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8.4.09
RIO - O sequestro da namorada e da filha, de 1 ano, infernizou a vida do chefe do tráfico na Favela do Taquaral, Luiz Cláudio Cândido da Silva, o Claudinho Nonô, há duas semanas. Depois de pagar o resgate, que teria custado cerca de R$ 40 mil, o bandido ainda ficou desconfiado e teria matado sete integrantes da própria quadrilha. O caso está sendo investigado pela Corregedoria Geral Unificada (CGU), já que as pessoas que levaram a jovem teriam se apresentado como policiais.
A confusão começou na tarde de sexta-feira, quando um carro fechou a Kombi onde estava a namorada do traficante. Homens de preto teriam descido do carro e disseram ao motorista que não se preocupasse porque era "coisa de polícia". Assustada, a mãe da jovem procurou a 34ª DP (Bangu). Levada à Delegacia Antisequestro (DAS), ela prestou depoimento, acusando policiais do Batalhão de Operações Especiais.
- Ela estava em contato com a filha o tempo todo, e a menina disse que seriam policiais do Bope, alguns fardados e outros não. Segundo a mulher do traficante, eles estariam exigindo dinheiro para a liberação. A DAS investigou o caso e o encaminhou à Corregedoria, por se tratar de possível desvio de conduta - disse o delegado Marcus Reimão.
A jovem ligou para a mãe, pedindo que ela não se envolvesse, porque o "Nonô resolveria a situação".
- Falaram que os sequestradores queriam armas e dinheiro que o traficante Aranha (Juarez Mendes da Silva) teria deixado enterrado antes de morte - disse um policial.
O caso foi levado à Corregedoria Geral Unificada (CGU) e voltou para investigações na 34ª DP. PM faz operação na Taquaral
Segundo informações do 14º BPM (Bangu) e do Disque-Denúncia (2253-1177), Claudinho Nonô teria ordenado a morte de sete comparsas, suspeitando que eles teriam dado informações sobre o paradeiro da filha e da namorada. Na tarde desta segunda-feira, a polícia realizou uma operação na Favela do Taquaral para confirmar essa informação, mas não conseguiu. Os corpos estariam enterrados em uma localidade da favela conhecida como Morro do Céu.
- Estamos levantando isso (a morte de sete pessoas), mas até agora não procede. Estamos fazendo operações de inteligência para levantar esse caso - explicou o coronel Pedro da Silva, comandante do batalhão.
Segundo o delegado João Luiz Garcia, da 34ª DP (Bangu), não foram feitos registros de mortes dentro da Favela do Taquaral.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

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