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13.2.09
RIO - Francisco Itamar Nonato, 41 anos, foi apresentado pela polícia como o autor do assassinato da remadora do Flamengo Priscila da Silva Souza , em dezembro do ano passado. A remadora foi morta após ser violentada em uma mata próxima ao caminho que fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade, na Gávea, na Zona Sul .
O suspeito estava preso desde dezembro por ter estuprado uma mulher de 55 anos em local próximo ao Parque da Cidade, em janeiro de 2008. Após ser reconhecido pela vítima, ele foi preso. Policiais que investigam o caso desconfiaram e solicitaram o recolhimento de material genético do preso. Após comparar com o material recolhido no corpo de Priscila, a polícia concluiu que Francisco também violentara a remadora. Ele será apresentado ainda esta manhã na delegacia da Gávea.
De acordo com a delegada Bárbara Bueno, o acusado, em prisão temporária, caiu em várias contradições desde o início das investigações. Policiais fizeram incursões no Parque da Cidade e identificaram semelhanças entre os ataques às duas mulheres, como o local para onde ambas foram levadas.
O corpo de Priscila foi encontrado em dezembro do ano passado, sem roupas e com marcas de espancamento, numa mata próxima ao caminho que a remadora fazia para chegar em casa, no Parque da Cidade. Ela foi vista por amigos, colegas e parentes, pela última vez quando realizava um treinamento com percurso pelas Paineiras.
Amigos da vítima contaram que a atleta era de origem humilde e que morava na região. Priscila saiu do clube na manhã de um sábado e se dirigia à casa onde morava com a mãe e o irmão, no próprio Parque da Cidade. Desde então, a família não tinha o paradeiro da jovem. O corpo de Priscila foi encontrado por parentes e pela Guarda Municipal.
À época do crime, o Clube de Regatas do Flamengo enviou uma nota lamentando a morte de Priscila. O departamento de Remo cancelou as atividades dos atletas e tomado todas as providências para o funeral, que foi no Cemitério São João Batista, em Botafogo. O presidente Marcio Braga decretou luto oficial de três dias.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que guardas municipais e vigilantes patrimoniais atuam no Parque da Cidade. Segundo a secretaria, os crimes em questão, no entanto, são de competência da segurança pública. A Polícia Militar informou que não poderia patrulhar o Parque da Cidade porque a área é da prefeitura.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:31  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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