se não desvendassem o mistério de Odete Reutemann em 1989? Acho que teriam matado o Gilberto Braga.
Por isso começo este post com a imagem acima: o banheiro público da estação de trem de Stettbach, Zurique. Tirei a foto em 13 de fevereiro, dois dias depois que o Ricardo Noblat havia publicado no seu blog a incrível história da brasileira. Esse teria sido o local de refúgio dela após o suposto ataque por skinheads. A tristeza e frieza do banheiro combinavam bem com a história.
A questão agora é saber o que aconteceu com a Paula Oliveira. Desde que ela confessou que havia encenado o crime, o silêncio é completo. Pesquisas no Google News mostram que há muito tempo não saem mais notícias sobre o caso. A última que encontrei foi publicada pelo portal Terra e conta que Paula Oliveira continua em Zurique, está sem namorado e afastada do trabalho.
Hoje peguei o telefone para obter novas informações. Segundo Rainer Angst, porta-voz da Procuradoria Geral de Zurique, o processo continua rolando. O passaporte de Paula Oliveira permanece confiscado e as autoridades têm realizado não apenas interrogatórios, mas também perícias psiquiátricas. "Precisamos verificar a sua culpabilidade e isso leva bastante tempo", explicou.
Meu colega Wilfred Gadêlha, do Jornal do Commercio de Recife, me explicou que por lá ninguém tem informações sobre ela. O pai esteve no Brasil, mas fugiu dos jornalistas como o capeta foge da cruz. O advogado de defesa de Paula Oliveira em Zurique, Roger Müller, não atende mais os telefonemas da imprensa. Todos os números telefônicos ligados à família também estão desativados na Suíça.

Por isso, prometo aos leitores que não irei esquecer as perguntas. Espero apenas paciência e que...a justiça seja feita.

Enviado por Alexander Thoele


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:14  ver comentários (2) comentar

Esta pergunta cai sobre a minha cabeça como bombas no Iraque. Não há um dia em que eu abra meu correio eletrônico sem encontrar um ponto de interrogação nos e-mails, por vezes até bem irônicos. Vocês têm razão, leitores! A imprensa precisa colocar o ponto final no enredo dessa peça. O público entrou no teatro, foi presenteado com um espetáculo quase circense e seus autores se recusam a apresentar o nome do assassino? Imaginem se não desvendassem o mistério de Odete Reutemann em 1989? Acho que teriam matado o Gilberto Braga.
Por isso começo este post com a imagem acima: o banheiro público da estação de trem de Stettbach, Zurique. Tirei a foto em 13 de fevereiro, dois dias depois que o Ricardo Noblat havia publicado no seu blog a incrível história da brasileira. Esse teria sido o local de refúgio dela após o suposto ataque por skinheads. A tristeza e frieza do banheiro combinavam bem com a história.
A questão agora é saber o que aconteceu com a Paula Oliveira. Desde que ela confessou que havia encenado o crime, o silêncio é completo. Pesquisas no Google News mostram que há muito tempo não saem mais notícias sobre o caso. A última que encontrei foi publicada pelo portal Terra e conta que Paula Oliveira continua em Zurique, está sem namorado e afastada do trabalho.
Hoje peguei o telefone para obter novas informações. Segundo Rainer Angst, porta-voz da Procuradoria Geral de Zurique, o processo continua rolando. O passaporte de Paula Oliveira permanece confiscado e as autoridades têm realizado não apenas interrogatórios, mas também perícias psiquiátricas. "Precisamos verificar a sua culpabilidade e isso leva bastante tempo", explicou.
Meu colega Wilfred Gadêlha, do Jornal do Commercio de Recife, me explicou que por lá ninguém tem informações sobre ela. O pai esteve no Brasil, mas fugiu dos jornalistas como o capeta foge da cruz. O advogado de defesa de Paula Oliveira em Zurique, Roger Müller, não atende mais os telefonemas da imprensa. Todos os números telefônicos ligados à família também estão desativados na Suíça.

Por isso, prometo aos leitores que não irei esquecer as perguntas. Espero apenas paciência e que...a justiça seja feita.

Enviado por Alexander Thoele


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:14  ver comentários (2) comentar

Esta pergunta cai sobre a minha cabeça como bombas no Iraque. Não há um dia em que eu abra meu correio eletrônico sem encontrar um ponto de interrogação nos e-mails, por vezes até bem irônicos. Vocês têm razão, leitores! A imprensa precisa colocar o ponto final no enredo dessa peça. O público entrou no teatro, foi presenteado com um espetáculo quase circense e seus autores se recusam a apresentar o nome do assassino? Imaginem se não desvendassem o mistério de Odete Reutemann em 1989? Acho que teriam matado o Gilberto Braga.
Por isso começo este post com a imagem acima: o banheiro público da estação de trem de Stettbach, Zurique. Tirei a foto em 13 de fevereiro, dois dias depois que o Ricardo Noblat havia publicado no seu blog a incrível história da brasileira. Esse teria sido o local de refúgio dela após o suposto ataque por skinheads. A tristeza e frieza do banheiro combinavam bem com a história.
A questão agora é saber o que aconteceu com a Paula Oliveira. Desde que ela confessou que havia encenado o crime, o silêncio é completo. Pesquisas no Google News mostram que há muito tempo não saem mais notícias sobre o caso. A última que encontrei foi publicada pelo portal Terra e conta que Paula Oliveira continua em Zurique, está sem namorado e afastada do trabalho.
Hoje peguei o telefone para obter novas informações. Segundo Rainer Angst, porta-voz da Procuradoria Geral de Zurique, o processo continua rolando. O passaporte de Paula Oliveira permanece confiscado e as autoridades têm realizado não apenas interrogatórios, mas também perícias psiquiátricas. "Precisamos verificar a sua culpabilidade e isso leva bastante tempo", explicou.
Meu colega Wilfred Gadêlha, do Jornal do Commercio de Recife, me explicou que por lá ninguém tem informações sobre ela. O pai esteve no Brasil, mas fugiu dos jornalistas como o capeta foge da cruz. O advogado de defesa de Paula Oliveira em Zurique, Roger Müller, não atende mais os telefonemas da imprensa. Todos os números telefônicos ligados à família também estão desativados na Suíça.

Por isso, prometo aos leitores que não irei esquecer as perguntas. Espero apenas paciência e que...a justiça seja feita.

Enviado por Alexander Thoele


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:14  ver comentários (2) comentar

Esta pergunta cai sobre a minha cabeça como bombas no Iraque. Não há um dia em que eu abra meu correio eletrônico sem encontrar um ponto de interrogação nos e-mails, por vezes até bem irônicos. Vocês têm razão, leitores! A imprensa precisa colocar o ponto final no enredo dessa peça. O público entrou no teatro, foi presenteado com um espetáculo quase circense e seus autores se recusam a apresentar o nome do assassino? Imaginem se não desvendassem o mistério de Odete Reutemann em 1989? Acho que teriam matado o Gilberto Braga.
Por isso começo este post com a imagem acima: o banheiro público da estação de trem de Stettbach, Zurique. Tirei a foto em 13 de fevereiro, dois dias depois que o Ricardo Noblat havia publicado no seu blog a incrível história da brasileira. Esse teria sido o local de refúgio dela após o suposto ataque por skinheads. A tristeza e frieza do banheiro combinavam bem com a história.
A questão agora é saber o que aconteceu com a Paula Oliveira. Desde que ela confessou que havia encenado o crime, o silêncio é completo. Pesquisas no Google News mostram que há muito tempo não saem mais notícias sobre o caso. A última que encontrei foi publicada pelo portal Terra e conta que Paula Oliveira continua em Zurique, está sem namorado e afastada do trabalho.
Hoje peguei o telefone para obter novas informações. Segundo Rainer Angst, porta-voz da Procuradoria Geral de Zurique, o processo continua rolando. O passaporte de Paula Oliveira permanece confiscado e as autoridades têm realizado não apenas interrogatórios, mas também perícias psiquiátricas. "Precisamos verificar a sua culpabilidade e isso leva bastante tempo", explicou.
Meu colega Wilfred Gadêlha, do Jornal do Commercio de Recife, me explicou que por lá ninguém tem informações sobre ela. O pai esteve no Brasil, mas fugiu dos jornalistas como o capeta foge da cruz. O advogado de defesa de Paula Oliveira em Zurique, Roger Müller, não atende mais os telefonemas da imprensa. Todos os números telefônicos ligados à família também estão desativados na Suíça.

Por isso, prometo aos leitores que não irei esquecer as perguntas. Espero apenas paciência e que...a justiça seja feita.

Enviado por Alexander Thoele


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:14  ver comentários (2) comentar

24.4.09


Segundo a Procuradoria Suíça, a avaliação psiquiátrica da brasileira Paula Oliveira, que disse ter sido vítima de um ataque neonazista na Suíça em fevereiro deste ano e foi desmentida pela polícia, pode durar meses, segundo informações da Procuradoria de Zurique. Seu passaporte continua retido e ela não pode deixar a Suíça.
O porta-voz do Ministério Público da Suíça, Rainer Angst, confirmou os exames, mas se negou a dar mais informações, como a data de início, a frequência e a conclusão do laudo psiquiátrico, "devido ao sigilo para proteger o andamento do procedimento".
Ainda segundo Angst, "geralmente demora algumas semanas ou meses até que se tenha um diagnóstico conclusivo."
A reportagem tentou entrar em contato por telefone com o pai de Paula, Paulo Oliveira, e o advogado de defesa da brasileira, Roger Müller-Silva, mas não obteve resposta.

Caso
Paula Oliveira, 26, que mora na Suíça, afirmou ter sido espancada por supostos skinheads em uma estação de trem nos arredores de Zurique, no dia 9 de fevereiro, e teve parte do corpo retalhado por estilete. Ela disse ainda que estava no terceiro mês de gestação de gêmeos e que havia sofrido aborto após a agressão.
Em seu corpo, havia marcas da sigla SVP (Partido do Povo Suíço) --também conhecido como UDC (União Democrática do Centro)-- que defende políticas anti-imigrantes consideradas racistas pela oposição.
A brasileira tirou várias fotos dos locais do corpo que teriam sido alvo dos criminosos. No dia 13 de fevereiro, a polícia de Zurique disse que ela não estava grávida no momento dos ferimentos. Na ocasião, as autoridades afirmaram que Paula pode ter causado os ferimentos em si mesma.
Dias depois, reportagem do jornal suíço 'Tages Anzeiger' afirma que a brasileira inventou a gravidez para forçar o noivo a casar com ela e assim conseguir o visto de permanência na Suíça. De acordo com a reportagem, o visto de permanência de Paula, que permite a ela trabalhar no escritório em Zurique da multinacional dinamarquesa Maersk, acaba no final deste ano. Sem o visto, ela precisaria deixar o país.
Suspeito
A brasileira deixou no dia 17 de fevereiro o Hospital Universitário de Zurique, onde estava internada após a suposta agressão. No dia seguinte, ela passou oficialmente de vítima a suspeita no caso.
O Ministério Público de Zurique abriu um processo penal contra ela por falsa denúncia, depois que exames mostraram que Paula não estava grávida no momento da suposta agressão, como ela tinha declarado às autoridades. Com a decisão, Paula não poderá deixar o país até o fim das investigações.
No dia 19 de fevereiro, o Ministério Público confirmou que a brasileira mentiu sobre as agressões que afirmou ter sofrido e também sobre a gravidez. O depoimento foi colhido no dia 13. De acordo com o comunicado feito pela Promotoria, Paula admitiu que fez os ferimentos em si mesma. O órgão investiga se o ato foi planejado e se há outras pessoas envolvidas.
A família diz que Paula tem lúpus --a doença atinge o sistema imunológico e, em casos mais graves, pode causar distúrbios psicológicos.

Vídeo da Globo
Com informações da Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:01  comentar



Segundo a Procuradoria Suíça, a avaliação psiquiátrica da brasileira Paula Oliveira, que disse ter sido vítima de um ataque neonazista na Suíça em fevereiro deste ano e foi desmentida pela polícia, pode durar meses, segundo informações da Procuradoria de Zurique. Seu passaporte continua retido e ela não pode deixar a Suíça.
O porta-voz do Ministério Público da Suíça, Rainer Angst, confirmou os exames, mas se negou a dar mais informações, como a data de início, a frequência e a conclusão do laudo psiquiátrico, "devido ao sigilo para proteger o andamento do procedimento".
Ainda segundo Angst, "geralmente demora algumas semanas ou meses até que se tenha um diagnóstico conclusivo."
A reportagem tentou entrar em contato por telefone com o pai de Paula, Paulo Oliveira, e o advogado de defesa da brasileira, Roger Müller-Silva, mas não obteve resposta.

Caso
Paula Oliveira, 26, que mora na Suíça, afirmou ter sido espancada por supostos skinheads em uma estação de trem nos arredores de Zurique, no dia 9 de fevereiro, e teve parte do corpo retalhado por estilete. Ela disse ainda que estava no terceiro mês de gestação de gêmeos e que havia sofrido aborto após a agressão.
Em seu corpo, havia marcas da sigla SVP (Partido do Povo Suíço) --também conhecido como UDC (União Democrática do Centro)-- que defende políticas anti-imigrantes consideradas racistas pela oposição.
A brasileira tirou várias fotos dos locais do corpo que teriam sido alvo dos criminosos. No dia 13 de fevereiro, a polícia de Zurique disse que ela não estava grávida no momento dos ferimentos. Na ocasião, as autoridades afirmaram que Paula pode ter causado os ferimentos em si mesma.
Dias depois, reportagem do jornal suíço 'Tages Anzeiger' afirma que a brasileira inventou a gravidez para forçar o noivo a casar com ela e assim conseguir o visto de permanência na Suíça. De acordo com a reportagem, o visto de permanência de Paula, que permite a ela trabalhar no escritório em Zurique da multinacional dinamarquesa Maersk, acaba no final deste ano. Sem o visto, ela precisaria deixar o país.
Suspeito
A brasileira deixou no dia 17 de fevereiro o Hospital Universitário de Zurique, onde estava internada após a suposta agressão. No dia seguinte, ela passou oficialmente de vítima a suspeita no caso.
O Ministério Público de Zurique abriu um processo penal contra ela por falsa denúncia, depois que exames mostraram que Paula não estava grávida no momento da suposta agressão, como ela tinha declarado às autoridades. Com a decisão, Paula não poderá deixar o país até o fim das investigações.
No dia 19 de fevereiro, o Ministério Público confirmou que a brasileira mentiu sobre as agressões que afirmou ter sofrido e também sobre a gravidez. O depoimento foi colhido no dia 13. De acordo com o comunicado feito pela Promotoria, Paula admitiu que fez os ferimentos em si mesma. O órgão investiga se o ato foi planejado e se há outras pessoas envolvidas.
A família diz que Paula tem lúpus --a doença atinge o sistema imunológico e, em casos mais graves, pode causar distúrbios psicológicos.

Vídeo da Globo
Com informações da Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:01  comentar



Segundo a Procuradoria Suíça, a avaliação psiquiátrica da brasileira Paula Oliveira, que disse ter sido vítima de um ataque neonazista na Suíça em fevereiro deste ano e foi desmentida pela polícia, pode durar meses, segundo informações da Procuradoria de Zurique. Seu passaporte continua retido e ela não pode deixar a Suíça.
O porta-voz do Ministério Público da Suíça, Rainer Angst, confirmou os exames, mas se negou a dar mais informações, como a data de início, a frequência e a conclusão do laudo psiquiátrico, "devido ao sigilo para proteger o andamento do procedimento".
Ainda segundo Angst, "geralmente demora algumas semanas ou meses até que se tenha um diagnóstico conclusivo."
A reportagem tentou entrar em contato por telefone com o pai de Paula, Paulo Oliveira, e o advogado de defesa da brasileira, Roger Müller-Silva, mas não obteve resposta.

Caso
Paula Oliveira, 26, que mora na Suíça, afirmou ter sido espancada por supostos skinheads em uma estação de trem nos arredores de Zurique, no dia 9 de fevereiro, e teve parte do corpo retalhado por estilete. Ela disse ainda que estava no terceiro mês de gestação de gêmeos e que havia sofrido aborto após a agressão.
Em seu corpo, havia marcas da sigla SVP (Partido do Povo Suíço) --também conhecido como UDC (União Democrática do Centro)-- que defende políticas anti-imigrantes consideradas racistas pela oposição.
A brasileira tirou várias fotos dos locais do corpo que teriam sido alvo dos criminosos. No dia 13 de fevereiro, a polícia de Zurique disse que ela não estava grávida no momento dos ferimentos. Na ocasião, as autoridades afirmaram que Paula pode ter causado os ferimentos em si mesma.
Dias depois, reportagem do jornal suíço 'Tages Anzeiger' afirma que a brasileira inventou a gravidez para forçar o noivo a casar com ela e assim conseguir o visto de permanência na Suíça. De acordo com a reportagem, o visto de permanência de Paula, que permite a ela trabalhar no escritório em Zurique da multinacional dinamarquesa Maersk, acaba no final deste ano. Sem o visto, ela precisaria deixar o país.
Suspeito
A brasileira deixou no dia 17 de fevereiro o Hospital Universitário de Zurique, onde estava internada após a suposta agressão. No dia seguinte, ela passou oficialmente de vítima a suspeita no caso.
O Ministério Público de Zurique abriu um processo penal contra ela por falsa denúncia, depois que exames mostraram que Paula não estava grávida no momento da suposta agressão, como ela tinha declarado às autoridades. Com a decisão, Paula não poderá deixar o país até o fim das investigações.
No dia 19 de fevereiro, o Ministério Público confirmou que a brasileira mentiu sobre as agressões que afirmou ter sofrido e também sobre a gravidez. O depoimento foi colhido no dia 13. De acordo com o comunicado feito pela Promotoria, Paula admitiu que fez os ferimentos em si mesma. O órgão investiga se o ato foi planejado e se há outras pessoas envolvidas.
A família diz que Paula tem lúpus --a doença atinge o sistema imunológico e, em casos mais graves, pode causar distúrbios psicológicos.

Vídeo da Globo
Com informações da Folha Online
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:01  comentar


pesquisar
 
colaboradores: carmen e maria celia

Julho 2009
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9


21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


arquivos
blogs SAPO