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27.6.09

Esta semana,o médico esteve nos principais jornais de todo o Brasil e a notícia sobre seu indiciamento por abuso sexual correu a internet. Mesmo assim, a maioria das grandes emissoras de radio e tv, ainda insistem em silenciar à respeito deste senhor.Qual a explicação para tal "desserviço" à população? Seria o tão conhecido favorecimento de alguns poucos? Ou, talvez, a indústria de interesses escusos por trás do famoso especialista em fertilização in vitro? Quem sabe quanto dinheiro está em jogo por trás desse impulsivo senhor...
Estaremos publicando diariamente todas as matérias que fizeram referência ao indiciamento, nos congratulando com estes veículos que comprometidos com o verdadeiro sentido jornalístico, não se deixam comprar.


Estadão.com.br
(21 de junho)

SÃO PAULO - A Polícia Civil de São Paulo indiciou ontem o especialista em reprodução assistida Roger Abdelmassih sob acusação de estupro e atentado violento ao pudor contra pacientes, segundo informação do Ministério Público. Dezenas de mulheres que passavam por tratamento contra infertilidade na clínica dele o acusam de ter cometido atos libidinosos, como beijar à força e passar as mãos no corpo das pacientes durante atendimentos. Pelo menos um caso de acusação de estupro foi investigado pela polícia.
O médico, que esteve ontem na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, no centro de São Paulo, para prestar depoimento, manteve-se calado, mas, segundo enfatizam seus advogados, ele nega todas as acusações. Com o indiciamento, a polícia aponta Abdelmassih como responsável pelos crimes. Agora, o inquérito policial, que correu sob sigilo para proteger as vítimas, será enviado à Justiça e depois ao Ministério Público.
Caso o médico seja denunciado e condenado, as penas para os crimes contra cada uma das mulheres serão somadas. As penas para atentado violento ao pudor e estupro variam de 6 a 10 anos de prisão. ?O indiciamento não nos surpreende, era uma providência absolutamente esperada diante de tantas provas?, afirmou o promotor Luiz Henrique Dal Poz, que acompanhou o depoimento do médico. A Promotoria chegou a receber cerca de 70 relatos de mulheres que se disseram vítimas de Abdelmassih. No entanto, ainda não foi informada pela polícia sobre quantas realmente relataram os fatos no inquérito.
Segundo um de seus defensores, Adriano Salles Vanni, o silêncio ocorreu porque a defesa não teve acesso a parte dos depoimentos de vítimas, principalmente as ouvidas em outros Estados. Os advogados ingressarão com reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF). Em despacho proferido em março, o órgão havia decidido que o especialista em fertilização assistida só deveria ser ouvido pela polícia após conhecer a identidade das mulheres. Segundo Dal Poz, a defesa terá livre acesso a todos os depoimentos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:05  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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