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2.3.09
NOVA YORK - O americano David Goldman se define como um pai em busca de justiça. Ele viveu uma história de amor com uma brasileira chamada Bruna, os dois se casaram, tiveram um filho e, de repente, tudo se transformou num pesadelo. Como isto aconteceu? Bruna voltou de férias para o Brasil com o filho, e decidiu manter o garoto no Rio sem o consentimento do pai. Foi quando David começou sua luta pelo direito de trazer seu filho de volta para os EUA. A trágica morte de Bruna no parto do segundo filho apenas complicou o caso. David agora se vê às voltas com a família de Bruna na Justiça, e continua a lutar judicialmente pelo direito de trazer seu filho para os EUA. É o que conta a reportagem da correspondente do GLOBO em Nova York, Marília Martins, publicada na edição desta segunda-feira .
- Eu abri meu coração e minha casa para Bruna e sua família, mas agora sei que isto não significou nada para eles. Esta família é rica e influente. A família mantém meu filho longe de mim sem o meu consentimento. Fiquei proibido de ver meu filho por quatro anos, e agora eles estão contando mentiras para a mídia. Eu amava minha mulher. Amo meu filho e quero trazê-lo de volta para casa. Ele nasceu em New Jersey. Nós vivemos juntos por quatro anos, eu tomava conta dele, trocava suas fraldas, brincava com ele. Eu sou o pai dele! Ninguém neste mundo pode negar a um pai o direito de ver seu próprio filho e a família de Bruna pensa que pode fazer isto porque eles têm dinheiro e influência. Mas eu vou lutar até o fim para ter meu filho de volta - diz David.
David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a se$ária de Estado Hillary Clinton, e está esperançoso de que isto possa ajudá-lo:
- Esta não é uma disputa entre Brasil e EUA, e sim o caso de um pai que busca o direito de educar seu filho. Há muita gente boa, honesta e trabalhadora no Brasil e nos EUA, que reconhece a importância da presença dos pais na vida de seus filhos. Você acredita que autoridades governamentais estariam discutindo o meu caso se não soubessem com certeza que as minhas alegações são verdadeiras? Eu tenho lutado por meu filho com dignidade e amor, e ninguém poderá mudar isto.
David ficou indignado com a versão que a família de Bruna deu ao GLOBO. O irmão de Bruna, Luca Bianchi, disse em entrevista que David está explorando a imagem do filho com um site e a venda de camisetas e bonés com a foto do menino para arrecadar dinheiro. David é capitão de barco em Nova Jersey, e ganha dinheiro ensinando técnicas de navegação e alugando seu barco para excursões. Ele também trabalha como modelo e corretor de imóveis.
- A família de Bruna diz que eu pedi US$ 150 mil para deixar de reivindicar na Justiça o retorno do meu filho para os EUA. Não é verdade. Essa quantia foi paga como reembolso de custas judiciais e de honorários de advogados, por decisão da Corte Superior de Nova Jersey. O que eles não querem dizer é que o mesmo documento que comprova o pagamento dos US$ 150 mil também revela que esta quantia nada tem a ver com a demanda pela custódia do menino e não terá qualquer influência sobre esta disputa de custódia na Corte de Nova Jersey. Os documentos são públicos nos EUA e podem ser vistos por quem quer que esteja interessado. E, na verdade, desde o começo deste pesadelo, eu já gastei em torno de US$ 360 mil com viagens internacionais, estadas, custas judiciais no Brasil e nos EUA - acrescenta David.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:28 

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