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24.4.09

Os jesuítas autorizaram a abertura dos arquivos de um de seus membros, considerado um dos maiores especialistas do Vaticano sobre o controverso papel do papa Pio 12 (1939-1958) durante a Segunda Guerra Mundial (1938-1945), indicou o jornal "L'Osservatore Romano".
O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

France Presse, em Washington
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:19  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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