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20.1.09
RIO - Morreu na manhã desta terça-feira, por volta das 7h, o estudante de Engenharia Naval da UFRJ que foi atingido por uma bala perdida na noite da última quinta-feira, na Lapa. O corpo de Victor Emanuel Muanis foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). De acordo com amigos, ele será enterrado em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. Até a tarde da segunda-feira, a namorada de Victor estava sedada, em estado de choque. Em depoimento ao site do GLOBO, amigos traçam um perfil do rapaz: Ele estava sempre de bem com a vida, era determinado, gostava de velejar e de jogar futebol .
De acordo com a Coluna Gente Boa, do jornal O GLOBO, o jovem, de 23 anos, estava bebendo com os amigos em frente ao Bar da Ladeira, na Lapa, quando de repente caiu no chão. Os amigos do rapaz acharam que ele havia desmaiado, mas logo depois perceberam que ele tinha sido atingido por uma bala perdida na cabeça.
O caso foi registrado na Delegacia de Santa Teresa, onde está sendo investigado. De acordo com o comissário Marcos Vinícius, o delegado determinou que toda a equipe de investigadores se empenhe para descobrir de onde partiu o tiro, e as circunstâncias da morte do rapaz.
- Infelizmente não podemos repassar mais informações sobre o caso para não prejudicar o trabalho de investigação da polícia - afirmou.
Victor estava internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, com a bala alojada atrás dos olhos. Segundo a assessoria do hospital, ele sofreu traumatismo craniano. Amigo de faculdade da vítima, Fabrício Feijó contou que Vitinho, como ele era conhecido pelos colegas, tinha ido à Lapa para comemorar a aprovação na última matéria para o projeto final.

- O Vitinho ia se formar este ano e estava cheio de planos e feliz. Por mais que a gente conviva com a violência no Rio, nunca espera que algo possa acontecer com alguém tão próximo. Foi à Lapa para uma comemoração e morreu. Estamos (os amigos) todos revoltados - contou Fabrício, que deve se reunir com um grupo para se despedir de Victor no cemitério.
Ainda de acordo com Fabrício, os amigos tinham fé de que Vitinho ia se recuperar:
- A gente estava achando que ele ia sair dessa. O edema estava diminuindo e ele respondia bem mas, infelizmente, não deu.
Victor, que também era velejador, organizava regatas da classe Dingue para o Grêmio de Vela da universidade, e estava sempre à frente dos torneios de futebol interno da faculdade. O rapaz morava no Jardim Botânico e era ex-aluno do colégio Santo Inácio.


link do postPor anjoseguerreiros, às 17:02  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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