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11.6.09

Imundície se multiplicou no local na forma de lixo e fezes humanas

O "piscinão" que se formou em uma construção abandonada na esquina das ruas Ramiro Barcelos e Cabral, em Porto Alegre, além de estar cada vez mais sujo, virou ponto de consumo de crack. Em 25 de fevereiro, data da primeira matéria do Pelas Ruas sobre o local, a preocupação era com a proliferação de mosquitos da dengue. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) esclareceu, na época, que o Aedes aegypti não se reproduz em água suja. Agora, a imundície se multiplicou na forma de lixo e fezes humanas, enquanto o abandono atraiu usuários da droga. Na área também "decolam diariamente nuvens de mosquitos que infernizam a comunidade próxima", conforme o arquiteto Álvaro Pedrotti, 47 anos, que reside na Rua Francisco Ferrer com a Cabral. — Eles (funcionários da prefeitura) foram lá em março ou em abril e botaram uma bomba para sugar a água. Mas na primeira chuva voltou tudo — reclamou. O taxista Paulo Alberto Fraga dos Santos, 60, tem observado a movimentação dos usuários de entorpecentes. Ele tem ponto no local há seis anos. O abandono da construção já dura cinco, disse. Já o crack apareceu por ali este ano. — O que dá de maloqueiro ali de noite é impressionante. Vi gente usando crack diversas vezes. A SMS pediu para que a vizinhança ligue para o número 156 para obter um protocolo e fiscais confiram o problema para definir qual a solução cabível. Os telefonemas, porém, já têm sido feitos, de acordo com Pedrotti. — Devem ser incontáveis os pedidos de providência protocolados na Prefeitura para solucionar a questão do "piscinão".


Zero Hora
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link do postPor anjoseguerreiros, às 14:00  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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