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5.6.09
SÃO PAULO - Uma menina de 11 anos foi envenenada com bombons enviados por Sedex à mãe dela , a estudante de Direito Cristiane Maria Oliveira Araújo, de 35 anos, em Olinda, na Região Metropolitana de Recife. R. está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Prontolinda. Segundo o hospital, a criança deu entrada na UTI às 20h08m com parada cardiorrespiratória, mas foi reanimada.
Segundo o delegado João Brito, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por volta das 18h30m desta quinta-feira, uma caixa de bombons endereçada à Cristiane chegou ao apartamento onde moram mãe e filha, no bairro Casa Caiada. Na embalagem havia um bilhete, escrito, de acordo com o delegado 'por alguém próximo à estudante de Direito'.
- A mãe da menina disse à polícia que, a princípio, não deu muita importância para a caixa, pois estava se aprontando para um compromisso quando chegou a encomenda. Ela abriu o embrulho e deixou a caixa de bombons em cima de uma mesa. Nisso a menina comeu o doce e começou a passar mal - conta Brito.
Nesta sexta-feira, várias pessoas prestaram depoimento no DHPP de Recife, onde o caso está sendo investigado. Entre elas está o pai de Raíssa, separado de Cristiane Maria há mais de um ano. Segundo a polícia tanto o pai quanto uma possível parceira da mãe da criança estão sendo averiguados.
- Temos duas linhas de investigação, a princípio. A primeira diz respeito ao pai da menina. Nós também tivemos informações de um relacionamento homoafetivo da mãe da vítima, que teria causado a separação. Mas parece que a mãe também não queria mais saber desse outro relacionamento - ressalta o delegado.
João Brito, no entanto, não descarta outras possibilidades.
- Tudo vai ser investigado. Há casos aqui em Pernambuco de pais ou parentes muito próximos envenenando filhos.
Segundo a polícia, os primeiros depoimentos foram colhidos informalmente, por conta do estado de choque das testemunhas.
O delegado disse que teve esta manhã contato com a equipe médica do Hospital Prontolinda e que a garota, após uma piora no quadro clínico no início da internação, se recupera melhor com os novos medicamentos para neutralizar o veneno. Uma perícia deve identificar a substância encontrada nos bombons.


O Globo On Line
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colaboradores: carmen e maria celia

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