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1.6.09

A apresentadora Astrid Fontenelle, mãe do pequeno Gabriel, é só alegria com o filhão de nove meses. Quase diariamente, em seu blog, no Bloglog, ela coloca fotos do filho fazendo gracinhas ou usando roupinhas fashion.

Astrid acredita que a história de Gabriel, adotado por ela em outubro de 2008, pode ajudar a acabar com o preconceito em relação ao assunto. “A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito”, diz ela, em entrevista ao EGO.

Como vai o Gabriel? Está fazendo muitas gracinhas?
Já! Ele fala “mamama”, já sabe que o dedo indicador significa “não”, já engatinha, já fala “eeeel” de Gabriel...

Como ficou a Astrid depois da maternidade? Depois do Gabriel, fiquei mais tranqüila, mais serena. Faltava alguma coisa para me sossegar. Sinto por ele um amor incondicional, algo que nunca senti por ninguém. Dá até dor no coração...
Como se pode amar uma pessoa tanto? Mas é um amor sereno, eu sinto paz. Ele é o maior parceiro que eu já tive.
Como é a relação do Fausto, o seu namorado, com o Gabriel? Estamos juntos há quase um ano. No início ele tinha zero talento com crianças. Hoje a primeira coisa que ele pergunta quando me liga é como está o Gabriel. Acho que serão bons amigos.

Você sempre coloca fotos do Gabriel no seu blog. As pessoas curtem?
No começo, eu estava preocupada em não expor. Tanto que colocava só fotos do pezinho, da mãozinha, ou ele de costas. Até mesmo por um pedido do juizado. Afinal, ele não é artista. Mas depois percebi que a história dele era importante para ajudar outras pessoas. Graças ao blog muitas mulheres me escrevem, querem saber sobre adoção. Contando a história do Gabriel, posso ajudar. E o público acaba acompanhando o crescimento dele... Existe a curiosidade em torno dele. Mas é uma “vibe” positiva, de amor. As pessoas acompanham o crescimento dele de forma amorosa. Por isso gosto de colocar fotos divertidas. Quando coloquei ele com a camiseta dos Beatles, foi o maior sucesso.
Você responde os comentários? Respondo um por um. Por isso todo mundo gosta.

Por enquanto, nada de adotar um segundo filho? Não agora. Um bebê demanda muito tempo, dinheiro... Agora mesmo eu vou ter que trocar de carro, porque quando a gente viaja para o Guarujá, o porta-malas é pequeno para carregar as tralhas do Gabriel.(risos) De repente daqui a uns dois anos. Afinal, a mamãe aqui não tem papai... (risos). Não ganhou herança, não é rica... Além disso, o processo de adoção é algo que demora. Não é só porque adotei uma vez que vou ter facilidade de adotar de novo. Vou ter que fazer tudo como se fosse a primeira vez, entregar a papelada...

E caso você resolva ter uma menina, já tem um nome em mente? Ainda não. Eu hoje em dia me cuido para não engravidar. Tenho 48 anos. Passei muito tempo tentando engravidar, me esforcei muito. São tratamentos caros, que deixam a gente inchada. A natureza não foi favorável, mas o universo foi favorável com a adoção do Gabriel. Não tenho problemas quanto a isso. A adoção não me constrange, não é um tabu para mim. Mas algumas pessoas ainda têm preconceito. Ainda é um assunto difícil, mas eu pretendo torná-lo fácil para o Gabriel.

Fonte: G1
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:06  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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