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31.3.09
Agentes tremeram na base", diz coordenador

O coordenador da Operação Lei Seca, Carlos Alberto Lopes, ficou revoltado com a intervenção da desembargadora Renata Machado Cotta Buhatem na blitz realizada na Estrada do Cafubá, em Niterói, na madrugada de sexta-feira para sábado.
Segundo Carlos, por volta de 1h30min., o Honda Civic prata foi parado, com Sueli Werneck ao volante. Alberto contou que o Ten. Cel. médico do Corpo de Bombeiros Enéas Machado Cotta Filho, marido da motorista e irmão da desembargadora, estava visualmente embriagado. Ele teria encorajado Sueli a não aceitar o teste do bafômetro e ligado para Renata, que teria ido ao local acompanhada por homens do grupo de apoio à segurança do Tribunal de Justiça.
— O bombeiro estava bêbado e a condutora sem carteira. Os agentes participantes da operação, que busca proteger a vida dos motoristas, foram ameaçados de prisão. São homens humildes, que tremeram na base. Infelizmente, pessoas que deveriam dar o exemplo acabam tomando uma atitude como essa — ressaltou Lopes.


A blitz da Operação Lei Seca, na Estrada do Cafubá, em Niterói, contou mesmo com a presença inusitada da desembargadora do Tribunal de Justiça, Renata Machado Cotta Buhatem. Ela própria confirmou a informação de que foi até o local, onde o irmão e a cunhada estavam sendo abordados por policiais militares, mas disse que foi sozinha, sem a companhia de agentes da equipe de segurança do TJ.
— Minha cunhada não fez o teste do etilômetro porque ninguém é obrigado a produzir provas contra si. Eu fui lá, mas não levei ninguém comigo. Não dei voz de prisão, mas poderia ter feito por desacato. O policial que fez a abordagem foi estúpido, intolerante e sem controle emocional.— afirmou Renata.


Para quem não tem o mesmo poder da desembargadora que conseguiu liberar a cunhada, o fim de semana foi na delegacia. Em duas ações da Polícia Militar, coordenadas pela Diretoria Geral de Pessoal (DGP), motoristas foram parados e tiveram que fazer o teste do bafômetro. Na Avenida 24 de Maio, no Engenho Novo, o motorista R., de 42 anos, foi preso em flagrante após o teste do bafômetro ter apontado 0,36mg/L. Levado para a delegacia, ele foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Um exame apontou positivo para o uso de álcool e negativo para a embriaguez. O delegado de plantão arbitrou uma fiança de R$ 305 e, após o pagamento, o motorista foi liberado.
Já em uma outra operação, dessa vez na Avenida das Américas, em frente ao Shopping Downtown, o problema foi outro. Um homem que estava com os documentos do carro atrasados negou um pedido feito pela policial militar de plantão, que tinha solicitado a ele mudar o local onde o carro estava estacionado, para facilitar o trânsito. Irritado, o motorista teria xingado a policial. A discussão foi parar na delegacia, onde o caso foi registrado como desacato.


fonte:EXTRA
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:36  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

Março 2009
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