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5.6.09

O Ministério da Saúde lançou ontem (04) um plano emergencial de combate ao uso abusivo de álcool e drogas, por crianças e adolescentes. A ideia é equipar melhor o Sistema Único de Saúde (SUS) com estrutura e profissionais capacitados para lidar com a prevenção aos vícios e promover o tratamento dos danos causados aos dependentes químicos. Até o fim de 2010, serão investidos R$ 117,3 milhões no programa. As ações serão centralizadas nas cem maiores cidades brasileiras, todas com mais de 250 mil habitantes. Serão atendidos, também, a capital do Tocantins, Palmas, e sete municípios que fazem fronteira com outros países. Essas cidades somam 77,6 milhões de habitantes, ou 41,2% da população nacional. De acordo com o Ministério da Saúde, o plano de emergência foi criado para reverter o atual quadro de avanço do uso de substâncias entorpecentes no País, principalmente, por crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. "Nós temos crianças e jovens consumindo álcool e droga. Daí o motivo de criar o plano emergencial: para alterar esse problema, afirmou o ministro da saúde, José Gomes Temporão. Uma das principais preocupações do governo é atender meninas e meninos que usam, cada vez mais precocemente, o crack, droga de preço acessível, que vicia rapidamente. “O crack é um subproduto da cocaína e é muito barato. Essa droga produz efeitos devastadores psicológicos e físicos. Num período muito curto, ela pode matar”, avaliou Temporão. Até dezembro do próximo ano, o número de leitos de saúde mental em hospitais gerais dos 108 municípios atendidos passará de 1.197 para 3.592. No Rio de Janeiro, serão disponibilizados 329 novos leitos. O governo prevê, ainda, a criação de 720 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família em todo o Brasil, com ao menos um profissional de saúde mental em cada. Nesses locais, haverá atendimento especializado a crianças e jovens usuários de álcool e drogas. Serão implantados, também, 62 novos Centros de Atenção Psicossocial em 26 unidades da federação.

Situação crítica no Rio - Segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro (RJ), 500 crianças e adolescentes viciados em crack perambulam pela capital fluminense. A explosão da droga na cidade gerou mais um problema alarmante: a proliferação de doenças sexualmente transmissíveis e Aids entre meninas e meninos que ainda não completaram 18 anos. O Rio tem 32 “cracolândias”, segundo mapeamento divulgado no último mês pela prefeitura. Nove delas ficam no Centro, cinco em Bonsucesso e, empatados, com quatro pontos de venda da droga, estão Madureira e Engenho Novo. Conforme informações do Ministério da Saúde, os 11 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do estado serão espalhados em dez cidades: São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Belford Roxo, Rio de Janeiro, Niterói, São João de Meriti, Campos, Petrópolis e Volta Redonda.



link do postPor anjoseguerreiros, às 22:35 

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