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7.4.09
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:54 

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