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11.3.09
Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

Leia na próxima semana: "Disciplina: um ato de amor"
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:31 

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