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26.6.09

A Polícia Federal anuncia, na próxima terça-feira (30/6), no Instituto Nacional de Identificação, em Brasília, o lançamento da nova ferramenta para o combate ao crime – o Projeto Horus. O sistema elabora retratos falados de alta qualidade. “A técnica de retrato falado é uma consagrada ferramenta de identificação de criminosos utilizada nas investigações policiais de todo o mundo. A inovação apresentada pelo projeto consiste na criação de um banco de imagens coloridas em alta definição e no desenvolvimento de um conjunto de técnicas de equalização de tons de pele, inserção de marcas e acessórios, projeções de envelhecimento e simulação de disfarces”, explica a Polícia Federal.
Horus foi totalmente desenvolvido por papiloscopistas policiais federais e servidores administrativos do Instituto Nacional de Identificação. O projeto começou a ser desenvolvido em 2005. Inicialmente, serão capacitados 80 policiais federais para operar o sistema. “A qualidade, em comparação ao sistema atual, é infinitamente superior, dispensa a figura do retratista para fazer o retrato falado”, afirma a PF.
A Polícia Federal faz hoje cerca de 800 retratos falados por ano. O sistema importado, para fazer esses retratos, custa cerca de R$ 20 mil a unidade. O custo do atual sistema “é praticamente zero, porque só demandará as horas de trabalho do papiloscopista que operar, fazendo simplesmente o uso do mouse do computador”, acrescenta. “O sistema atual é baseado no sistema DOS, e trabalha com retratos em preto e branco. O Horus trabalha com todos os matizes de cores, tem uma base de dados de 6 mil imagens, que podem ser ampliadas ao infinito”, compara a PF. A ideia é fazer convênios para ofertar o Horus a todas as forças de segurança do Brasil.

Crianças desaparecidas
Uma das novidades do sistema é acompanhar o envelhecimento de uma pessoa – o que, sobretudo, ajudará os agentes a identificar crianças desaparecidas. No Brasil, não existem dados oficiais que determinem a quantidade de crianças e adolescentes desaparecidos anualmente. Mas, dos casos registrados, um percentual de 10% a 15% permanecem sem solução por um longo período de tempo. Às vezes, jamais são resolvidos.
Desde 2002, a Secretaria Especial de Direitos Humanos criou uma rede nacional de identificação e localização de crianças e adolescentes desaparecidos. Hoje, há cadastrados no site da 1.247 casos de crianças e adolescentes desaparecidos no país. Desde sua criação já foram solucionados 725 casos. Clique aqui para conhecer essa base de dados do Ministério da Justiça.



ConJur
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:59 

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