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23.6.09
RIO - A dor crônica, aquela que persiste por mais de três meses seguidos, afeta 28,7% da população brasileira, indica pesquisa feita pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo em parceria com médicos do Hospital das Clínicas. Para chegar a esta conclusão, foram entrevistadas 2.401 pessoas com mais de 18 anos. O objetivo da pesquisa foi avaliar que tipos de dor são mais comuns na população, quais suas principais causas, o tempo de duração dos episódios e se existe alguma relação entre o aumento das dores crônicas, o sexo e a idade.
Outro dado levantado pelo estudo é que a maioria dos portadores de dor crônica demora a procurar um especialista e prefere se automedicar. Um dos motivos da resistência em procurar um médico, segundo os entrevistados, é a falta de esperança de que o tratamento para dor vai curar o quadro.
- A população não utiliza medicamentos para tratar a dor e quando o faz, frequentemente faz uso de automedicação para controlar o problema. A ideia de que a dor crônica não tem solução é perigosa. Muitos indivíduos imaginam que a cefaleia não tem cura, o que não é verdade. Ninguém precisa viver com dor - explica Manoel Jacobsen, chefe do Grupo de Dor do Hospital das Clínicas de São Paulo, e um dos autores do estudo.
Segundo Jacobsen, 30% dos portadores de dor crônica não utilizaram nenhum medicamento específico para o seu quadro nos últimos 12 meses. A pesquisa mostra que 20% dos homens e 34% das mulheres têm algum tipo de dor crônica. Pessoas obesas são as que mais sentem dor: cerca de 40% têm o problema. Frio potencializa sintomas da dor
A temperatura baixa pode gerar desconforto nas articulações, principalmente em quem tem lesões causadas por esforço repetitivo conhecidas como LER ou DORT. O frio causa a contração da musculatura e a diminuição da circulação sanguínea nas extremidades, o que pode piorar o quadro.
A fisioterapeuta Cleide Cerqueira, do Instituto Leme, afirma que lesões de esforço repetitivo, se diagnosticadas no princípio, podem ser curadas. A demora em procurar tratamento, no entanto, pode causar transtornos mais graves ou até mesmo pequenas atrofias na região afetada.
- É difícil, mas precisamos estar atentos para não exigir mais do corpo do que ele pode nos oferecer. A dor é uma reação natural. Ela sinaliza que algo não está bem e que merece cuidados.
Tirar alguns minutos do dia para fazer uma série de alongamentos ajuda a relaxar tensões no pescoço, nos braços e na coluna. A fisioterapeuta indica girar os punhos, alongar os antebraços e fazer círculos suaves com o pescoço para evitar dores a longo prazo.



O Globo On Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:15 

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