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7.1.09
SÃO PAULO - A faxineira Maria Cleide Correia, que teria encontrado a menina Geovanna viva, pouco antes de ser levada para o Instituto Médico Legal, está com medo da repercussão de sua atitude. Segundo colegas, ela teria até pedido para ser transferida do Hospital Leonor Mendes de Barros, onde trabalha. Ela é funcionária da empresa Brasanitas, que presta serviço ao estado. Desde que salvou a vida da menina, a faxineira não trabalhou mais na unidade hospitalar do Tatuapé, na zona leste da capital.
A empresa prestadora de serviços do hospital se comprometeu com a polícia de apresentar a faxineira ainda nesta semana para prestar depoimento. A assessoria da Brasanitas não confirmou se a funcionária será transferida para trabalhar em outro local. Apenas informou que a mulher não foi colocada na escala de trabalho nesta terça. A equipe médica será ouvida também.
A dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, foi internada dia 28 de dezembro com gravidez de risco. Às 18h25m do dia 2 de janeiro, nasceu Geovanna. A equipe médica atestou seu óbito logo em seguida, descrevendo que a criança nasceu morta. O parto foi normal e a menina nasceu pelos pés. A cabeça dela, segundo Renata, ficou presa dentro da mãe por 15 minutos. O estado da criança é delicado e ela corre risco de vida e pode ter sequelas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:06  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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