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14.6.09
Raymond Hewlett, com apenas algumas semanas de vida pela frente, pode ser o homem que levará para o túmulo o mistério que envolve o desaparecimento da menina britânica Madeleine MCCann.
“É óbvio que todos estão interessados em mim, mas não matei a menina McCann. Podem pensar o que quiserem. Essa é a verdade e nunca vai mudar”, afirma Hewlett.
O homem preso três vezes por ataques sexuais contra meninas hoje fala pela primeira vez na tentativa de limpar o seu nome em meio da montanha de indícios contra ele.
Hewlett, que esteve na clandestinidade desde que foi nomeado em ligação com o caso, admite que estava no Algarve quando Madeleine foi raptada. Esboços feitos de um suspeito, na época, mostram a semelhança com a fisionomia de Hewlett. E cinco semanas depois que a menina desapareceu, ele deixou Portugal com destino ao Marrocos, ficando por lá durante dois meses, alegando ter sido uma longa “viagem de negócios”. Lá o pedófilo teria feito estas revelações a Peter Verran dizendo “que estava preocupado porque havia notícias de que Madeleine tinha sido avistada no Marrocos e que as pessoas podiam pensar que a sua filha era ela. E de repente disse ‘Madeleine’ não está no Marrocos”.
Além do mais ele se recusa a dar um álibi para a noite em que Madeleine desapareceu. “Eu tenho um álibi, mas porque devo compartilhá-lo?”, diz ele, lutando por ar a cada sílaba pronunciada.
“Existe uma pessoa que pode dizer onde eu estava naquele dia, mas por que eu devo provar isso? Eu não fiz nada de errado. Minha vida se tornou uma desgraça por cauda de um crime que eu não cometi e que nada sei”, sustenta o pedófilo que se disponibiliza a passar pelo teste do detector de mentira.



Raymond Hewlett alega que passou pela Praia da Luz em 2002, o que contraria o depoimento de Peter Verran onde ele afirma que o pedófilo estava no Algarve em maio de 2007, quando Madeleine desapareceu.
Os detetives particulares do casal McCann tomaram conhecimento da existência de Hewlett em fevereiro deste ano na sequência da investigação. Outras revelações mostraram que o pedófilo possui condenações anteriores na Grã-Bretanha sobre o estupro de uma menina de 12 anos de idade e uma tentativa de outra de 14.
Detetives portugueses disseram que não sabiam da existência de Hewlett, mas curiosamente o pedófilo disse em entrevista ao jornal Sunday Mirror que foi visitado duas vezes pela polícia portuguesa. Na ocasião, os investigadores portugueses recolheram um cotonete usado por Raymond, para exame de DNA, e colheram suas impressões digitais, embora ele nunca tenha sido detido ou interrogado.
Na época em que Madeleine desapareceu, Hewlett e a família estavam entre as três cidades que se deslocam para o Algarve – Vila Real de Santo Antônio, Fuzeta e Tavira – todas a 60 quilômetros da Praia da Luz.
“3 de maio foi uma quinta-feira e eu estava sempre na Vila Real de Santo Antônio às quintas-feiras. Minha rotina nunca se alterou”, diz ele.
Hewlett afirma que uma amiga tem um vídeo de 40 minutos onde ele aparece com Mariana, sua esposa, e seus filhos em um mercado na cidade de Fuzeta no domingo em que Maddie desapareceu. Sua filha caçula tem uma semelhança impressionante com Madeleine MacCann.
“O amigo que fez o vídeo poderia lembrar onde eu estava dois dias antes, mas não pedirei isso à ele”, diz Hewlett.
Um mês depois, em 10 de junho, Hewlett deixou Portugal com sua família e foi para o Marrocos. “Um amigo me deu peças de uma Mercedes para que eu as vendesse por lá. Elas valem uma fortuna no Marrocos. Nós permanecemos por lá durante dois meses, depois voltamos em agosto”, afirma Hewlett.

O suspeito principal do desaparecimento de Madeleine McCann, Raymond Hewlett, está com câncer na garganta e mal consegue falar. Sua voz é muito fraca e, por vezes, inaudível. A família chegou há seis semanas atrás e como sua saúde deteriorou, Mariana pode obter benefícios estatais.
No mês passado os detetives do casal McCann foram até a Alemanha onde Hewllet estava em tratamento, mas não conseguiram interrogá-lo pois ele se recusou. Esta semana, eles viajaram para lá novamente, mas Hewlett foi considerado demasiado doente para ser submetido a interrogatórios intensivos.
Hoje, Hewlett está perto da morte pesa cerca de 45 kg. Os médicos dizem que não há mais nada que possa ser feito por ele.
Tremendo de dor ele repete “eu não matei a menina McCann”.

Tradução Brasil Contra a Pedofilia


Mirror

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:06  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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