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23.6.09
RIO - O delegado titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), Carlos Augusto Nogueira, vai pedir à Justiça a quebra dos sigilos bancário e dos cartões de crédito de Alessandra Ramalho D'Ávila, acusada de ter matado a facadas o marido, Renato Biasotto , no dia 13 no apartamento do casal, na Barra. Ele também quer informações sobre os veículos cadastrados no Detran em nome da viúva.
Esses pedidos serão feitos no inquérito instaurado para investigar o crime de favorecimento pessoal contra a mulher que aparece ao lado de Alessandra dentro de um carro, em imagens feitas por uma câmera da Polícia Rodoviária Federal, na Via Dutra. Essa mulher, que ainda não foi identificada, será indiciada por ter ajudado na fuga de Alessandra, provavelmente para São Paulo.
O advogado de acusação, João Mestieri, criticou a proposta de convocar o filho do casal, de apenas 5 anos, para colaborar com as investigações. O menino, que foi levado pela mãe logo após o assassinato do pai, teria presenciado o crime.
- Peço que o bom senso e os valores humanos prevaleçam. Só falta submeter o menino a situação ainda pior, ter alguém perguntando: "Quando a mamãe matou o papai..." - disse o advogado.
Nesta segunda-feira, Mário Oliveira Filho, advogado de Alessandra, disse que pretende entrar com um pedido de habeas corpus para sua cliente alegando que ela agiu em legítima defesa e que ainda não foram feitos os exames necessários em Renato Biasotto. A família do empresário vai tentar obter a guarda do filho do casal.
Alessandra já é considerada foragida, pois já existe um pedido de prisão preventiva contra ela decretada pelo 3º Tribunal do Júri. Após matar Renato, ela fugiu levando o filho, mas não se sabe se ela ainda está com a criança.
Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, o professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) Marcos D'Ávila Nunes, pai de Alessandra, sustentou que ela agiu em legítima defesa.
- Ela avisou para ele que queria se afastar da vida dele. Eu acho que esse foi o motivo que fez com que ele reagisse dessa maneira, bebendo tanto e ofendendo-a - disse o pai ao programa. - Ela se defendeu. Ela falou "para, para" e ele não parou e avançou sobre a faca.
O delegado titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), Carlos Augusto Nogueira Pinto, abriu inquérito para investigar a amiga que ajudou Alessandra a fugir pela Via Dutra. A Polícia Rodoviária Federal flagrou carro da viúva na rodovia horas após o crime . De acordo com o delegado, a amiga pode ser indiciada por favorecimento pessoal.
- Nós estamos tentando capturar a Alessandra, essa é uma de nossas metas, e, concomitantemente a isso, estamos apurando quem está de alguma forma ajudando a Alessandra - disse o delegado em entrevista à Rádio CBN.



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colaboradores: carmen e maria celia

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