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16.1.09
Turbina de avião explode, piloto faz pouso forçado em rio e os 155 ocupantes da aeronave sobrevivem

NOVA IORQUE (EUA) - Avião com 150 passageiros e 5 tripulantes fez pouso forçado ontem no rio Hudson, que separa a famosa ilha nova-iorquina de Manhattan do estado vizinho, Nova Jersey. Segundo a Administração Federal da Aviação Civil americana, pane foi causada por aves que entraram numa das turbinas. Depois do acidente, o avião ficou boiando nas águas geladas do rio, e todos os seus ocupantes foram retirados.A aeronave, um Airbus A-320 da empresa US Airways, tinha acabado de sair do aeroporto doméstico de La Guardia, em Nova Iorque, em direção a Charlotte, no estado da Carolina do Norte, quando passageiros ouviram o som de uma explosão numa das turbinas — provalvelmente quando uma ou mais aves entraram no equipamento. “Escutamos o som alto de uma explosão e o avião balançou”, contou à rede CNN o passageiro Alberto Pinero. O piloto ainda tentou voltar ao aeroporto, mas foi obrigado a fazer o pouso forçado, levantando bastante água do rio, na altura da Rua 50 da parte oeste de Manhattan. “O motor explodiu. Havia fogo por todo lado, e o cheiro era de gás. As pessoas estavam todas sangrando. Caímos bem duro na água. Foi assustador”, disse outro passageiro, Jeff Kolodjay.Cinco barcos — particulares e da Guarda Costeira dos EUA — chegaram rapidamente ao local e começaram a retirar as pessoas.As águas estavam com 20 graus negativos, e pelo menos quatro passageiros sofreram hipotermia. A maioria, entretanto, conseguiu se equilibrar nas asas do Airbus enquanto aguardavam o resgate, que contou também com mergulhadores e helicópteros. Os ocupantes da aeronave não teriam sofrido ferimentos graves.O prefeito de Nova Iorque, Michael Bloomberg, elogiou a manobra do piloto: “Foi um trabalho de mestre”.

TERROR DESCARTADO

O acidente provavelmente causou lembranças dos atentados de 11 de Setembro nos nova-iorquinos, quando dois aviões foram lançados nas torres do World Trade Center. Mas o governo dos EUA garante que o episódio de ontem nada teve a ver com qualquer ato terrorista. O acidente foi o segundo em menos de três anos em Manhattan. Em 11 de outubro de 2006, um pequeno avião modelo Cirrus SR20, do jogador de beisebol Cory Lidle, 34 anos, bateu num prédio de luxo da ilha. Lidle, que atuava no New York Yankees, pilotava a aeronave. Ele e seu instrutor de vôo foram as únicas vítimas.


FONTE: O DIAONLINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:59  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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