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24.6.09
A advogada de David Goldman, o norte-americano que trava uma batalha judicial com a justiça brasileira para reaver a custódia do filho, Sean, de 9 anos, disse que bloqueou uma entrevista com o menor.

O programa “The Early Show” apresentou na manhã da última terça-feira (23) uma entrevista com o avô e padrasto de Sean Goldman. Ambos disseram que querem que o menino fique no Brasil ao invés de viver com seu pai biológico em Tinton Falls, New Jersey.

Entretanto, a emissora decidiu não exibir uma entrevista com Sean que havia sido anunciada há poucos dias antes.

Patrícia Apy, advogada que representa David Goldman, disse que informou a rede de televisão que exibição da entrevista com o menino violaria uma ordem dada por um juiz brasileiro.

A ex-mulher de David, Bruna Bianchi, levou Sean ao Brasil em 2004 e nunca mais retornou aos Estados Unidos. Ela morreu ano passado de complicações de parto, após ter dado a luz à uma menina, fruto de seu segundo casamento.



Brazilian Voice
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:20  comentar

23.6.09

O americano David Goldman pretende aproveitar as férias escolares do filho Sean, 9 anos, para usufruir do novo regime de convivência instituído pela Justiça Federal, que permite que ele, quando estiver no Brasil, fique com a criança até que a Justiça tome uma decisão final sobre a guarda do menino. As informações são do advogado de Goldman, Ricardo Zamariola, e foram publicadas nesta terça-feira pelo jornal Folha de S.Paulo.
Sean Goldman veio dos Estados Unidos há cinco anos, com a mãe Bruna Bianchi, para passar as férias e visitar a família materna. Posteriormente, Bruna telefonou para o marido, o americano David Goldman, e pediu o divórcio. No ano passado, Bruna morreu de complicações do parto da segunda filha, do segundo casamento dela, com o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto briga na Justiça pela guarda do menino, que tem dupla nacionalidade: americana e brasileira.
Na última quinta-feira, a 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro autorizou que o americano fique com seu filho, no Brasil até que o Tribunal Regional Federal (TRF) decida sobre a guarda do menino. O pai poderá ficar com o filho das 9h de segunda-feira às 20h de sábado sempre que estiver no Rio.
O advogado afirmou que americano ainda não avisou oficialmente o padrasto do menino sobre quando virá ao País. No entanto, disse que Goldman "não tem condições" de permanecer indefinidamente no Brasil à espera da decisão final sobre o caso.
Segundo a Folha, o advogado do padrasto da criança, Sérgio Tostes, não foi localizado para comentar a vinda de Goldman. Na semana passada, ele teria afirmado que vai recorrer ele disse à Folha que já tinha entrado com recurso contra a decisão.



Redação Terra
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:25  comentar


O americano David Goldman pretende aproveitar as férias escolares do filho Sean, 9 anos, para usufruir do novo regime de convivência instituído pela Justiça Federal, que permite que ele, quando estiver no Brasil, fique com a criança até que a Justiça tome uma decisão final sobre a guarda do menino. As informações são do advogado de Goldman, Ricardo Zamariola, e foram publicadas nesta terça-feira pelo jornal Folha de S.Paulo.
Sean Goldman veio dos Estados Unidos há cinco anos, com a mãe Bruna Bianchi, para passar as férias e visitar a família materna. Posteriormente, Bruna telefonou para o marido, o americano David Goldman, e pediu o divórcio. No ano passado, Bruna morreu de complicações do parto da segunda filha, do segundo casamento dela, com o advogado João Paulo Lins e Silva. O padrasto briga na Justiça pela guarda do menino, que tem dupla nacionalidade: americana e brasileira.
Na última quinta-feira, a 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro autorizou que o americano fique com seu filho, no Brasil até que o Tribunal Regional Federal (TRF) decida sobre a guarda do menino. O pai poderá ficar com o filho das 9h de segunda-feira às 20h de sábado sempre que estiver no Rio.
O advogado afirmou que americano ainda não avisou oficialmente o padrasto do menino sobre quando virá ao País. No entanto, disse que Goldman "não tem condições" de permanecer indefinidamente no Brasil à espera da decisão final sobre o caso.
Segundo a Folha, o advogado do padrasto da criança, Sérgio Tostes, não foi localizado para comentar a vinda de Goldman. Na semana passada, ele teria afirmado que vai recorrer ele disse à Folha que já tinha entrado com recurso contra a decisão.



Redação Terra
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22.6.09
David Goldman sentado num hotel em Copacabana em fevereiro. Mas como não tem residência fixa no Brasil, para onde Goldman vai levar o filho durante as visitas de 6 dias por semana? Foto: Rogerio Reis.

No Dia dos Pais nos EUA, não precisa ser parente ou amigo pessoal de David Goldman para saber que, por estar longe do filho, a data é dolorida para ele.
No entanto, essa semana David recebeu o “melhor presente” até agora nos 5 anos de batalha legal que trava no Brasil. A decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro, deixa claro uma coisa: para a Justiça brasileira, o bem-estar de Sean está mais garantido se ele passar mais tempo com o pai do que com a família brasileira.
Mas, a mesma decisão traz uma charada: quais os esforços que um pai estrangeiro tem que fazer para passar tempo com seu filho legítimo no Brasil? Como vai se adaptar ao país? Onde vai morar? Se não tem casa no Brasil, para onde levará seu filho?
Embora bem intencionada – e correta – a decisão cria maiores atribuições ao pai, que nada fez de errado sob os olhos da lei, do que àqueles que alienaram o seu filho. Não é à-toa que mais de 96 horas depois da decisão, não há um depoimento oficial do próprio David.

O blogueiro tentou contactá-lo, mas sem sucesso.

Enquanto isso, a família brasileira disse ao jornal “Folha de S.Paulo” que ainda não obteve nenhuma comunicação de David.
Durante a semana, Patricia Apy, advogada de David nos EUA, chegou a dizer que o seu cliente não viajaria para o Brasil até que tivesse certeza que terá chances reais de ver o filho. Isso porque o advogado da família brasileira entrou com um recurso pra bloquear a decisão do juiz Pereira Pinto.
O recurso, segundo reportado no “Jornal Nacional,” pretende questionar a autoridade do juiz da 16ª Vara Federal, já que o caso já teria movido para segunda instância.

A tradução para leigos – como eu e você – seria: quanto mais tempo os recursos mantiverem Sean no Brasil, mais longe estaremos da Justiça.

Ontem Apy disse a CNN que “David pretende aproveitar os benefícios da última decisão da lei brasileira.”

Na retrospectiva da luta que David travou pelo direito de ver o filho estão:
1) Mais de 4,5 anos de distância do filho;
2) Comparecimento a visita em que o filho foi levado para longe do local marcado;
3) Visitas acompanhadas por uma psicóloga indicada pela família brasileira;
4) Visita acompanhada por um ‘amigo’ da família, que gravou a conversa toda;
5) O ‘esfriamento’ do filho, já comprovado que foi causado por alienação parental;
6) Não comparecimento de David a visita por causa de compromissos profissionais;
7) Agora, o direito de ver o filho 6 dias por semana, e sem a supervisão da família brasileira. Com certeza, a última decisão judicial marcou um progresso no caso Goldman.

No entanto, tudo o que o Brasil pôde oferecer a um pai legítimo até agora, foram migalhas de Justiça.

Atenção Brasil, o mundo continua assistindo.
Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:53  comentar

David Goldman sentado num hotel em Copacabana em fevereiro. Mas como não tem residência fixa no Brasil, para onde Goldman vai levar o filho durante as visitas de 6 dias por semana? Foto: Rogerio Reis.

No Dia dos Pais nos EUA, não precisa ser parente ou amigo pessoal de David Goldman para saber que, por estar longe do filho, a data é dolorida para ele.
No entanto, essa semana David recebeu o “melhor presente” até agora nos 5 anos de batalha legal que trava no Brasil. A decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto, da 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro, deixa claro uma coisa: para a Justiça brasileira, o bem-estar de Sean está mais garantido se ele passar mais tempo com o pai do que com a família brasileira.
Mas, a mesma decisão traz uma charada: quais os esforços que um pai estrangeiro tem que fazer para passar tempo com seu filho legítimo no Brasil? Como vai se adaptar ao país? Onde vai morar? Se não tem casa no Brasil, para onde levará seu filho?
Embora bem intencionada – e correta – a decisão cria maiores atribuições ao pai, que nada fez de errado sob os olhos da lei, do que àqueles que alienaram o seu filho. Não é à-toa que mais de 96 horas depois da decisão, não há um depoimento oficial do próprio David.

O blogueiro tentou contactá-lo, mas sem sucesso.

Enquanto isso, a família brasileira disse ao jornal “Folha de S.Paulo” que ainda não obteve nenhuma comunicação de David.
Durante a semana, Patricia Apy, advogada de David nos EUA, chegou a dizer que o seu cliente não viajaria para o Brasil até que tivesse certeza que terá chances reais de ver o filho. Isso porque o advogado da família brasileira entrou com um recurso pra bloquear a decisão do juiz Pereira Pinto.
O recurso, segundo reportado no “Jornal Nacional,” pretende questionar a autoridade do juiz da 16ª Vara Federal, já que o caso já teria movido para segunda instância.

A tradução para leigos – como eu e você – seria: quanto mais tempo os recursos mantiverem Sean no Brasil, mais longe estaremos da Justiça.

Ontem Apy disse a CNN que “David pretende aproveitar os benefícios da última decisão da lei brasileira.”

Na retrospectiva da luta que David travou pelo direito de ver o filho estão:
1) Mais de 4,5 anos de distância do filho;
2) Comparecimento a visita em que o filho foi levado para longe do local marcado;
3) Visitas acompanhadas por uma psicóloga indicada pela família brasileira;
4) Visita acompanhada por um ‘amigo’ da família, que gravou a conversa toda;
5) O ‘esfriamento’ do filho, já comprovado que foi causado por alienação parental;
6) Não comparecimento de David a visita por causa de compromissos profissionais;
7) Agora, o direito de ver o filho 6 dias por semana, e sem a supervisão da família brasileira. Com certeza, a última decisão judicial marcou um progresso no caso Goldman.

No entanto, tudo o que o Brasil pôde oferecer a um pai legítimo até agora, foram migalhas de Justiça.

Atenção Brasil, o mundo continua assistindo.
Brasil com Z
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20.6.09
Os advogados de David Goldman, que disputa a guarda de seu filho, Sean, de 9 anos, com o padrasto da criança, disseram nesta sexta-feira (19) que o americano deve vir ao Brasil nas férias do menino. A disputa pela guarda entre o pai americano e o padrasto brasileiro ganhou uma nova reviravolta depois que a Justiça decidiu que David Goldman pode ficar com Sean seis dias por semana, mas no Brasil.
A decisão da 16ª Vara Federal é de que Sean fique de segunda-feira a sábado com David Goldman, o pai biológico, desde que seja no Brasil. A noite de sábado e o dia de domingo seriam passados com o padrasto, o advogado João Paulo Lins e Silva. Quando o pai estiver nos Estados Unidos, o menino permanece com o padrasto. Em uma entrevista a uma TV americana nesta sexta, a advogada de David Goldman disse que ele não tem pressa de vir ao Brasil, porque acha que a família brasileira vai recorrer, e a situação pode mudar. Ela afirmou que David pretende vir ao Brasil nas férias escolares do filho e que achou a decisão um bom sinal. O advogado brasileiro de David concorda: ”Eu acredito que a decisão é um passo importante no sentido de se entregar em definitivo ao pai pra retorno aos Estados Unidos no momento oportuno”, disse Ricardo Zamariola Jr.
O pai de Sean quer que seja obedecida a Convenção de Haia, segundo a qual, em casos como o de Sean, é a Justiça do país em que a criança habitualmente residia que deve determinar a guarda.

Histórico
O menino veio para o Brasil com a mãe, há cinco anos, e não voltou mais para os Estados Unidos. Aqui ela conseguiu na Justiça a guarda da criança. Bruna Bianchi morreu no ano passado, logo depois do parto da segunda filha. O advogado do padrasto não quis dar entrevista, mas disse que recorreu da sentença. Ele considerou que o juiz da 16ª Vara Federal não tem competência para se manifestar sobre o caso que já está em segunda instância. Uma decisão definitiva sobre o destino do menino ainda depende de várias ações. Sean permanece no Brasil porque o Tribunal Regional Federal aceitou um pedido do padrasto e decidiu que a criança deve ficar no Brasil até que essas ações sejam julgadas.
G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:22  comentar

Os advogados de David Goldman, que disputa a guarda de seu filho, Sean, de 9 anos, com o padrasto da criança, disseram nesta sexta-feira (19) que o americano deve vir ao Brasil nas férias do menino. A disputa pela guarda entre o pai americano e o padrasto brasileiro ganhou uma nova reviravolta depois que a Justiça decidiu que David Goldman pode ficar com Sean seis dias por semana, mas no Brasil.
A decisão da 16ª Vara Federal é de que Sean fique de segunda-feira a sábado com David Goldman, o pai biológico, desde que seja no Brasil. A noite de sábado e o dia de domingo seriam passados com o padrasto, o advogado João Paulo Lins e Silva. Quando o pai estiver nos Estados Unidos, o menino permanece com o padrasto. Em uma entrevista a uma TV americana nesta sexta, a advogada de David Goldman disse que ele não tem pressa de vir ao Brasil, porque acha que a família brasileira vai recorrer, e a situação pode mudar. Ela afirmou que David pretende vir ao Brasil nas férias escolares do filho e que achou a decisão um bom sinal. O advogado brasileiro de David concorda: ”Eu acredito que a decisão é um passo importante no sentido de se entregar em definitivo ao pai pra retorno aos Estados Unidos no momento oportuno”, disse Ricardo Zamariola Jr.
O pai de Sean quer que seja obedecida a Convenção de Haia, segundo a qual, em casos como o de Sean, é a Justiça do país em que a criança habitualmente residia que deve determinar a guarda.

Histórico
O menino veio para o Brasil com a mãe, há cinco anos, e não voltou mais para os Estados Unidos. Aqui ela conseguiu na Justiça a guarda da criança. Bruna Bianchi morreu no ano passado, logo depois do parto da segunda filha. O advogado do padrasto não quis dar entrevista, mas disse que recorreu da sentença. Ele considerou que o juiz da 16ª Vara Federal não tem competência para se manifestar sobre o caso que já está em segunda instância. Uma decisão definitiva sobre o destino do menino ainda depende de várias ações. Sean permanece no Brasil porque o Tribunal Regional Federal aceitou um pedido do padrasto e decidiu que a criança deve ficar no Brasil até que essas ações sejam julgadas.
G1
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Os advogados de David Goldman, que disputa a guarda de seu filho, Sean, de 9 anos, com o padrasto da criança, disseram nesta sexta-feira (19) que o americano deve vir ao Brasil nas férias do menino. A disputa pela guarda entre o pai americano e o padrasto brasileiro ganhou uma nova reviravolta depois que a Justiça decidiu que David Goldman pode ficar com Sean seis dias por semana, mas no Brasil.
A decisão da 16ª Vara Federal é de que Sean fique de segunda-feira a sábado com David Goldman, o pai biológico, desde que seja no Brasil. A noite de sábado e o dia de domingo seriam passados com o padrasto, o advogado João Paulo Lins e Silva. Quando o pai estiver nos Estados Unidos, o menino permanece com o padrasto. Em uma entrevista a uma TV americana nesta sexta, a advogada de David Goldman disse que ele não tem pressa de vir ao Brasil, porque acha que a família brasileira vai recorrer, e a situação pode mudar. Ela afirmou que David pretende vir ao Brasil nas férias escolares do filho e que achou a decisão um bom sinal. O advogado brasileiro de David concorda: ”Eu acredito que a decisão é um passo importante no sentido de se entregar em definitivo ao pai pra retorno aos Estados Unidos no momento oportuno”, disse Ricardo Zamariola Jr.
O pai de Sean quer que seja obedecida a Convenção de Haia, segundo a qual, em casos como o de Sean, é a Justiça do país em que a criança habitualmente residia que deve determinar a guarda.

Histórico
O menino veio para o Brasil com a mãe, há cinco anos, e não voltou mais para os Estados Unidos. Aqui ela conseguiu na Justiça a guarda da criança. Bruna Bianchi morreu no ano passado, logo depois do parto da segunda filha. O advogado do padrasto não quis dar entrevista, mas disse que recorreu da sentença. Ele considerou que o juiz da 16ª Vara Federal não tem competência para se manifestar sobre o caso que já está em segunda instância. Uma decisão definitiva sobre o destino do menino ainda depende de várias ações. Sean permanece no Brasil porque o Tribunal Regional Federal aceitou um pedido do padrasto e decidiu que a criança deve ficar no Brasil até que essas ações sejam julgadas.
G1
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19.6.09
A vitória está nos detalhes. Os detalhes da nova decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto demonstram claramente que David Goldman vai mesmo recuperar a guarda do filho que só a ele pertence.

Pereira Pinto ordenou “o imediato cumprimento da transição no Brasil, pois não há dúvida de que o menor precisa voltar a ter contato com o pai o quanto antes.”
O artigo 1.631 Código Civil brasileiro (lembram o que disse o embaixador Sobel?), disse o juiz, deixa claro: “Durante o casamento e a união estável, compete o poder familiar aos pais; na falta ou impedimento de um deles, o outro exercerá com exclusividade.”

O juiz federal vai adiante. Diz que a guarda provisória dada a João Paulo Lins e Silva não só foi dado em fórum incompetente (Judiciário brasileiro), como desde a sua sentença de 1º de junho, Sean encontra-se irregularmente sob a posse do padastro.

Quer humilhação maior do que um superior dizer a um advogado que ele não está cumprindo com a lei?

Pereira Pinto diz também que Sean chegou a dizer que os encontros com o pai eram “muito bons.” Mas o que acontece com o garoto, ao contrário de diversos casos de reaproximação entre pai e filho, é o ‘esfriamento’ do seu relacionamento com David Goldman.

“... fato que só pode ser explicado se ele (Sean) estiver sendo ‘preparado,’ nos intervalos de tempo entre os encontros, para perder, cada vez mais o fluxo natural, saudável que se havia iniciado entre ambos,” disseram as três peritas apontadas pela Justiça.

Lembram da alegação da família brasileira de que Sean estaria “sentindo dores de barriga,” de medo de voltar para os EUA? O laudo explica. Primeiro, a família brasileira pediu para a psicóloga Maria Bartolo comparecer aos encontros entre David e o filho, pois ela já vinha acompanhando Sean desde o falecimento da mãe.

Acontece que depois de algumas visitas a psicóloga não o acompanhou mais, e a família brasileira elegeu pessoas estranhas, como sendo ‘amigos.’

“Para que V. Exa. tenha uma idéia, na manhã de sábado, dia 14 de março de 2009, a pessoa designada pelo réu (J. P. Lins e Silva) para supervisionar a visitação sentou-se na cadeira ao lado daquela em que estavam Sean e seu pai, e, inacreditavelmente, colocou um gravador de voz em cima da mesa, a cerca de 30 centímetros do pequeno,” descreveram as peritas. “... controlado e vigiado ostensivamente, o menor por óbvio não ficou à vontade.

Sentiu dores de estômago, e este assistente (David), sensível ao bem-estar de seu filho, retirou-se do local, a fim de preservar Sean da tortura psicológica a que estava sendo exposto naquele exato momento pela família brasileira (...)”

Está explicada a dor de Sean, assim como porquê David tem usado a expressão “pressão psicológica.” Por tudo isso, o juiz concluiu que um “esquema de vigilância ostensiva” contribuiu para o “esfriamento” do menor em relação a seu pai.

A nova decisão - de dar a David Goldman o direito de ficar com Sean das 9h da segunda-feira até às 20h do sábado - nada mais é do que uma tentativa de reestabelecer os laços naturais entre pai e filho, que foram acintosamente impedidos pela família brasileira.

Além disso, Pereira Pinto disse que fica “terminantemente vedada qualquer exposição do menino à imprensa.”

Já se fala que a família brasileira estuda pedir a suspeição de Pereira Pinto, um dos poucos juízes que tentam moralizar o Judiciário brasileiro.


O objetivo seria a invalidação da atuação subjetiva de um juiz no processo que preside.


Brasil com Z
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:06  comentar

A vitória está nos detalhes. Os detalhes da nova decisão do juiz Rafael de Souza Pereira Pinto demonstram claramente que David Goldman vai mesmo recuperar a guarda do filho que só a ele pertence.

Pereira Pinto ordenou “o imediato cumprimento da transição no Brasil, pois não há dúvida de que o menor precisa voltar a ter contato com o pai o quanto antes.”
O artigo 1.631 Código Civil brasileiro (lembram o que disse o embaixador Sobel?), disse o juiz, deixa claro: “Durante o casamento e a união estável, compete o poder familiar aos pais; na falta ou impedimento de um deles, o outro exercerá com exclusividade.”

O juiz federal vai adiante. Diz que a guarda provisória dada a João Paulo Lins e Silva não só foi dado em fórum incompetente (Judiciário brasileiro), como desde a sua sentença de 1º de junho, Sean encontra-se irregularmente sob a posse do padastro.

Quer humilhação maior do que um superior dizer a um advogado que ele não está cumprindo com a lei?

Pereira Pinto diz também que Sean chegou a dizer que os encontros com o pai eram “muito bons.” Mas o que acontece com o garoto, ao contrário de diversos casos de reaproximação entre pai e filho, é o ‘esfriamento’ do seu relacionamento com David Goldman.

“... fato que só pode ser explicado se ele (Sean) estiver sendo ‘preparado,’ nos intervalos de tempo entre os encontros, para perder, cada vez mais o fluxo natural, saudável que se havia iniciado entre ambos,” disseram as três peritas apontadas pela Justiça.

Lembram da alegação da família brasileira de que Sean estaria “sentindo dores de barriga,” de medo de voltar para os EUA? O laudo explica. Primeiro, a família brasileira pediu para a psicóloga Maria Bartolo comparecer aos encontros entre David e o filho, pois ela já vinha acompanhando Sean desde o falecimento da mãe.

Acontece que depois de algumas visitas a psicóloga não o acompanhou mais, e a família brasileira elegeu pessoas estranhas, como sendo ‘amigos.’

“Para que V. Exa. tenha uma idéia, na manhã de sábado, dia 14 de março de 2009, a pessoa designada pelo réu (J. P. Lins e Silva) para supervisionar a visitação sentou-se na cadeira ao lado daquela em que estavam Sean e seu pai, e, inacreditavelmente, colocou um gravador de voz em cima da mesa, a cerca de 30 centímetros do pequeno,” descreveram as peritas. “... controlado e vigiado ostensivamente, o menor por óbvio não ficou à vontade.

Sentiu dores de estômago, e este assistente (David), sensível ao bem-estar de seu filho, retirou-se do local, a fim de preservar Sean da tortura psicológica a que estava sendo exposto naquele exato momento pela família brasileira (...)”

Está explicada a dor de Sean, assim como porquê David tem usado a expressão “pressão psicológica.” Por tudo isso, o juiz concluiu que um “esquema de vigilância ostensiva” contribuiu para o “esfriamento” do menor em relação a seu pai.

A nova decisão - de dar a David Goldman o direito de ficar com Sean das 9h da segunda-feira até às 20h do sábado - nada mais é do que uma tentativa de reestabelecer os laços naturais entre pai e filho, que foram acintosamente impedidos pela família brasileira.

Além disso, Pereira Pinto disse que fica “terminantemente vedada qualquer exposição do menino à imprensa.”

Já se fala que a família brasileira estuda pedir a suspeição de Pereira Pinto, um dos poucos juízes que tentam moralizar o Judiciário brasileiro.


O objetivo seria a invalidação da atuação subjetiva de um juiz no processo que preside.


Brasil com Z
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colaboradores: carmen e maria celia

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