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24.6.09
Roger Abdelmassih (foto), 65, o especialista em reprodução in vitro mais conhecido no país, foi indiciado na manhã desta terça (23) pela Polícia Civil de São Paulo sob a acusação de estupro e atentado violento ao pudor. Mais de 60 pacientes acusam-no de abuso sexual. Há pelo menos um relato de uma paciente segundo o qual ela acordou da sedação na clínica de Abdelmassih com o pênis dele na mão dela.
Agora, o inquérito policial será encaminhado ao Ministério Público do Estado de São Paulo, ao qual caberá denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça.
Para o promotor Luiz Henrique Dal Poz, que acompanha o caso, as provas são tantas, que o indiciamento já era esperado.
Adriano Vanni, um dos advogados do médico, disse que vai recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra a decisão porque a defesa não teve acesso a alguns depoimentos de ex-pacientes à polícia. A informação é do site do Estadão.
Por volta das 8h30m, Abdelmassih compareceu à Delegacia da Mulher, no centro de São Paulo. Ele foi ouvido antes de a delegacia começar a atender ao publico. Na sala em que depôs, as persianas da janela ficaram fechadas.
Intimado desde o ano passado, o médico deixou de comparecer à polícia por três vezes. Na última, em 11 de março, ele obteve uma liminar do STF para não prestar esclarecimento sob a alegação de que seus advogados não sabiam do teor das provas que constam no inquérito policial.
Vanni falou nesta tarde que o ‘combinado’ foi que os jornalistas não seriam avisados sobre o depoimento para não expor o seu cliente, mas a chegada do médico à delegacia foi registrada pelo fotógrafo do Estado de S.Paulo, conforme reprodução acima.
Na semana passada, uma ex-paciente que procurou a delegacia para saber sobre o andamento do inquérito foi informada de que o médico dispunha de 60 dias para se apresentar.
Ela também ficou sabendo que, no total, 67 mulheres entraram em contato com a delegacia para denunciar o médico. Porém 22 delas ainda não tinham apresentado formalmente a acusação.
Na manhã de hoje, Abdelmassih, orientado por seus advogados, se manteve calado na delegacia. Ele saiu pelos fundos do prédio, na rua 25 de Março.
Em sua mais recente manifestação pública, em um artigo para a Folha de S.Paulo, na edição do dia 28 de janeiro, ele disse ser vítima de fantasias, de fofocas e de ressentimentos de suas ex-pacientes.
Antes, ao Estado de S.Paulo, ele deu entrevista atribuindo as acusações a alucinações das pacientes por causa de efeito colateral do propofol, uma droga anestésica. Contudo, nenhum outro médico relatou ter tido experiência parecida com pacientes.
Abdelmassih também se dizia ser vítima da inveja de seus colegas da área de reprodução humana por causa do êxito de sua clínica.
A pena para estupro e atentado violento ao pudor é de 6 a 10 anos de prisão. No caso de Abdelmassih, caso haja condenação, a pena será cumulativa em relação a cada uma das vítimas.



paulopes blog
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:18  comentar

Pacientes relataram às autoridades situações em que o médico as beijou a força e passou a mão em seus corpos


SÃO PAULO - O especialista em reprodução assistida Roger Abdelmassih foi indiciado pela Polícia Civil de São Paulo na manhã desta terça-feira, 23, por estupro e atentado violento ao pudor contra pacientes. Com indiciamento, a polícia expressa convicção de que Abdelmassih é o responsável por abusos contra pacientes.
Elas relataram à polícia e ao Ministério Público situações em que o médico as beijou a força e passou a mão em seus corpos durante o atendimento, entre outros atos libidinosos. Pelo menos um caso de estupro também constou da investigação. Agora, o inquérito será relatado à Justiça e encaminhado ao Ministério Público.
Abdelmassih chegou volta das 8h30 para prestar depoimento na 1ª Delegacia da Mulher, no centro de São Paulo, antes da abertura do atendimento ao público, e entrou calado no prédio da rua Bittencourt Rodrigues. Depois de alojado em uma sala que teve as persianas fechadas, permaneceu calado por orientação de seus advogados.
Segundo um de seus defensores, Adriano Vanni, o depoimento ocorreu sem que a defesa tivesse acesso a alguns depoimentos do inquérito e os advogados ingressarão com reclamação no Supremo Tribunal Federal. Em despacho proferido em março, a ministra Ellen Gracie havia decidido que especialista em fertilização assistida só deveria ser ouvido pela polícia após conhecer a identidade das mulheres, mas não poderia divulgá-las.
Abdelmassih deixou o a delegacia sem dar entrevistas, pelos fundos, por meio das instalações do Centro de Referência da Mulher, que dão para a movimentada rua 25 de março. Segundo seus advogados, preferiu deixar o local desta maneira porque havia imprensa no local. "O combinado era não ter imprensa", afirmou Vanni.

Leia a reportagem completa nesta quarta-feira em O Estado de S. Paulo

Fabiane Leite


O Estadão
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:50  ver comentários (1) comentar

Pacientes relataram às autoridades situações em que o médico as beijou a força e passou a mão em seus corpos


SÃO PAULO - O especialista em reprodução assistida Roger Abdelmassih foi indiciado pela Polícia Civil de São Paulo na manhã desta terça-feira, 23, por estupro e atentado violento ao pudor contra pacientes. Com indiciamento, a polícia expressa convicção de que Abdelmassih é o responsável por abusos contra pacientes.
Elas relataram à polícia e ao Ministério Público situações em que o médico as beijou a força e passou a mão em seus corpos durante o atendimento, entre outros atos libidinosos. Pelo menos um caso de estupro também constou da investigação. Agora, o inquérito será relatado à Justiça e encaminhado ao Ministério Público.
Abdelmassih chegou volta das 8h30 para prestar depoimento na 1ª Delegacia da Mulher, no centro de São Paulo, antes da abertura do atendimento ao público, e entrou calado no prédio da rua Bittencourt Rodrigues. Depois de alojado em uma sala que teve as persianas fechadas, permaneceu calado por orientação de seus advogados.
Segundo um de seus defensores, Adriano Vanni, o depoimento ocorreu sem que a defesa tivesse acesso a alguns depoimentos do inquérito e os advogados ingressarão com reclamação no Supremo Tribunal Federal. Em despacho proferido em março, a ministra Ellen Gracie havia decidido que especialista em fertilização assistida só deveria ser ouvido pela polícia após conhecer a identidade das mulheres, mas não poderia divulgá-las.
Abdelmassih deixou o a delegacia sem dar entrevistas, pelos fundos, por meio das instalações do Centro de Referência da Mulher, que dão para a movimentada rua 25 de março. Segundo seus advogados, preferiu deixar o local desta maneira porque havia imprensa no local. "O combinado era não ter imprensa", afirmou Vanni.

Leia a reportagem completa nesta quarta-feira em O Estado de S. Paulo

Fabiane Leite


O Estadão
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18.5.09

O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

Fonte: Blog do Paulo Lopes
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar


O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

Fonte: Blog do Paulo Lopes
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O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

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O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

Fonte: Blog do Paulo Lopes
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O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro, por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico.
O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico.
Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.
O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades.
As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais.
O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai fazer nada! Eu pago pra ver”, afirma uma ex-paciente.
Mas outra ex-paciente que recentemente esteve em contato com o Conselho teve a impressão de que a sindicância 12067/2009 aberta pela entidade, referente ao caso, está cercando o médico por todos os lados, não se restringindo, portanto, ao assédio sexual, que por si só já é grave, mas é difícil de se comprovar.
Essa ex-paciente acredita que, diante da gravidade do que já foi apurado, o CRM cassará a licença de Roger Abdelmassih para exercer a medicina. “Se for menos do que isso, significará que tudo acabou em pizza.”
Um médico que também atua no setor de fertilização em laboratório comenta que, como é quase certo que Abdelmassih será condenado pela Justiça, o CRM terá de puni-lo antes, para não ficar desmoralizado.
Há denúncias de manipulação antiética e ilegal de óvulos. Existem relatos de que o médico comprava no exterior óvulos de mulheres jovens para vendê-los em sua clínica.
Algumas mulheres suspeitam que, sem saber, receberam implantes de óvulos que não eram os seus. Algumas delas estariam providenciando exame de DNA em seus filhos.
Algumas informações estariam sendo mantidas sob sigilo para preservar mães e filhos.
Roger Abdelmassih afirma que em 20 anos a sua clínica atendeu mais de 20 mil casais e que proporcionou o nascimento de 7.500 crianças, o que, segundo o ele, deixou os seus colegas com inveja.
Durante esse tempo, ele se destacou no noticiário por assegurar que a sua clínica obtém elevada taxa de êxito nas fertilizações, acima da média, e por ter como clientes pessoas famosas e ricas, entre elas artistas e jornalistas da Globo.
Uma conhecida jornalista que deixou a Globo teria sido atacada pelo médico há pouco tempo, antes de as denúncias de abuso sairem na imprensa. Ela se nega a falar sobre o assunto.

Fonte: Blog do Paulo Lopes
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25.4.09

"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

Por Carmen
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:57  ver comentários (2) comentar


"Deus está no Céu e eu sou Deus na terra. Comigo ninguém pode!"

Esta afirmação foi ouvida por uma das ex-funcionárias do médico Roger Abdelmassih, 65,especialista em fertilização in vitro, acusado de abuso sexual, por mais de 30 de suas pacientes.
Devido ao grande número de comentários que temos recebido, perguntando acerca do andamento do processo, sentimo-nos na obrigação de vir dar uma explicação. Não desistimos de acompanhar o escândalo e de apoiar as vítimas; desejamos tanto quanto elas, que os fatos sejam apurados e que o médico seja punido. Na verdade, não entendemos como depois de tantas denúncias, ele ainda não teve seu registro suspenso, mas,no país da impunidade, tudo é possível...
A verdade é que a mídia continua silenciosa, preferindo omitir-se diante de tão grave denúncia. O especialista ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato, o ex-presidente "Fernando Collor", o humorista Carlos Manoel da Nóbrega, Tom Cavalcante entre outros famosos.
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.
No início das acusações, alguns vieram à público defendê-lo.Para a atriz Luíza Tomé, as mulheres que fizeram as acusações podem ter "confundido" o carinho do médico com assédio sexual."Ele é afetivo. Vai ver que elas não entenderam direito. Será que não é delírio dessas mulheres, até um desejo oculto?"
O ator Raul Gazolla e sua ex-mulher, Marilsa, também fizeram tratamento com Abdelmassih. Após duas tentativas frustradas, a gravidez aconteceu naturalmente, sem tratamento de fertilização."Só tenho coisas boas para dizer a respeito dele. Sempre foi extremamente profissional. Eu digo tranquilamente que ele é avô ou o segundo pai da Ane (filha dele, de seis anos)", declara Gazolla.
Agora o silêncio é total e vergonhoso. Diante dos depoimentos dessas mulheres corjosas que trouxeram à tona o comportamento vil e abjeto do médico, a mídia prefere omitir-se, claro, devido aos relacionamentos que o médico mantém com as celebridades.
Enquanto as vítimas relatam detalhes atormentados de suas experiências, Roger Abdelmassih aparece em eventos sociais, faz ligações para amigos ,convidando-os para festas e ri de nossa justiça, julgando-se com certeza o "Deus" todo -poderoso que ninguém vence.
Leia alguns trechos dos depoimentos das vítimas para entender nossa indignação:

"Ele estava sentado no pé de minha maca e usava um aparelho que abre o colo do útero por dentro da vagina. Minhas pernas estavam cobertas por camisola. De repente, senti que ele estava passando as mãos nas minhas coxas. De dentro para fora. Deu uma alisada mesmo, com as duas mãos."

"Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça."

"Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão."

"Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais."

"Disse que era louco por mim, lambia a minha cara inteira. Eu gritava, mas ele tapava a minha boca. Ficou tentando me beijar, passava a mão por todo o meu corpo. Ele jogou o corpo para cima de mim. Eu dava socos, empurrões, gritava."
A jornalista Lilian Cristofoletti que divulgou a primeira matéria sobre o caso, desapareceu, misteriosamente....Depois de ter revelado o assédio é muito estranho que ela não tenha acompanhado a matéria.

"Isso é um nojo!" disse Roger Abdelmassih em uma de suas poucas aparições.......
Concordamos.

Por Carmen
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colaboradores: carmen e maria celia

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