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29.12.08

PAPAIS E MAMÃES ENSINEM A SEUS FILHOS A AMAR A NATUREZA E OS ANIMAIS...É UM GRANDE PASSO PARA UM FUTURO COM MENOS VIOLÊNCIA E MAIS AMOR!!!
SÃO PAULO - O ornitólogo Johan Dalgas Frisch conseguiu fotografar em São Paulo um raro exemplar de sabiá-laranjeira semi-albino. Para o especialista, a descoberta é como um presente de Natal antecipado para a cidade, já que esse tipo de pássaro dificilmente é visto. Exemplares totalmente albinos, segundo Dalgas Frisch, são mais comuns, mas só são vistos ao raiar do dia.- Os albinos que eu já vi e fotografei são encontrados nas primeiras horas do dia. Eles têm olhos vermelhos e dificilmente são vistos mais tarde, porque não agüentam a luminosidade. Os semi-albinos são ainda mais raros. Esse que fotografei tem a íris marrom, o que lhe permite sair com a luz do sol - afirma o ornitólogo.Segundo ele, a vida dos pássaros albinos e semi-albinos é extremamente curta, por causa dos predadores e também da concorrência com animais da mesma espécie.- Os sábias-larajanjeira acabam rejeitando esses indivíduos e se recusam a acasalar com eles porque são diferentes - diz Frisch, que fotografou o exemplar ao lado na região do Parque Alfredo Volpi, no Morumbi, zona sul da capital.O especialista lembra que até o início da década de 40, cerca de 200 espécies de aves habitavam a capital paulista. Por causa da urbanização, em 1964, esse número caiu para cerca de uma dezena de espécies, afirma Frisch. Segundo ele, com a ajuda da população, que passou a cultivar árvores frutíferas em seus jardins, as aves começaram a voltar à capital. Hoje, aproximadamente 100 espécies são vistas na cidade, de acordo com ele.- São pitangueiras, amoreiras e outras árvores que atraíram as aves de volta. Mas esse número ainda é pequeno. Podemos fazer mais. Para isso, basta que todo mundo que tem um pequeno quintal plante diversos tipos de plantas e árvores, uma cerejeira, uma laranjeira. Ou que tenha orquídeas nas paredes, uma unha-de-gato. Tem que diversificar para que haja flores e frutos durante todo o ano - afirma Frisch.- Hoje temos espécies que se adaptaram. Os bem-te-vis, por exemplo, já estão comendo até ração de cachorro. Eles pegam aqueles flocos menores, que conseguem comer. Os tico-ticos, que antes arrematavam os ninhos com crina de cavalo, agora já usam até pedaços de fio dental para isso. Mas os tico-ticos ainda enfrentam a concorrência com os chupins - diz Frisch, referindo-se ao fato dos chupins destruírem os ovos de tico-tico e deixarem os dele no local para serem chocados.Ele explica ainda que os pardais, que eram tão comuns na capital, estão perdendo espaço por falta de local para ninhos.- Antigamente, eles usavam os buracos de telhados ou uma fenda nos prédios. Como as fachadas são completamente fechadas hoje, eles estão sem espaço - diz o ornitólogo, que é autor de cinco livros sobre pássaros, entre eles o famoso Aves Brasileiras, que está na terceira edição.

LEVEM SEUS FILHOS A UM LUGAR ONDE POSSAM APRECIAR ESSA MARAVILHA DA NATUREZA
CONTEM ESSA PEQUENA REPORTAGEM
VAMOS TENTAR DIMINUIR A VIOLÊNCIA!!!!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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