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28.3.09
RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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link do postPor anjoseguerreiros, às 20:09 

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