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21.3.09
SÃO PAULO - A adolescente de 17 anos, acusada de envenenar com um bolo três crianças com idades entre 4 e 6 anos, na região do Grajaú, zona sul de São Paulo, acusou o namorado Amauri Araújo de Lima, de 21 anos, de participar do crime. De acordo com a adolescente, Lima é ex-namorado da mãe das crianças, que está grávida dele. Ela contou à polícia que o objetivo deles era que a doméstica Ivonete Mendes Rodrigues abortasse depois de comer o bolo envenenado, livrando Lima de assumir o bebê. O rapaz está foragido.
Na quinta-feira, ele chegou a visitar as crianças no hospital. Ele afirmou ainda que havia rompido o relacionamento com a adolescente e que o fim do namoro poderia ter levado a jovem a querer se vingar da mãe das crianças.
As vítimas comeram o bolo deixado na porta da casa delas, na Rua Bem-Te-Vi, por um desconhecido na manhã de quarta-feira. Uma delas, de 4 anos, chegou a ser internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Grajaú, mas já foi transferida para a enfermaria, onde deve ficar sob observação até amanhã. De acordo com a secretaria estadual de Saúde, ela não corre risco de morrer. As outras duas crianças foram internadas no mesmo hospital e tiveram alta nesta manhã.
A empregada doméstica Ivonete Mendes Rodrigues, de 30 anos, que tem mais duas filhas, de 8 e 11 anos, e está grávida de cinco meses de Lima.
Homens da 2ª Companhia do 17º Batalhão, lotados em uma base comunitária, receberam nesta manhã uma denúncia anônima de que a adolescente estaria na casa do pai, na Rua Barão de Jaguara, e seguiram até o local. No imóvel, um cortiço, localizaram a menor na casa do pai. Segundo o tenente João Dmitraczenko, a adolescente confessou no próprio local a autoria do crime. .
- Ela ficou incomodada e enciumada com a situação. E nos disse ainda que o namorado não desejava a gravidez. A própria adolescente admitiu ter deixado o bolo na casa - diz o policial militar.
A adolescente, que morava com a mãe próxima ao local onde também residiam a doméstica e os filhos, foi encaminhada para o 6º Distrito Policial, no Cambuci.
Ivonete já suspeitava que a companheira de um ex-namorado teria deixado o bolo com veneno na porta da casa dela. Ela havia dito à polícia que a adolescente vinha fazendo ameaças a ela.
Um pedaço do bolo foi encaminhado para perícia, que deve concluir que tipo de substância foi colocada no doce em 30 dias. A suspeita é que se trate de veneno de rato, conhecido popularmente como chumbinho. Como a venda desse produto é proibida, a polícia deve investigar também quem o vendeu à adolescente.

Fonte: Globo On-line
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:01 

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