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10.3.09
SÃO PAULO - Uma mulher e a filha recém-nascida estão impedidas de deixar a maternidade de Varginha, Sul de Minas Gerais, enquanto a criança não for registrada. O impasse surgiu porque a certidão de nascimento foi negada por um oficial do cartório de registro civil, que considerou estranho o nome Dieren, escolhido pelos pais no terceiro mês de gestação.
Segundo o pai da criança, Hélio Pio Donizete Teixeira, o oficial do cartório disse que não poderia fazer o registro porque o nome da menina era estranho, incomum. Para tomar essa decisão o oficial do cartório se baseou na Lei de Registro Público sancionada em 1973 que proíbe o registro de nomes que possam causar constrangimento à criança.
A mãe de Dieren, Denise Gregório, disse que o enxoval todo da menina está gravado com esse nome e que não vai trocar o nome da criança.
Os pais decidiram registrar um boletim de ocorrência para garantir o registro da menina, sem o qual nem ela e nem a mãe podem deixar a maternidade.
A juíza Beatriz da Silva Takamatsu afirmou que os pais devem insistir, pois o nome foi escolhido por eles e deve carregar razões sentimentais.
De acordo com a coordenadoria da maternidade, a apresentação da certidão de nascimento para a alta do bebê é uma recomendação do Ministério da Saúde. Sem a certidão, o bebê não recebe o cartão do Sistema Único de Saúde (Sus) e nem pode fazer exames, como o teste do pezinho.

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:19 

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