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10.6.09
A professora Raimunda Menezes Freitas, atualmente, leciona o 2° ano do Ensino Fundamental, na Escola Municipal Maria Ruth (Geisel) e cursa a graduação em História em uma faculdade particular da capital paraibana. Mas, as dificuldades do tempo em que foi trabalhadora infantil na agricultura familiar ainda estão bem vivas em sua memória.

"De sete irmãos, eu fui a única a chegar na universidade. Se eles não se formaram não foi porque não quiseram, mas porque não tinha escola, nem condições. Tive que me dedicar muito para chegar até aqui", analisa ela.

Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), revelam que a maior ocorrência de Trabalho Infantil se dá na atividade agrícola. Para se ter uma idéia, em 2006, 1,98 milhão de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos exerciam algum tipo de trabalho no Nordeste, destes mais de 1 milhão trabalhavam no setor agrícola (980 mil não remunerados), enquanto outros 844 mil tinham outras ocupações.

"Um dos desafios para acabar com este problema é a desnaturalização da prática do trabalho infantil no campo. Em algumas escolas rurais, nos períodos de plantio e safra, os professores sequer registram a falta das crianças trabalhadoras, de tão arraigado que é esse hábito", afirma a coordenadora do Petir, Rose Veloso.



PETIR
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colaboradores: carmen e maria celia

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