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28.4.09
O Ministério Público de Catanduva instaurou um novo inquérito para continuar as investigações sobre a suposta rede de Pedofilia que agia na cidade.Uma denúncia da promotoria, recebida pela Vara da Infância e da Juventude na última sexta-feira, fez com que houvesse o desmembramento das investigações, já que a prisão temporária de W. M. S., de 19 anos, terminava no último dia 25.Além da prisão temporária de ‘W.’, a promotoria também decidiu pela prisão preventiva do borracheiro J. B. N. M. por haver provas cabais contra os dois.“Há elementos robustos que comprovam o envolvimento dos dois nos casos de abusos contra essas crianças. Por isso foi feita essa denúncia”, explicou André Luiz Nogueira da Cunha, promotor de justiça.O médico e o usineiro - que obtiveram hábeas corpus - ainda continuam sendo investigados em um inquérito separado.“Se não fosse decretada a prisão preventiva para ‘W’, hoje ele estaria solto. Por isso, fizemos a denúncia para que ele permanecesse preso, assim como seu tio, cujo processo inicial foi instaurado no final do ano passado”, salientou o promotor.Cunha classificou como uma ‘denúncia emergencial’ contra o borracheiro e o seu sobrinho. Ambos vão responder pelo crime de atentado violento ao pudor.“Isso significa que as investigações não pararam. Elas continuam, mas de forma desmembradas das demais”, continuou.A juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva expediu também mandados de citação de defesa prévia para ambos.“Determinei expedição de mandado de prisão preventiva para ‘W.’ e ‘J.’ e expedição de mandados de citação para apresentação de defesa prévia”, afirmou.A juíza, que participou ontem de uma palestra sobre pedofilia na sede da APAE, explicou que o desmembramento foi necessário para a realização da conclusão desse inquérito.“Sua finalização depende dos laudos da polícia técnica e dos reconhecimentos”, salientou.Ontem, os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) descartaram a possibilidade de haver novidades neste caso.

GAÚCHOS A comissão que investiga a rede acenou a possibilidade de utilizar psicólogos gaúchos para abordarem as crianças durante as sessões de reconhecimento.

CPI Membros da CPI da Pedofilia ainda não definiram a data do retorno da comissão para Catanduva

Fonte: O Regional.com.br
Por Enio Franco
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:31  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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