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7.7.09

Menores de 03 e 05 anos de idade acusam vizinho de boliná-las sob ameaça de faca na periferia de Porto Velho
Um ato monstruoso ocorrido no último sábado (04) perturbou moradores do bairro Aponiã, zona Leste de Porto Velho, quando policiais militares ao atender chamado do CIOP (Centro Integrado de Operações Policiais), se depararam com duas mulheres que em contato com os agentes informaram que duas meninas, uma de três e outra de cinco anos, foram vítimas de atentado violento ao pudor.
De acordo com uma delas, por volta da meia noite, a menor de três de anos começou a reclamar de dor na genitália, e a mãe perguntou o porque, a criança então contou que estava junto com uma amiguinha de cinco anos e que elas estavam passando em frente a residência de um vizinho, identificado pelos policiais como sendo Domingos Silva do Santos, de 44 anos.
Segundo a menina Domingos a puxou pelos cabelos e levou as duas crianças para dentro da sua casa, e em seguida as ameaçou com uma faca e passou a boliná-las e fazer ameaças dizendo que se as crianças contassem para alguém o que estava acontecendo ele iria matar a todos.
Na manhã de domingo (05) a mãe da menina de 03 anos foi até a casa da sua amiguinha, de 05 anos, e em contato com a mãe dela, perguntou se a criança não reclamou de nada ou comentou algo de estranho que tinha ocorrido. Preocupadas, as mulheres perguntaram a menina se tinha acontecido algo com ela. Chorando muito e com bastante medo ela relatou a mesma situação de violência que tinha sofrido nas mãos de Domingos.
As mães das meninas contaram aos policiais que as crianças estavam com comportamento estranho. Foi apurado junto aos vizinhos, que não quiseram se identificar à guarnição por medo de represália, que não seria primeira vez que esse fato tinha acontecido e que Domingos já havia bolinado outras crianças do bairro.
Diante do que foi apurado e dos depoimentos colhidos das testemunhas os policiais deram voz de prisão a Domingos, que foi encaminhado a Central de Polícia para as devidas providências, como descreve o relato do Boletim de Ocorrência nº 4584/2009.

Auto de Prisão
O que segue no texto abaixo é a reprodução do Auto de Prisão em Flagrante, que é anexado ao B.O. nº 4584/2009/PP – cuja natureza do fato é Atentado Violento ao Pudor (Inc. Penal: art. 214 C.C. art. 224 aline”a” e art. 225 $ 1º, Inc. I, todos do CP).
“(...) As crianças, ora vítimas, informaram para suas genitoras e as testemunhas, bem como para Autoridade Policial, os atos praticados pelo conduzido, inclusive, falando detalhes do crime.
No dia de ontem, 04/07/09, o conduzido, pegou as duas crianças, levou para o interior de sua casa e tirou as roupas delas, pegando em suas vaginas, fazendo com que as crianças chorassem. E, mais, não satisfeito, o conduzido, desferiu um tapa no rosto dela e, com uma faca, ameaçou a menor de 05 anos, dizendo que se ela falasse para alguém ele iria matar a todos, causando grande temor na cabeça da criança.
Conforme, depoimento da testemunha, PM, Acácio, foi realizado um auto de reconhecimento, onde as crianças afirmam ser o conduzido a pessoa que praticou o ato de libidinagem com elas (...).”

Fonte:Rondoniaovivo.com
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:25  comentar

6.7.09

Reneo Staudt é suspeito de ter estuprado uma garota de 14 anosO secretário de Educação de Mondaí e professor de ensino fundamental, Reneo Staudt, é procurado pela polícia porque teria estuprado uma adolescente de 14 anos que foi aluna dele até o ano passado.
Ele está foragido desde sexta-feira à tarde, quando a Justiça decretou a prisão preventiva. De acordo com a delegada de Mondaí, Lisiane Junges, Staudt já foi investigado por exploração sexual de estudantes. Ela revelou que o crime ocorreu na quinta-feira, às 15h30min. Nesse horário, a adolescente teria sido convencida a entrar no carro do professor, estacionado perto do hospital, no Centro da cidade, no Extremo-Oeste. A delegada afirmou que ela estava reticente porque Staudt tem fama de molestar garotas. No entanto, o suspeito teria se aproveitado da condição de ex-professor, amigo da família e mencionou o avô da aluna para convencê-la.
A policial declarou que o secretário dirigiu em direção a um motel na cidade de Iporã do Oeste, distante 22 quilômetros. Lisiane revelou que, durante o depoimento, a adolescente disse que foi ameaçada de agressão se tentasse fugir. As investigações apontam que a garota foi deixada a cerca de dois quilômetros da entrada de Mondaí. Ela caminhou até a casa que mora e contou para a mãe que fora estuprada. O Conselho Tutelar foi chamado e às 18h30min a jovem entrava na delegacia.
Antes mesmo do registro, a adolescente foi levada para o Instituto Geral de Perícias de São Miguel do Oeste e os exames atestaram conjunção carnal. A delegada afirmou que a garota estava abatida e chorava muito. A vítima teve aulas com Staudt durante quatro anos. O contato diário terminou em 2008, quando ela deixou o ensino fundamental (ex-ginásio).
A delegada declarou que o advogado de defesa, Clemente Averbeck, ligou e comunicou que o cliente não vai se apresentar enquanto a prisão preventiva não for revertida. Lisiane afirmou que policiais de toda a região estão atrás do secretário.
A reportagem tentou contato com Reneo Staudt, mas o telefone celular estava desligado.

Fonte: Diário Catarinense
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5.7.09

Wilmes Roberto Teixeira, de 78 anos, é uma das figuras mais ilustres da medicina legal brasileira. Membro da American Academy of Forensic Science, Wilmes é livre-docente e dá aulas em três faculdades. Dedicou sua vida a três linhas de pesquisa: a da identificação de corpos de difícil reconhecimento, a de mulheres vítimas de estupro e homicídio, com o uso pioneiro do exame de DNA no País para esses casos, e, por fim, das crianças vítimas de espancamento.
Da primeira linha, ele se destacou pela identificação dos restos mortais do carrasco nazista Joseph Mengele, em 1985. Da segunda, de 1991 a 1999, ele dirigiu o Centro de Investigação de Crimes Sexuais, na Universidade de Mogi, de onde saíram trabalhos como a identificação de sêmen no reto de uma das vítimas do Maníaco do Parque, em um cadáver já decomposto. Da terceira, surgiu a publicação de artigos que mudaram a forma de os legistas brasileiros analisarem crianças vítimas de violência. Wilmes recebeu o Estado em sua casa, em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo. Leia a entrevista:
O senhor foi quem trouxe o conceito de Síndrome do Bebê Espancado, a Sibe, para o País…
Na verdade, fui eu quem deu esse nome de Sibe. A Sibe vem de 1978. Publiquei na Revista Paulista de Medicina o primeiro artigo sobre a síndrome. O bebê não entende a agressão, não se defende. Como não anda, não escapa; como não fala, não denuncia. O bebê é uma vítima peculiar, muito aproveitada pelo criminoso. Nos EUA, a Sibe começou a ser pesquisada em 1946, pelo americano de Pittsburgh, John Caffey, radiologista. Em 1962, Kempe, pediatra americano, junto com Caffey, sistematizou o estudo e batizou o tema de The Battered Child Syndrome. Isso chocou a opinião pública.
Por que os pediatras precisam de tantas provas para perceberem o espancamento?
Dificilmente um médico percebe. Esse é o problema. Primeiro, porque essas crianças espancadas estão em casa. Em geral, (mães que espancam) só levam quando a criança está muito mal. Enquanto puder agredi-la em casa, ela espanca, está me entendendo? Quando ela leva a criança ao hospital público, está lá o pediatra, que é um profissional com mais dificuldades de trabalhar do que os demais, porque o cliente dele não conta nada. Quem fala é a mãe. O pediatra tem de acreditar na mãe. Todo indivíduo sabe o óbvio: mãe protege filho. Quando essa mãe chega, o médico vê aqueles hematomas e pergunta. A resposta é: “Ah, ela caiu do berço.” O médico não está preparado para duvidar. É uma idéia visceral a de que as mães são protetoras. Mas há mães espancadoras.
Qual a dimensão da Sibe no País?
No Brasil, devemos ter de 400 mil a meio milhão de crianças menores de 4 anos que são espancadas, por ano. Isso é uma estimativa baseada na experiência americana. Não temos estatísticas, temos estimativas. Quarenta mil dessas crianças ficam em estado grave e 4 mil morrem. Se você calcular qual é o índice de apuração de homicídios no Brasil, dá para calcular quantos casos são investigados.
Quais são os tipos de agressão catalogados?
As formas de agressão são: por negligência, a forma mais branda. A segunda é a sonegação de alimentos. Há crianças que chegam esqueléticas ao pronto-socorro. Há ainda o abuso químico, que são os pais que dão bebida alcoólica aos filhos. Há o abuso sexual, que é bem conhecido. Há a agressão da criança sacudida, que é o “shaking baby”. Ele provoca lesões de retina com cegueira e lesões cerebrais. A cabeça da criança é maior em relação ao corpo. Só na idade adulta é que a anatomia humana atinge a proporção ideal. Por ser maior, a cabeça, conforme ela chacoalha a criança, vai para a frente e para trás, lesionando o cérebro. É efeito chicote.
Existe a agressão por esganadura? Por asfixia?
Sim, e são de dois tipos. A asfixia como forma de tortura, de espancamento, e a que foi introduzida por mim aqui, que é a asfixia pela síndrome de Munchausen por procuração. Neste caso, a mãe tem um objetivo deliberado: vai matar o filho, porque ele é um empecilho aos seus propósitos. O que ela faz? Há mães que põe sangue de galinha no ouvido da criança, machuca a criança, para levá-la ao médico, para poder criar uma situação de doença. O Munchausen era o barão que mentia, portanto é a doença de mentira. A mais grave é a que ocorre pela asfixia, que é chamada também de homicídio gentil por asfixia, chamada assim porque não deixa marca. Sem ninguém saber ou ver, a mãe tapa a narina e boca da criança, e a sufoca. Quando ela começa a se debater e arrefecer os movimentos, ela tira a mão. Com o tempo, ela adquire a habilidade de conseguir deixar a criança no ponto de parada respiratória. Daí, ela leva a criança ao hospital. Os médicos internam, fazem a recuperação respiratória, fazem exames e não encontram a doença porque ela não existe. A mãe faz isso uma vez ou duas, e depois, mata a criança. Quando ela mata, vai naquele mesmo hospital. Os médicos não conseguem fazer um diagnóstico. Então, dão como morte por causa indeterminada, como doença respiratória a esclarecer. E tudo não passou de homicídio. Nos EUA, cruzando dados de prontuários, observaram duas coincidências, nenhuma médica: a tal doença respiratória, que constava do óbito, só aparecia na casa do bebê, e só aparecia no hospital quando a mãe visitava.
Quais sinais denunciam a Sibe?
Primeiro, o espectro equimótico. Equimose é um derrame de sangue de um traumatismo, porque rompe os vasos capilares. As equimoses têm cores diferentes. Quando você bate, ela surge roxo azulada. Com o passar do tempo, vai esmaecendo, amarelando, até desaparecer. Essa variação chama-se espectro equimótico. Isso denuncia que não há apenas um hematoma, mas vários, e de cores diferentes, o que corresponde a batidas de datas diferentes.
Por que o sr. fala em mãe agressora?
Porque em geral é a mãe. Havendo um casal, um vigia o outro. São em geral mães não casadas. Veja bem, estamos falando de pessoas más. Mal cuidada, essa criança chora, quando chora, apanha. E vira um círculo vicioso, de tal forma que, só de ver a mãe, essa criança chora. Daí ela parte direto para o traumatismo.
Há sinais de asfixia em Isabella Nardoni. Quando começa a bater, essa mãe se descontrola. Nos casos de asfixia, há também esse descontrole?
Não, asfixia não é igual a espancamento.
Há como espancar só por descontrole, sem a intenção de matar?
Veja bem, espancar é um verbo que traz certo peso. O objetivo do espancador é eliminar a criança, seja parcialmente, do tipo calando a vítima, ou totalmente.
No caso de Isabella, sabe-se que ela chegou com vida lá embaixo, mas que antes foi espancada e esganada. Após ser esganada, a criança pode passar a impressão de estar morta, mas voltar ao normal minutos depois?
Pode. A asfixia por compressão do pescoço impede a passagem do sangue para o cérebro. Em 12 segundos, ela pode perder a consciência. Se o agressor soltar a mão, a criança pode voltar a respirar fracamente, o que dá a impressão de estar morta. Já a morte cerebral ocorre, por asfixia, em quatro a cinco minutos.
Mas se for esganada por pouco tempo, ela volta depois.
Em seguida.
No caso Isabella, falaram em período de recuperação após a esganadura. Isso porque, segundo a hipótese de que tenha sido o pai e a madrasta os autores, eles poderiam ter decidido jogá-la pela janela porque achavam que estava morta.
Não, ela voltaria a respirar em seguida. A asfixia mata rapidamente também. Passaram-se três, quatro minutos, ela não volta; um ou dois minutos a menos, ela volta, mas não consciente. Ela respira, mas não volta à capacidade de cognição, de ver, falar… Volta de uma forma restrita, com seqüelas para sempre.

Wilmes Teixeira
É especialista em medicina legal e membro da American Academy of Forensic Science
Cunhou o termo Síndrome do Bebê Espancado (Sibe)

Fonte: O Estado de São Paulo

link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar

4.7.09



A cabeça de um bebê é grande e pesada em proporção ao resto do corpo. Entre o cérebro e crânio existe um espaço livre destinado ao crescimento e desenvolvimento; os músculos do pescoço do bebê ainda não estão desenvolvidos.
Quando se sacode um bebê ou uma criança pequena (geralmente abaixo dos 2 anos de idade), o cérebro ricocheteia contra o crânio, provocando contusão, inchaço, pressão e sangramento (hemorragia intracerebral). Isso pode resultar em dano cerebral grave e permanente, ou mesmo em morte. O ato de sacudir um bebê ou criança pequena também pode provocar lesões no pescoço e na coluna vertebral. As hemorragias da retina podem resultar em perda da visão.
Quase sempre, esta síndrome é causada por trauma não-acidental (abuso infantil), provocado por um pai, mãe ou babá irritados, que sacodem o bebê para puni-lo ou fazê-lo ficar quieto. Em casos raros, esta lesão pode resultar, acidentalmente, de ações como arremessar o bebê para o alto ou correr com ele em um "baby bag" preso às costas.

Orientações

Não se deve:
- erguer ou sacudir a criança visando acordá-la.
- administrar nenhuma substância à criança por via oral.

Procure imediatamente assistência médica de emergência se:
- a criança apresentar qualquer um dos sinais e sintomas já mencionados
- houver suspeita de que uma criança tenha sofrido este tipo de lesão

Prevenção
- Nunca sacuda um bebê ou criança pequena, seja por brincadeira ou sob efeito de irritação.
- Não use força física quando sua irritação contra uma criança ficar fora de controle.
- Chame um amigo ou parente para cuidar da criança e ficar com ela se você perceber que está fora de controle.
- Coloque a criança em um local seguro, como o berço ou o cercado, e chame um serviço local de ajuda ou de assistência à criança maltratada.
- Procure ajuda de um profissional e participe das reuniões de pais.
- Não ignore as evidências, caso haja suspeita de abuso contra a criança em sua casa ou na de alguém conhecido.

Fonte: Enciclopédia da Saúde
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:28  comentar

28.6.09

A ECPAT (End Child Prostitution, Child Pornography and Trafficking of Children for Sexual Purposes) é uma organização que como o nome já diz luta pelo fim da prostituição infantil, pornografia infantil e tráfico de crianças com propósitos sexuais e deixa bem claro o que acontece com quem procura sexo com crianças.

Quanto custa?- 7 anos.
Fazer sexo com menores dá sete anos de prisão.


Brasil Contra a Pedofilia
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:47  comentar

27.6.09

A síndrome de Munchausen é uma doença psiquiátrica em que o paciente, de forma compulsiva, deliberada e contínua, causa, provoca ou simula sintomas de doenças, sem que haja uma vantagem óbvia para tal atitude que não seja a de obter cuidados médicos e de enfermagem.
A síndrome de Munchausen "by proxi" (por procuração) ocorre quando um parente, quase sempre a mãe (85 a 95%), de forma persistente ou intermitentemente produz (fabrica, simula, inventa), de forma intencional, sintomas em seu filho, fazendo que este seja considerado doente, ou provocando ativamente a doença, colocando-a em risco e numa situação que requeira investigação e tratamento.
Às vezes existe por parte da mãe o objetivo de obter alguma vantagem para ela, por exemplo, conseguir atenção do marido para ela e a criança ou se afastar de uma casa conturbada pela violência.
A síndrome de Münchausen por procuração é uma forma de abuso infantil. Além da forma clássica em que uma ou mais doenças são simuladas, existem duas outras formas de Munchausen: as formas toxicológicas e as por asfixia em que o filho é repetidamente intoxicado com alguma substância (medicamentos, plantas etc) ou asfixiado até quase a morte.
Frequentemente, quando o caso é diagnosticado ou suspeitado, descobre-se que havia uma história com anos de evolução e os eventos, apesar de grosseiros, não foram considerados quanto a possibilidade de abuso infantil. Quando existem outros filhos, em 42% dos casos um outro filho também já sofreu o abuso (McCLURE et al, 1996). É importante não confundir simulação (como a doença simulada para se obter afastamento do trabalho, aposentar-se por invalidez, receber um seguro ou não se engajar no serviço militar).
A doença pode ser considerada uma forma de abuso infantil e pode haver superposição com outras formas de abuso infantil. À medida que a criança se torna maior há uma tendência de que ela passe a participar da fraude e a partir da adolescência se tornarem portadores da síndrome de Münchausen clássica típica em que os sintomas são inventados, simulados ou produzidos nela mesma. Ao contrário do abuso e violência clássica contra crianças, as mães portadoras da síndrome de Münchausen não são violentas nem negligentes com os filhos.
O problema, descrito a primeira vez por Meadow em 1977, é pouco conhecido pelos médicos e sua abordagem é complexa e deve envolver o médico e enfermagem, especialistas na doença simulada, psiquiatras/psicólogos, assistentes sociais e, mais tarde, advogado e diretor clínico do hospital e profissionais de proteção da criança agredida (Conselhos Tutelares e Juízes da infância).

Quando suspeitar

- Doença prolongada e inexplicável, tão extraordinária que mesmo os especialistas mais experientes garantam que "nunca viu nada parecido com isto antes".
- Quadros repetidos, cíclicos ou contínuos que não se encaixa bem em nenhuma doença, com história, evolução, resultados de exames e repostas terapêuticas estranhas, incomuns ou inconsistentes e que começam a parecer insolúveis apesar dos esforços médicos.
- Sintomas que parecem, impróprios, inverossímeis, incongruentes e que só ocorrem na presença da mãe.
- Extensa propedêutica é negativa ou dá resultados pouco consistentes.
- Os sintomas e eventos principais predominam à noite quando a supervisão é menor
- Predominam os casos gastroenterológicos mas qualquer doença pode ser simulada
- Tratamento é sempre ineficaz ou não é tolerado ou deixa de funcionar após algum tempo.
- Mãe que alega que a criança é alérgica a uma grande quantidade de drogas ou alimentos.
- A doença piora quando se cogita da alta hospitalar
- Inconsistência do tipo "sangra mas não anemia", anotações de febre sem aumento concomitante da FC e FR,
- Quando determinado evento está sendo extensamente pesquisado por exames que dão negativos, novos sintomas aparecem e as queixas mudam.
- Quando se nota uma certa expectativa e ansiedade por procedimentos mais invasivos e cirurgias

Texto: Dr. Reynaldo Gomes de Oliveira
Fonte: Munchausen Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 22:19  comentar


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colaboradores: carmen e maria celia

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