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25.3.09
SÃO PAULO - Na tarde desta terça-feira, a Polícia Civil de São Paulo recebeu uma denúncia anônima de que Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, e o filho dele de um ano e oito meses estariam escondidos na Bahia. O delegado responsável pelo caso, Marcos Carneiro, não divulgou o nome da cidade para não atrapalhar as investigações. Nesta quarta-feira, a prisão temporária de Evangelista deve ser pedida. Ele é o principal suspeito de matar a ex-mulher e sequestrar o filho do casal. Desde o último domingo, os policiais não conseguem encontrar Evangelista ou a criança.
Ele foi visto deixando o prédio onde a ex-mulher dele, Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morava com o filho do casal. Imagens do circuito interno de segurança do prédio onde vivia Ana Cláudia mostram o ex-marido dela saindo sozinho do apartamento com o filho deles, Gabriel. Ele trocou a camisa que estava usando antes de sair. Ana Cláudia foi esfaqueada e morta na noite deste domingo. Segundo a polícia, a camiseta que Evangelista usava quando chegou ao prédio foi encontrada suja de sangue junto a faca usada para matar Ana Cláudia.
Por enquanto, a polícia ouviu o porteiro do prédio e, até o fim da semana, parentes de Ana Cláudia e de Evangelista devem prestar depoimento. Um parente de Evangelista já contou à polícia que, na noite de domingo, o suspeito ligou para uma tia e disse que havia cometido "uma grande besteira" e que precisava fugir.
A polícia já se comprometeu com o advogado de Evangelista a suspender a busca para que ele devolva a criança.
- A busca será suspensa para que ele se sinta confortável em devolver o menino - afirmou o delegado Marcos Carneiro, que deve encaminhar o pedido de prisão temporária à Justiça nesta quarta.

A polícia já começou a distribuir cartazes com as fotos de Evangelista e do filho dele, Gabriel. Quem tiver informações sobre o paradeiro deles pode ligar para o Disque-Denúncia. O número é o 181. A ligação é de graça e ninguém precisa se identificar.

Violência doméstica
A jovem, que segundo a família já havia sido agredida pelo ex-marido, estava morando com o irmão e um tio na Avenida do Cursino, no Jardim da Saúde, na zona sul de São Paulo, desde novembro do ano passado. Antes disso, ela morava em Teixeira de Freitas, no sul da Bahia, mas teria fugido do marido por causa das agressões.
- Ele foi bater nela dentro da minha casa. Aí eu disse: dentro da minha casa, você não bate - afirma a avó da vítima, Maria Cavalcanti de Albuquerque.
Mas o ex-marido veio atrás e conseguiu autorização judicial para visitar o filho aos domingos. Essa era a terceira visita que fazia depois da autorização judicial.



link do postPor anjoseguerreiros, às 07:41 

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