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21.5.09
Criar mecanismos para combater os crimes contra crianças e adolescentes praticados pela Internet foi o tema discutido durante o Seminário 18 de Maio – Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes, realizado anteontem pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA) em parceria com o Governo de Minas , Ministério Público e o Fórum de Enfrentamento à Violência desse tipo de crime. O Governo de Minas vai investir cerca de R$ 30 milhões em programas, projetos e ações voltados para a área da criança e do adolescente.
O encontro discutiu a revisão das diretrizes do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes de Minas Gerais. Segundo a coordenadora Especial de Política Pró-Criança e Adolescente e presidente do CEDCA, Fernanda Martins, os crimes pela Internet precisam ter atenção especial. “Esses crimes ocorrem muito e evoluíram bastante porque praticamente todos têm acesso. E o plano atual, que é de 2003, trata pouco disso”, observou.
O seminário faz parte das ações que marcam o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes (18 de maio). Na quinta-feira (14), o governador Aécio Neves divulgou balanço de um ano da campanha Proteja Nossas Crianças, iniciativa criada em 15 de maio de 2008 para incentivar a sociedade a denunciar atos de violência doméstica e de exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio do Disque Direitos Humanos (0800 311 119).
O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Agostinho Patrus Filho, destacou a participação da sociedade na campanha Proteja Nossas Crianças. “Além de estruturar a parte física de vários conselhos tutelares e de direito, existe a preocupação do Governo de Minas em preparar os conselheiros. Por isso, mais de três mil serão capacitados ainda este ano, observou o secretário. A mobilização e o esforço da sociedade são importantíssimos para o sucesso da campanha”, completou.

Desafio – O coordenador da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, deputado estadual André Quintão, defende a criação de uma vara específica para os crimes contra crianças e adolescentes. “É um desafio responsabilizar com mais agilidade quem comete o ato. É muito importante uma vara específica para responsabilizar os violadores”, afirmou.
O representante juvenil do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual, Moisés Barbosa, lembrou a importância da participação dos jovens na luta contra a exploração sexual. “Este é o momento de apresentarmos ideias. Estou muito feliz porque conseguimos evoluir muito com o protagonismo.”


Jornal de Uberaba
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Durante toda a manhã desta segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social, a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos e o Ministério Público Estadual realizaram uma campanha de conscientização pela passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que comemorado neste domingo com uma grande caminhada na orla de Maceió.
De acordo com Wedna Miranda, titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, a idéia da ação tem caráter educativo: “Estamos com o Procon e os técnicos da Assistência Social visitando os motéis da orla lagunar. Já passamos por três e faltam outros três. Não encontramos nenhum flagrante de menor nos quartos e estamos conversando com os donos dos estabelecimentos para que eles nos ajudem no combate a exploração sexual infantil. É obrigação pedir a carteira de identidade das pessoas que entram e impedir a entrada de crianças e adolescentes, quando assim for constatado. Os danos causados às vítimas podem ser irreversíveis”, explicou a secretária.

Responsabilidade pelo crime
Wedna Miranda também alertou para a responsabilidade dos proprietários dos motéis. “Eles estarão sendo coniventes com o abuso sexual e serão responsabilizados por isso, caso permitam a entrada de crianças e adolescentes nos quartos”, advertiu.
Nos três motéis visitados, as equipes do Estado estavam fazendo panfletagem e colocando adesivos que alertam para o crime de exploração sexual infantil.


Gazetaweb
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Durante toda a manhã desta segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social, a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos e o Ministério Público Estadual realizaram uma campanha de conscientização pela passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que comemorado neste domingo com uma grande caminhada na orla de Maceió.
De acordo com Wedna Miranda, titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, a idéia da ação tem caráter educativo: “Estamos com o Procon e os técnicos da Assistência Social visitando os motéis da orla lagunar. Já passamos por três e faltam outros três. Não encontramos nenhum flagrante de menor nos quartos e estamos conversando com os donos dos estabelecimentos para que eles nos ajudem no combate a exploração sexual infantil. É obrigação pedir a carteira de identidade das pessoas que entram e impedir a entrada de crianças e adolescentes, quando assim for constatado. Os danos causados às vítimas podem ser irreversíveis”, explicou a secretária.

Responsabilidade pelo crime
Wedna Miranda também alertou para a responsabilidade dos proprietários dos motéis. “Eles estarão sendo coniventes com o abuso sexual e serão responsabilizados por isso, caso permitam a entrada de crianças e adolescentes nos quartos”, advertiu.
Nos três motéis visitados, as equipes do Estado estavam fazendo panfletagem e colocando adesivos que alertam para o crime de exploração sexual infantil.


Gazetaweb
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Durante toda a manhã desta segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social, a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos e o Ministério Público Estadual realizaram uma campanha de conscientização pela passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que comemorado neste domingo com uma grande caminhada na orla de Maceió.
De acordo com Wedna Miranda, titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, a idéia da ação tem caráter educativo: “Estamos com o Procon e os técnicos da Assistência Social visitando os motéis da orla lagunar. Já passamos por três e faltam outros três. Não encontramos nenhum flagrante de menor nos quartos e estamos conversando com os donos dos estabelecimentos para que eles nos ajudem no combate a exploração sexual infantil. É obrigação pedir a carteira de identidade das pessoas que entram e impedir a entrada de crianças e adolescentes, quando assim for constatado. Os danos causados às vítimas podem ser irreversíveis”, explicou a secretária.

Responsabilidade pelo crime
Wedna Miranda também alertou para a responsabilidade dos proprietários dos motéis. “Eles estarão sendo coniventes com o abuso sexual e serão responsabilizados por isso, caso permitam a entrada de crianças e adolescentes nos quartos”, advertiu.
Nos três motéis visitados, as equipes do Estado estavam fazendo panfletagem e colocando adesivos que alertam para o crime de exploração sexual infantil.


Gazetaweb
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Durante toda a manhã desta segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social, a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos e o Ministério Público Estadual realizaram uma campanha de conscientização pela passagem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que comemorado neste domingo com uma grande caminhada na orla de Maceió.
De acordo com Wedna Miranda, titular da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, a idéia da ação tem caráter educativo: “Estamos com o Procon e os técnicos da Assistência Social visitando os motéis da orla lagunar. Já passamos por três e faltam outros três. Não encontramos nenhum flagrante de menor nos quartos e estamos conversando com os donos dos estabelecimentos para que eles nos ajudem no combate a exploração sexual infantil. É obrigação pedir a carteira de identidade das pessoas que entram e impedir a entrada de crianças e adolescentes, quando assim for constatado. Os danos causados às vítimas podem ser irreversíveis”, explicou a secretária.

Responsabilidade pelo crime
Wedna Miranda também alertou para a responsabilidade dos proprietários dos motéis. “Eles estarão sendo coniventes com o abuso sexual e serão responsabilizados por isso, caso permitam a entrada de crianças e adolescentes nos quartos”, advertiu.
Nos três motéis visitados, as equipes do Estado estavam fazendo panfletagem e colocando adesivos que alertam para o crime de exploração sexual infantil.


Gazetaweb
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Juiz de Direito fala da vara em que atua e diz que crianças e adolescentes, vítimas de abuso e violência sexual, têm prioridade absoluta no atendimento

“Pela ordem constitucional e legal, crianças e adolescentes devem ser tratados com prioridade absoluta, sob qualquer temática que as envolva.” O trecho refere-se a uma palestra proferida pelo juiz Álvaro Kalix Ferro na sede da OAB, seccional de Rondônia, em Porto Velho, onde abordou sobre “a importância da existência da Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, assim como a necessidade de mais instituições e profissionais especializados no trato contra a violência e o abuso sexual contra crianças e adolescentes”. A palestra ocorreu no dia 18 deste mês, em alusão ao “Dia Nacional de Combate à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social.
De forma firme, Álvaro Kalix disse, aos presentes no evento, que a missão de combater a exploração sexual e a violência contra crianças e adolescente é complexa e exige o envolvimento conjunto da sociedade e do poder público. Com relação a isso, o magistrado falou que o Poder Judiciário do Estado de Rondônia está no caminho certo, por ter implantado uma vara judicial especializa sobre o assunto abordado.
Para Álvaro Kalix, a Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho está dotada de ambiente adequado e profissionais especializados para acolher, de forma digna, as crianças vítimas de abuso e de violência sexual. “A Vara tem tido uma atuação importante na disseminação do dever da Justiça promover a proteção integral às crianças e adolescentes e de não ser mais um espaço revitimizador destes”.

Responsabilidade social e familiar
O juiz Álvaro Kalix enfatizou que é preciso promover mais campanhas informativas de forma a estimular a conscientização e compreensão da sociedade, assim como das famílias, de que o problema relativo ao abuso e exploração sexual diz respeito a elas também. “As famílias precisam saber agir diante do problema, até porque a maioria dos casos ocorre no seio familiar”.
“O que fazer, como ouvir e entender a vítima, a quem recorrer, entre outros, são indagações que devem ser esclarecidas por meio de campanhas e da rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes”, disse o magistrado.

Os casos nas escolas, hospitais e na segurança pública
O Magistrado, em seu discurso, disse que o educador precisa ter, além da área em que leciona, formação específica para identificar problemas que afligem a criança e o adolescente. Assim como professores, policiais e médicos, que atuam em postos de saúde e hospitais e no Instituto Médico legal, precisam ter uma especialização com relação ao trato à criança e adolescente vítimas de violências sexuais.

Para o juiz Álvaro Kalix, Porto Velho é uma das capitais do Brasil que possui uma delegacia de polícia especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes, mas não funciona em sistema de plantão, ou seja, 24 horas. Por isso, nos horários que tal delegacia não funciona, os flagrantes são lavrados na Central de Polícia, ferindo o que preceitua o ECA e a Constituição Federal, que prioriza o atendimento à criança e ao adolescente, de forma humanística. Nesse caso, as crianças terminam sendo tratadas como se adultos fossem, além de conviverem com toda espécie de crimes e criminosos enquanto aguardam o atendimento no corredor da Central de Polícia.

O magistrado alerta que é preciso dotar delegacias e IML com alas específicas para um atendimento digno e específico a criança e adolescentes, visando não revitimizar. Para ele, o poder publico dever agir conforme manda a lei, de forma urgente e que a delegacia especializada funcione em sistema de plantão, referindo-se à delegacia especializada que existe em Porto Velho.
O magistrado, que é titular da Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, também representou a presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, durante o seminário.


Assessoria de Comunicação Institucional – TJRO
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Juiz de Direito fala da vara em que atua e diz que crianças e adolescentes, vítimas de abuso e violência sexual, têm prioridade absoluta no atendimento

“Pela ordem constitucional e legal, crianças e adolescentes devem ser tratados com prioridade absoluta, sob qualquer temática que as envolva.” O trecho refere-se a uma palestra proferida pelo juiz Álvaro Kalix Ferro na sede da OAB, seccional de Rondônia, em Porto Velho, onde abordou sobre “a importância da existência da Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, assim como a necessidade de mais instituições e profissionais especializados no trato contra a violência e o abuso sexual contra crianças e adolescentes”. A palestra ocorreu no dia 18 deste mês, em alusão ao “Dia Nacional de Combate à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social.
De forma firme, Álvaro Kalix disse, aos presentes no evento, que a missão de combater a exploração sexual e a violência contra crianças e adolescente é complexa e exige o envolvimento conjunto da sociedade e do poder público. Com relação a isso, o magistrado falou que o Poder Judiciário do Estado de Rondônia está no caminho certo, por ter implantado uma vara judicial especializa sobre o assunto abordado.
Para Álvaro Kalix, a Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho está dotada de ambiente adequado e profissionais especializados para acolher, de forma digna, as crianças vítimas de abuso e de violência sexual. “A Vara tem tido uma atuação importante na disseminação do dever da Justiça promover a proteção integral às crianças e adolescentes e de não ser mais um espaço revitimizador destes”.

Responsabilidade social e familiar
O juiz Álvaro Kalix enfatizou que é preciso promover mais campanhas informativas de forma a estimular a conscientização e compreensão da sociedade, assim como das famílias, de que o problema relativo ao abuso e exploração sexual diz respeito a elas também. “As famílias precisam saber agir diante do problema, até porque a maioria dos casos ocorre no seio familiar”.
“O que fazer, como ouvir e entender a vítima, a quem recorrer, entre outros, são indagações que devem ser esclarecidas por meio de campanhas e da rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes”, disse o magistrado.

Os casos nas escolas, hospitais e na segurança pública
O Magistrado, em seu discurso, disse que o educador precisa ter, além da área em que leciona, formação específica para identificar problemas que afligem a criança e o adolescente. Assim como professores, policiais e médicos, que atuam em postos de saúde e hospitais e no Instituto Médico legal, precisam ter uma especialização com relação ao trato à criança e adolescente vítimas de violências sexuais.

Para o juiz Álvaro Kalix, Porto Velho é uma das capitais do Brasil que possui uma delegacia de polícia especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes, mas não funciona em sistema de plantão, ou seja, 24 horas. Por isso, nos horários que tal delegacia não funciona, os flagrantes são lavrados na Central de Polícia, ferindo o que preceitua o ECA e a Constituição Federal, que prioriza o atendimento à criança e ao adolescente, de forma humanística. Nesse caso, as crianças terminam sendo tratadas como se adultos fossem, além de conviverem com toda espécie de crimes e criminosos enquanto aguardam o atendimento no corredor da Central de Polícia.

O magistrado alerta que é preciso dotar delegacias e IML com alas específicas para um atendimento digno e específico a criança e adolescentes, visando não revitimizar. Para ele, o poder publico dever agir conforme manda a lei, de forma urgente e que a delegacia especializada funcione em sistema de plantão, referindo-se à delegacia especializada que existe em Porto Velho.
O magistrado, que é titular da Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, também representou a presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, durante o seminário.


Assessoria de Comunicação Institucional – TJRO
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Juiz de Direito fala da vara em que atua e diz que crianças e adolescentes, vítimas de abuso e violência sexual, têm prioridade absoluta no atendimento

“Pela ordem constitucional e legal, crianças e adolescentes devem ser tratados com prioridade absoluta, sob qualquer temática que as envolva.” O trecho refere-se a uma palestra proferida pelo juiz Álvaro Kalix Ferro na sede da OAB, seccional de Rondônia, em Porto Velho, onde abordou sobre “a importância da existência da Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, assim como a necessidade de mais instituições e profissionais especializados no trato contra a violência e o abuso sexual contra crianças e adolescentes”. A palestra ocorreu no dia 18 deste mês, em alusão ao “Dia Nacional de Combate à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social.
De forma firme, Álvaro Kalix disse, aos presentes no evento, que a missão de combater a exploração sexual e a violência contra crianças e adolescente é complexa e exige o envolvimento conjunto da sociedade e do poder público. Com relação a isso, o magistrado falou que o Poder Judiciário do Estado de Rondônia está no caminho certo, por ter implantado uma vara judicial especializa sobre o assunto abordado.
Para Álvaro Kalix, a Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho está dotada de ambiente adequado e profissionais especializados para acolher, de forma digna, as crianças vítimas de abuso e de violência sexual. “A Vara tem tido uma atuação importante na disseminação do dever da Justiça promover a proteção integral às crianças e adolescentes e de não ser mais um espaço revitimizador destes”.

Responsabilidade social e familiar
O juiz Álvaro Kalix enfatizou que é preciso promover mais campanhas informativas de forma a estimular a conscientização e compreensão da sociedade, assim como das famílias, de que o problema relativo ao abuso e exploração sexual diz respeito a elas também. “As famílias precisam saber agir diante do problema, até porque a maioria dos casos ocorre no seio familiar”.
“O que fazer, como ouvir e entender a vítima, a quem recorrer, entre outros, são indagações que devem ser esclarecidas por meio de campanhas e da rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes”, disse o magistrado.

Os casos nas escolas, hospitais e na segurança pública
O Magistrado, em seu discurso, disse que o educador precisa ter, além da área em que leciona, formação específica para identificar problemas que afligem a criança e o adolescente. Assim como professores, policiais e médicos, que atuam em postos de saúde e hospitais e no Instituto Médico legal, precisam ter uma especialização com relação ao trato à criança e adolescente vítimas de violências sexuais.

Para o juiz Álvaro Kalix, Porto Velho é uma das capitais do Brasil que possui uma delegacia de polícia especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes, mas não funciona em sistema de plantão, ou seja, 24 horas. Por isso, nos horários que tal delegacia não funciona, os flagrantes são lavrados na Central de Polícia, ferindo o que preceitua o ECA e a Constituição Federal, que prioriza o atendimento à criança e ao adolescente, de forma humanística. Nesse caso, as crianças terminam sendo tratadas como se adultos fossem, além de conviverem com toda espécie de crimes e criminosos enquanto aguardam o atendimento no corredor da Central de Polícia.

O magistrado alerta que é preciso dotar delegacias e IML com alas específicas para um atendimento digno e específico a criança e adolescentes, visando não revitimizar. Para ele, o poder publico dever agir conforme manda a lei, de forma urgente e que a delegacia especializada funcione em sistema de plantão, referindo-se à delegacia especializada que existe em Porto Velho.
O magistrado, que é titular da Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, também representou a presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, durante o seminário.


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Juiz de Direito fala da vara em que atua e diz que crianças e adolescentes, vítimas de abuso e violência sexual, têm prioridade absoluta no atendimento

“Pela ordem constitucional e legal, crianças e adolescentes devem ser tratados com prioridade absoluta, sob qualquer temática que as envolva.” O trecho refere-se a uma palestra proferida pelo juiz Álvaro Kalix Ferro na sede da OAB, seccional de Rondônia, em Porto Velho, onde abordou sobre “a importância da existência da Vara Especializada em Crimes contra Crianças e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, assim como a necessidade de mais instituições e profissionais especializados no trato contra a violência e o abuso sexual contra crianças e adolescentes”. A palestra ocorreu no dia 18 deste mês, em alusão ao “Dia Nacional de Combate à Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social.
De forma firme, Álvaro Kalix disse, aos presentes no evento, que a missão de combater a exploração sexual e a violência contra crianças e adolescente é complexa e exige o envolvimento conjunto da sociedade e do poder público. Com relação a isso, o magistrado falou que o Poder Judiciário do Estado de Rondônia está no caminho certo, por ter implantado uma vara judicial especializa sobre o assunto abordado.
Para Álvaro Kalix, a Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho está dotada de ambiente adequado e profissionais especializados para acolher, de forma digna, as crianças vítimas de abuso e de violência sexual. “A Vara tem tido uma atuação importante na disseminação do dever da Justiça promover a proteção integral às crianças e adolescentes e de não ser mais um espaço revitimizador destes”.

Responsabilidade social e familiar
O juiz Álvaro Kalix enfatizou que é preciso promover mais campanhas informativas de forma a estimular a conscientização e compreensão da sociedade, assim como das famílias, de que o problema relativo ao abuso e exploração sexual diz respeito a elas também. “As famílias precisam saber agir diante do problema, até porque a maioria dos casos ocorre no seio familiar”.
“O que fazer, como ouvir e entender a vítima, a quem recorrer, entre outros, são indagações que devem ser esclarecidas por meio de campanhas e da rede de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes”, disse o magistrado.

Os casos nas escolas, hospitais e na segurança pública
O Magistrado, em seu discurso, disse que o educador precisa ter, além da área em que leciona, formação específica para identificar problemas que afligem a criança e o adolescente. Assim como professores, policiais e médicos, que atuam em postos de saúde e hospitais e no Instituto Médico legal, precisam ter uma especialização com relação ao trato à criança e adolescente vítimas de violências sexuais.

Para o juiz Álvaro Kalix, Porto Velho é uma das capitais do Brasil que possui uma delegacia de polícia especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes, mas não funciona em sistema de plantão, ou seja, 24 horas. Por isso, nos horários que tal delegacia não funciona, os flagrantes são lavrados na Central de Polícia, ferindo o que preceitua o ECA e a Constituição Federal, que prioriza o atendimento à criança e ao adolescente, de forma humanística. Nesse caso, as crianças terminam sendo tratadas como se adultos fossem, além de conviverem com toda espécie de crimes e criminosos enquanto aguardam o atendimento no corredor da Central de Polícia.

O magistrado alerta que é preciso dotar delegacias e IML com alas específicas para um atendimento digno e específico a criança e adolescentes, visando não revitimizar. Para ele, o poder publico dever agir conforme manda a lei, de forma urgente e que a delegacia especializada funcione em sistema de plantão, referindo-se à delegacia especializada que existe em Porto Velho.
O magistrado, que é titular da Vara de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar e Crimes contra Criança e Adolescentes da Comarca de Porto Velho, também representou a presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, durante o seminário.


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Oficinas de arte, pinturas, exibição de filmes, caminhada e panfletagem. As armas usadas em Vitória na Campanha Nacional de enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes foram pensadas de maneira a chamar a atenção da população para um dos maiores desafios: como proteger menores de idade dos constantes ataques praticados por adultos. As atividades na capital capixaba foram foram marcadas por atividades distintas como uma instalação de arte na Praia de Camburi, ação educativa em um shopping e na Terceira Ponte, cultura nas escolas municipais. Na Unidade de Saúde de Maruípe, que desenvolve um projeto de apoio a parentes e às vítimas de abuso sexual, ocorreram inúmeras ações para chamar a sociedade a somar esforços contra o abuso de crianças. Oficinas de arte, exposição de pinturas, exibição de filmes foram alguns dos artifícios usados para atrair os olhares de quem já passou pelo problema e dos que acham que jamais passarão por situações semelhantes. As atividades tiveram início com uma caminhada no último sábado (16) por diversos pontos da cidade com objetivo de informar e articular a sociedade. "O combate ao abuso e exploração sexual deve fazer parte do cotidiano", alertou a coordenadora da Unidades de Saúde de Maruípe, Patricia Huller. O encerramento da campanha na Unidade de Maruípe aconteceu nesta quarta-feira (20) com apresentação teatral das crianças do Projeto Caminhando Juntos (Cajun) de Andorinhas.

Fonte: Gazeta On Line

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colaboradores: carmen e maria celia

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