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30.1.09
Um dia antes de ser morto a tiros, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, o pecuarista Rogério Mesquita esteve, terça-feira, na Delegacia de Homicídios (DH), no Centro da cidade. Ex-homen de confiança do falecido contraventor Waldemir Paes Garcia, o Maninho, Mesquita disse estar sendo ameaçado e contou ter recebido a informação de que faria parte de uma lista de sete pessoas que seriam assassinadas por pistoleiros.
Também fariam parte da lista dos que seriam mortos, dois delegados, dois comissários e dois inspetores da Polícia Civil. Todos os crimes seriam praticados, segundo a denúncia de Rogério Mesquita, por encomenda de pessoas envolvidas na disputa pelo espólio de Maninho, executado a tiros em 2004, em Jacarepaguá.
Ontem, a polícia recebeu uma informação repassada pelo Disque-denúncia (2253-1177), de que os crimes teriam sido tramados em uma reunião, feita no início da semana, no bairro de Vila Isabel. O nome dos mandantes do crime não foram revelados.

Crime sem imagem
Rogério Mesquita levou três tiros de pistola, calibre 40, disparados por um homem que desceu da garupa de uma motocicleta Honda Falcon, de cor preta.
A execução prometida aconteceu em um endereço nobre: na esquina da Avenida Visconde de Pirajá com a Rua Maria Quitéria, a dois quarteirões de distância da Praia de Ipanema.
Até ontem, a DH não havia recebido qualquer imagem relativa ao assassinato. A polícia investiga se o crime teria sido flagrado por câmeras da CET-Rio ou pelos circuitos internos de uma loja e de dois prédios próximos.

QUANDO SE VAI À DELEGACIA DENUNCIAR COMO ELE FEZ, RESPONDEM....NÃO PODEMOS FAZER NADA SÓ QUANDO ACONTECER!!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:44  comentar

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