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26.3.09
CURITIBA - A Polícia Civil de Sarandi, município paranaense a 12 quilômetros de Maringá, prendeu um trabalhador autônomo de 42 anos acusado de abusar sexualmente das quatro filhas de 21, 18, 15 e 12 anos. Segundo o superintendente Carlos Oliveira, o Instituto Médico Legal (IML) comprovou a violência contra as garotas.
O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



link do postPor anjoseguerreiros, às 15:19 

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