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6.2.09
SÃO PAULO - A professora de música Rosária Albuquerque, de 37 anos, foi morta por causa de R$ 500 na rua onde mora o governador José Serra. Rosária foi baleada com dois tiros na cabeça às 14h de quinta-feira ao se recusar a entregar a bolsa a dois homens de moto que anunciaram o assalto . Nesta sexta, a polícia informou que prendeu o assaltante que atirou em Rosária três horas depois do crime, a apenas dois quilômetros do local. Ele já havia trocado de roupa e estaria tentando roubar outras pessoas. O bandido foi identificado como Francisco de Freitas Xavier, de 24 anos, um presidiário que está em liberdade condicional.
A prisão ocorreu na Avenida Nove de Julho, perto da Rua João Cachoeira. Policiais que patrulhavam a área foram informados que dois homens em uma moto haviam abordado uma mulher. O rapaz havia descido da garupa da moto quando foi abordado pelos policiais, que informaram ter encontrado com ele um revólver calibre 32, com numeração raspada. A arma era levada na cintura. O rapaz foi preso e identificado por uma testemunha do crime no Alto de Pinheiros.
Para não entregar a bolsa, Rosária arranhou o peito do assaltante. O corpo da professora ainda está no Instituto Médico Legal e só será liberado quando algum parente se apresentar para fazer o reconhecimento. A família dela é de Pernambuco.
Rosária caminhava pela calçada na esquina da Rua Antônio de Gouveia Giudice, onde fica a casa do governador José Serra, com a Rua Dona Elisa de Moraes Mendes, quando foi abordada.
De acordo com uma testemunha, Rosária estava bem vestida e foi abordada por dois homens em uma moto. Eles anunciaram o roubo e o que estava na garupa arrancou a bolsa dela.
- Ela ficou desesperada e partiu para cima do ladrão que estava em cima da moto. Eles ficaram vários segundos se empurrando e se agredindo. Aí o bandido sacou uma arma e atirou duas vezes na cabeça dela, antes de fugir com a bolsa - contou a testemunha.
Segundo o delegado do Setor de Investigações Gerais da 3 Delegacia Seccional (Oeste), Anderson Pires Gianpaoli, a hipótese mais provável é de que o latrocínio tenha acontecido na modalidade de crime conhecida como "saidinha de banco", na qual os ladrões seguem a vítima desde dentro de uma agência e abordam na rua.
O local do crime fica a um quarteirão da Praça Panamericana, onde, há diversos bancos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 18:03 

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