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7.6.09

Huambo - A directora provincial do INAC (Instituto Nacional de Apoio a Criança), Júlia Katinda, mostrou-se hoje, sábado, na cidade do Huambo, preocupada com o aumento de casos de violência infantil.
Em declarações á Angop, a responsável indicou que de Janeiro a Maio do ano em curso, o INAC registou 20 casos diversos de violência contra menores.
Do número ofensas contra crianças, explicou, 16 correspondem a violação e abuso sexual e os casos construíram-se em agressões físicas, incluindo queimaduras de membros superiores de e espancamento brutal.
Segundo ela, estes números não espelham a realidade da violência infantil na província, pelo facto de muitas pessoas optarem pelo silêncio, ao invés de denunciarem tais práticas.
Preocupado com a situação, Júlia Katinda disse que o INAC tem vindo a redobrar as suas acções de pesquisa de crianças vítimas de violência, bem como de sensibilização e mobilização social sobre a necessidade de apoiar a defesa e a garantia dos direitos dos menores.
Maltratar a criança, advertiu, é o mesmo que comprometer o futuro do país, tendo por isso exortado os cidadãos no sentido de denunciarem os adultos que insistem em praticar actos de violência infantil.

Cunene
INAC garante justiça para actos de violência contra menores
Ondjiva - O director do Instituto Nacional da Criança (INAC) no Cunene, Hélder dos Santos, garantiu sábado em Ondjiva a aplicação da justiça a todo acto de violência contra menores na região.
Entrevista à Angop sobre a temática da “Violência contra menores”, o responsável disse que o INAC está a trabalhar em colaboração com a Polícia Nacional e serviços de justiça na região, no sentido de reprimir todo acto de violência contra a criança.
Segundo ele, todo o cidadão que optar por esta prática, seja agressão física ou abuso sexual, será levado a tribunal, pagando pelos
seus actos.
Hélder dos Santos defendeu que a população deve estar atenta a situações do género e denunciar esta prática para pôr fim a atitudes dessa natureza, que só ferem os princípios morais e cívicos da boa convivência em sociedade.
Frisou ainda que estas acções de violência contra menores vão desde agressão física a abusos sexuais que hoje já se registam também no Cunene, o que antes só se ouvia falar em outras partes do país.
Deu como exemplo um caso registado recentemente de um indivíduo de 20 anos de idade que abusou sexualmente uma menor de 5 anos. Acto esse ocorrido no bairro dos Castilhos, arredores de Ondjiva.

Fonte: Angola Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 21:06  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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