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18.1.09
SÃO PAULO - Familiares dos empresários Robson Tempesta, de 39 anos, e Ana Paula Duca Tempesta, de 31, afirmaram que as filhas do casal, Camila, de 8 anos, e Laura, de 1 ano, foram torturadas pelos assassinos. A família foi brutalmente assassinada na última quarta-feira, em Americana, a 127 quilômetros de São Paulo. Os corpos das meninas foram encontrados com sinais de estrangulamento, em Elias Fausto, a 50 quilômetros do local onde os pais morreram. (Leia mais: Polícia já tem retrato falado de dois suspeitos do crime )
- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
O lavrador revela que, próximo ao corpo de Camila, de 8 anos, alguns sinais indicavam que ela teria se debatido.
- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

link do postPor anjoseguerreiros, às 17:56  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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