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28.2.09
BOSTON - Apesar dos seguidores de dietas específicas garantirem que seu plano alimentar é a fórmula do sucesso, pesquisadores afirmam que o mais importante para uma perda de peso a longo prazo é controlar a quantidade de calorias ingeridas diariamente. A pesquisa, publicada na última edição do "New England Journal of Medicine", mostra que qualquer dieta de baixas calorias, rica em fibras e com poucas gorduras saturadas funciona se feita corretamente.
Seguindo esta fórmula, não tem como errar no processo de emagrecimento. Nossa conclusão é que, em vez de seguir modismos, o melhor é adotar uma dieta que faça bem à saúde, variar bastante os alimentos, e controlar suas porções - disse o médico Frank Sacks, da Harvard School of Public Health.
O estudou analisou os hábitos alimentares de 800 adultos, que seguiram dietas determinadas pelos pesquisadores. Dois grupos seguiram um plano com pouca gordura, dois com muita gordura, outros dois fizeram uma dieta rica em proteínas, e mais dois foram instruídos a comer carboidratos livremente. Em todos os planos as calorias eram contadas, e nenhum dos participantes consumiu menos que 1200 calorias por dia.
Todos os grupos foram orientados a praticar 90 minutos de exercícios moderados por semana e podiam se consultar com um nutricionista se achassem necessário. Eles foram acompanhados durante dois anos.
Independente da dieta, todos os participantes emagreceram, em média, 4 quilos, e perderam 5 centímetros de cintura.
- Não há uma dieta específica que seja melhor ou pior que a outra quanto o assunto é emagrecimento. Mas há dietas que são melhores ou piores para a saúde como um todo. Contanto que a dieta tenha uma boa quantidade de grãos integrais, fibras e gorduras boas, e contenha pouca junk-food, gordura saturada e carboidratos refinados, ela é uma boa opção - completa o médico.
No geral, os participantes perderam a maior parte do peso nos primeiros seis meses de dieta. Após este período, ou engordavam ou mantinham o peso. Sacks lembra que, para quem está acima do peso, perder cerca de 10% do peso já tem um impacto positivo na saúde do coração e na prevenção de doenças crônicas. No estudo de Harvard, apenas 15% dos participantes conseguiram perder esta quantidade de peso e manter o novo corpo.


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link do postPor anjoseguerreiros, às 15:05 

De Anónimo a 28 de Fevereiro de 2009 às 16:35
O melhor para perder peso é fazer a redução de estômago, desvio de intestino, ou qualquer coisa que o valha.
Somente se fossemos filhos de laboratório, seríamos previlegiados, pois os cientistas retirariam o(os) gene(s) responsáveis pela obesidade, e viveríamos felizes para sempre.
Quer dizer, os obesos, pq a indústria da magreza se suicidariam, pois iriam a falência.

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