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14.6.09
Mir Hosein Moussavi entrou com o pedido formal para anular resultado.Ele alega que houve fraude na votação que reelegeu Ahmadinejad.

O candidato iraniano Mir Hosein Moussavi apelou formalmente contra o resultado das eleições presidenciais da última sexta-feira (12). Ele entrou com o pedido junto ao Conselho de Guardiões, que controlam o poder legislativo do país. "Hoje eu submeti o pedido oficial para cancelar o resultado das eleições", disse.
Moussavi pediu neste domingo (14) a seus seguidores que mantenham "de forma pacífica" sua "oposição" aos resultados oficiais das eleições de sexta-feira (12), que deram a vitória ao mandatário atual, o ultraconservador Mahmud Ahmadinejad.
"Os aconselho novamente a manter a oposição civil e legal, de forma pacífica, em todo o país", afirmou Moussavi no site de sua campanha, Kalam News. O anúncio feito no sábado da reeleição de Ahmadinejad, em eleições que, segundo Musavi, registraram "irregularidades", provocou violentas manifestações em Teerã, que continuavam neste domingo.
Moussavi pediu neste domingo (14) a seus seguidores que mantenham "de forma pacífica" sua "oposição" aos resultados oficiais das eleições de sexta-feira (12), que deram a vitória ao mandatário atual, o ultraconservador Mahmud Ahmadinejad.
"Os aconselho novamente a manter a oposição civil e legal, de forma pacífica, em todo o país", afirmou Moussavi no site de sua campanha, Kalam News. O anúncio feito no sábado da reeleição de Ahmadinejad, em eleições que, segundo Musavi, registraram "irregularidades", provocou violentas manifestações em Teerã, que continuavam neste domingo.
Moussavi pediu neste domingo (14) a seus seguidores que mantenham "de forma pacífica" sua "oposição" aos resultados oficiais das eleições de sexta-feira (12), que deram a vitória ao mandatário atual, o ultraconservador Mahmud Ahmadinejad.
"Os aconselho novamente a manter a oposição civil e legal, de forma pacífica, em todo o país", afirmou Moussavi no site de sua campanha, Kalam News. O anúncio feito no sábado da reeleição de Ahmadinejad, em eleições que, segundo Musavi, registraram "irregularidades", provocou violentas manifestações em Teerã, que continuavam neste domingo.
Moussavi pediu neste domingo (14) a seus seguidores que mantenham "de forma pacífica" sua "oposição" aos resultados oficiais das eleições de sexta-feira (12), que deram a vitória ao mandatário atual, o ultraconservador Mahmud Ahmadinejad.
"Os aconselho novamente a manter a oposição civil e legal, de forma pacífica, em todo o país", afirmou Moussavi no site de sua campanha, Kalam News. O anúncio feito no sábado da reeleição de Ahmadinejad, em eleições que, segundo Musavi, registraram "irregularidades", provocou violentas manifestações em Teerã, que continuavam neste domingo.
Segundo a rede de TV CNN, Moussavi não chegou a ser formalmente detido, como chegou a ser noticiado por alguns veículos de comunicação iranianos e israelenses. A reportagem diz, entretanto, que não há informações seguras sobre a situação dele no momento, e que ele poderia estar em alguma forma de prisão domiciliar.As manifestações contra a reeleição de Ahmadinejad foram registradas em vários pontos da capital, mas, segundo relatos de jornalistas da mídia ocidental, com menos violência de que na véspera. Além da repressão policial, entretanto, testemunhas relatam que eleitores do presidente estão agindo de forma violenta contra os manifestantes.
Enquanto grupos opositores fazem protestos, os que apoiam o presidente se reuniram em outra parte da cidade para celebrar a reeleição. Imagens de redes de TV internacionais mostraram uma multidão de milhares de pessoas com bandeiras e fotos de Ahmadinejad. Mais cedo, o presidente defendeu, em entrevista coletiva, os resultados da eleição, disse que o Irã era um modelo de democracia e que os perdedores sempre reclamam dos resultados.
O Conselho dos Guardiães da Constituição é a máxima autoridade encarregada de confirmar a validade das eleições.Os membros do Conselho são nomeados diretamente e indiretamente pelo líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, que comemorou no sábado a reeleição do atual presidente, Mahmud Ahmadinejad.
Mais de 100 reformistas, incluindo Mohammad Reza Khatami, irmão do ex-presidente Mohammad Khatami, foram detidos na noite de sábado, disse o líder reformista Mohammad Ali Abtahi. Um porta-voz do Judiciário iraniano declarou que eles não foram presos, mas que foram convocados e "avisados de que não devem elevar as tensões". Segundo o porta-voz, eles foram libertados em seguida. Mas Abtahi, um ex-vice-presidente do Irã, disse à Reuters: "Eles foram levados de suas casas ontem à noite." Ele disse que estão previstas mais prisões. Os reformistas detidos são membros do principal partido reformista iraniano, Mosharekat. Milhares de pessoas entraram em choque com a polícia no sábado, depois de a contestada vitória eleitoral do presidente Mahmoud Ahmadinejad ter desencadeado os maiores protestos populares em Teerã desde a Revolução Islâmica de 1979. O Líder Supremo Ali Khamenei disse à população que ela deve respeitar a vitória de Ahmadinejad numa eleição presidencial que o principal rival do presidente descreveu como "farsa perigosa".

Desobediência civil
Reza Pahlevi, filho do último Xá do Irã Mohamed Reza Pahlevi, derrubado pela Revolução Islâmica de 1979, pediu neste domingo à comunidade internacional que dê seu apoio à "desobediência civil" no Irã, considerando que uma mudança em seu país pode ocorrer apenas a partir de dentro. "Sempre acreditei em um cenário de desobediência civil, mas isto só poderá ocorrer se houver ajuda e apoio da comunidade internacional", declarou Pahlevi, exilado nos Estados Unidos. "É hora de o mundo apoiar meus compatriotas em seu combate pela liberdade, pelos Direitos Humanos e pela democracia", acrescentou.
Pahlevi considerou: "não é preciso esperar outros resultados quando temos um sistema onde há uma pessoa acima de tudo, que diz ter o poder divino, que controla todos os aspectos do governo e que dita os candidatos". "A raiz do problema é o regime, e enquanto continuar de pé, acho que infelizmente os iranianos não poderão voltar a encontrar a oportunidade de progresso e liberdade", acrescentou. Questionado sobre a hipótese de um ataque israelense contra as instalações nucleares iranianas, Pahlevi considerou que apenas "beneficiaria o regime" de Teerã. "A única solução para e o mundo, antes que o Irã tenha sua bomba (atômica), é ajudar para que haja uma mudança a partir de dentro", assegurou.

'Golpe'
A oposição iraniana acusa o presidente de tentar dar um golpe de Estado. "Eles criaram uma ditadura", disse, em entrevista ao britânico "The Nation, o ex-ministro das Relações Exteriores Ibrahim Yazdi, um dos principais nomes da dissidência no país. "Eles fraudaram a eleição", disse. Segundo ele, ecoando o que foi alardeado pela campanha de Moussavi ao longo dos protestos no sábado, o pleito nacional foi marcado por irregularidades. Segundo o opositor, o governo não permitiu que os candidatos supervisionassem a contagem das cédulas, não divulgou os resultados por distrito, o que dificulta a checagem, criou uma série de urnas itinerantes, que podiam mudar de lugar. Relatos de jornalistas internacionais na capital iraniana dão conta de um clima agitado na cidade. Alguns comparam a mobilização política com os movimentos que levaram à Revolução Islâmica de 30 anos atrás, quando o xá foi derrubado. Outros, mais moderados, dizem que realmente há agitação, mas que o presidente está conseguindo controlar a maior parte dos protestos com a polícia. Uma série de entrevistas publicadas pelo G1 na semana que antecedeu a eleição, pesquisadores da sociedade iraniana do próprio país e do ocidente ressaltavam que o país era afeito a surpresas eleitorais. Os entrevistados mencionavam a eleição do reformista Mohammad Khatami em 1997 e a do conservador Ahmadinejad em 2005, como exemplos, e diziam ser impossível prever o resultado da votação deste ano. O foco ocidental na eleição, pensando na postura combativa e radical do presidente, entretanto, não seria levada em consideração pelos eleitores, diziam. Para os iranianos, o que importava era a economia, em primeiro lugar. Eles diziam, entretanto, que uma grande participação dos eleitores seria negativa para o presidente, que se elegeu pela primeira vez quando menos da metade dos eleitores votaram. Neste ano, os dados oficiais mostram o oposto. Com participação de 85% dos eleitores habilitados, Ahmadinejad venceu no primeiro turno. Uma análise publicada na revista norte-americana "Newsweek" neste domingo (13), entretanto, diz que o Ocidente menosprezou a força popular do presidente. Segundo o texto, é preciso considerar que as vozes dissidentes que eram expostas pela mídia ocidental eram minoria, e que a maior parte da população fora da capital do país preferiu manter o atual presidente no poder.
G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:15 

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