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6.3.09
SÃO PAULO - Subiu para 36 o número de crianças que teriam sofrido abusos sexuais em Catanduva, no noroeste de São Paulo, e a Justiça pediu a quebra de sigilo telefônico de 22 suspeitos de envolvimento na rede de pedofilia.
Por determinação da Justiça um psicólogo e uma assistente social do fórum visitaram famílias no bairro onde mora a maioria das 24 crianças vítimas da rede de pedofilia. No atendimento eles descobriram que outros 12 menores tiveram contato com os suspeitos de envolvimento no caso. Sobe então para 36 o número de crianças que teriam sofrido abuso sexual. As famílias de todos os menores serão chamadas para prestar depoimento à polícia e à CPI da pedofilia, que marcou uma audiência na cidade para ouvir as crianças e os suspeitos. Os senadores só pediram a quebra de sigilo telefônico de nove pessoas, entre elas um médico, um empresário e um comerciante. Eles são suspeitos de envolvimento com a rede de exploração sexual infantil.
Crianças já ouvidas pela polícia disseram que eram obrigadas a tirar fotos sem roupas, mas as imagens não foram localizadas. A suspeita é de que as fotos tenham sido publicadas em sites de pedofilia na internet.
A CPI da pedofilia ofereceu benefício para o borracheiro José Barra Nova, que está preso no centro de detenção provisória de São José do Rio Preto, para que ele forneça informações que possam ajudar nas investigações, mas o suspeito não aceitou . Além dele, outras três pessoas estão detidas: o sobrinho do borracheiro e dois menores de 16 e 17 anos. Todos foram reconhecidos pelas crianças.
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link do postPor anjoseguerreiros, às 11:31  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

Março 2009
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